Sobre RACISMO

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Antropólogo derruba a ideia de que no Brasil há democracia racial

Autor: Thiago de Araújo, BrasilPostData da postagem: 10:00 09/02/2016 Visualizacões: 40611
O professor Kabengele Munanga (divulgação)

Doutor em Ciências Sociais da Universidade de São Paulo (USP) reforça que o Brasil possui um quadro ‘gritante’ de discriminação. Acha exagero? Não é o que mostram os números. Professor se aprofunda na crença de setores da sociedade brasileira de que ‘não existe racismo’ por aqui e de que tudo não passa de ‘vitimização’

Ainda hoje há, no Brasil, quem negue a existência do racismo. Discussões sobre questões raciais não surpreendem o antropólogo congolês Kabengele Munanga. Aos 73 anos, o doutor em Ciências Sociais e professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo (USP) sempre reforça que o Brasil possui um quadro ‘gritante’ de discriminação. Acha exagero? Não é o que mostram os números.

“Os dados mostram que, à véspera do Apartheid, a África do Sul tinha mais negros com diploma de nível superior do que no Brasil de hoje”, afirmou Munanga, em audiência pública promovida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 2010. O debate girava em torno das políticas de acesso ao ensino superior. Os opositores anunciavam que o País estava prestes a viver uma ‘guerra racial’. Não foi o que se viu.

“Não houve distúrbios, linchamentos raciais em nenhum lugar. Não apareceu nenhum movimento ‘Ku Klux Klan’ à brasileira”, comentou o antropólogo. “O que se busca pela política de cotas para negros e indígenas não é para terem direito às migalhas, mas sim para terem acesso ao topo em todos os setores de responsabilidade e de comando na vida nacional onde esses dois segmentos não são devidamente representados, como manda a verdadeira democracia”.

Mas e a tão conhecida ‘democracia racial’, nascida pelas mãos de Gilberto Freyre? Antes de mais nada, é preciso compreender do que se trata o preconceito. O professor Munanga assim define o termo:

“Preconceito como o próprio termo diga preconceito é uma ideia preconcebida, um julgamento preconcebido sobre os outros, os diferentes, sobre o qual nós mantemos um bom conhecimento. E o preconceito é um dado praticamente universal, pois todas as culturas produzem preconceito. Não há uma sociedade que não se define em relação aos outros. E nessa definição acabamos nos colocando em uma situação etnocêntrica, achando que somos o centro do mundo, a nossa cultura é a melhor, a nossa visão do mundo é melhor, a nossa religião é a melhor, e acabamos julgando os outros de uma maneira negativa, preconcebida, sem um conhecimento objetivo. Isso é o preconceito, cuja matéria prima são as diferenças, sejam elas de cultura, de religião, de etnia, de raça no sentido sociológico da palavra, de gênero, até de idade, as econômicas. Todas as diferenças podem gerar preconceitos”.

Na mesma entrevista, concedida à Boa Vontade TV, o congolês se aprofundou na crença de setores da sociedade brasileira de que ‘não existe racismo’ por aqui. De que tudo não passa de ‘vitimização’. Nada disso é surpreendente, de acordo com ele.

“Cada país que pratica o racismo tem suas características. As características do racismo brasileiro são diferentes. Por que o brasileiro não se considera racista ou preconceituoso em termos de raça? Porque o brasileiro não se olha no seu espelho, nas características do seu preconceito racial. Ele se olha no espelho do sul-africano, do americano, e se vê: ‘olha, eles são racistas, eles criaram leis segregacionistas. Nós não criamos leis, não somos racistas’. Tem mais: tem o mito da democracia racial, que diz que não somos racistas”.

Nem mesmo pessoa flagrada em um ato de racismo vai admitir. E isso é esperado, pelo menos no Brasil.

“Esse mito (da democracia racial) já faz parte da educação do brasileiro. E esse mito, apesar de desmistificado pela ciência, a inércia desse mito ainda é forte e qualquer brasileiro se vê através desse mito. Se você pegar um brasileiro até em flagrante em um comportamento racista e preconceituoso, ele nega. É capaz dele dizer que o problema está na cabeça da vítima que é complexada, e ele não é racista. Isso tem a ver com as características históricas que o nosso racismo assumiu, um racismo que se constrói pela negação do próprio racismo”.

Recentemente, foi acalorada a discussão a respeito da Base Nacional Comum Curricular (BNC) gerou muita discussão – e críticas –, sobretudo no que diz respeito ao ensino da história, que passaria a privilegiar temas envolvendo Brasil, Américas e África, em detrimento à Antiguidade Clássica e à Idade Média. Mais uma vez, o movimento parece esperado, de acordo com o que Munanga pensa acerca da presença africana e negra no contexto nacional.

“O brasileiro gostaria de ser considerado como europeu, como ocidental. Isso está claro no sistema de educação. Nosso modelo de educação é uma educação eurocêntrica. A escola é o lugar onde se forma o cidadão, onde se ensina uma profissão. Há escolas que sabem lidar com os dois lados da educação: ensinar a cidadania e a profissão. A história que é ensinada é a história da Europa, dos gregos e dos romanos. No entanto, quem são os brasileiros? Os brasileiros não só descendentes de gregos e romanos, de anglo-saxões e de europeus. São descendentes de africanos também, de índios, e descendentes de árabes, de judeus e até de ciganos. E se olharmos o nosso sistema de educação, onde estão esses outros povos que formaram o Brasil? Então, há um problema no Brasil, além de essas pessoas serem as maiores vítimas da discriminação social, no sistema de educação formal elas não se encontram, elas são simplesmente ocidentalizadas, são simplesmente embranquecidas.

Se colocarmos as questões: “quem somos, de onde viemos e por onde vamos?”, vamos ver que o Brasil nasceu do encontro das culturas, das civilizações, dos povos indígenas, africanos que foram deportados e dos próprios imigrantes europeus de várias origens. Comemoramos os cem anos da imigração japonesa, e fala-se mais dos cem anos da imigração japonesa do que dos 600 anos da abolição. Não tenho nada contra isso, mas fala-se muito pouco da abolição. Então, se queremos saber quem somos, devemos conhecer todas as nossas raízes, aqueles povos que formaram o Brasil, alguns dizem que somos um país mestiço, mas essa mestiçagem não caiu do céu. Já que não queremos reconhecer a diversidade das coisas, suponhamos que sejamos todos mestiços, vamos pelo menos estudar as raízes da nossa mestiçagem, isso faz parte da nossa cultura. Mas o brasileiro não se incomoda, o brasileiro quer se ver como europeu ocidental, parece que o brasileiro não se enxerga”.

Há avanços, mas o caminho é longo para que a diversidade prevaleça, assim como a igualdade de oportunidades no Brasil. Para o professor da USP, cada preconceito demanda o seu próprio antídoto. No caso do racismo, é ilusório esperar que ele venha pelo caminho das leis. Não, o campo de combate está sediado na sala de aula, desconstruindo mitos até mesmo para quem é vítima neste processo e aceita tal condição.

“Preconceitos são muitos, por isso você não pode ter uma formula geral para combater todos os preconceitos. Em primeiro lugar, você não se combate com a lei, que combate os comportamentos concretos que podem ser observados, flagrados e punidos. Os preconceitos são em um terreno em que você não combate com a leis, por isso a educação é importante. A educação é um dos caminhos para combater os preconceitos, não as leis”.

Fonte: http://www.ceert.org.br/noticias/direitos-humanos/10104/antropologo-derruba-a-ideia-de-que-no-brasil-ha-democracia-racial

Colégio São José – textos de aluno(a)s do 1º ano

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Realizamos  uma avaliação discursiva sobre Política e Poder , tendo como referência o conceito de Analfabeto Político, de Bertold Brecht. Os melhores textos foram selecionados, os quais compartilho a seguir.

Obs. os textos serão publicados à medida que eu os receber.

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Texto 01 – Ana Luiza Cabral – 1º ano B

Odeio Política! Muitas pessoas hoje enchem a boca para falar esta frase como motivo de orgulho. Mal sabem elas que ao encherem a boca com tais palavras estão exercendo um direito político, o da ”liberdade”. O porquê das aspas?! Lhe explico. Essa “liberdade” se torna falsa a partir do momento que esta frase é jogada aos quatros ventos, pois quebra a verdadeira relação de Política e Poder que deveria existir em sociedade. A partir do momento que abrimos mão desse direito deixamos que nos governem e daí vem a nova frase, de quem é a culpa? O político não vem de outro planeta, ele saiu desta sociedade, que deixa de se governar para procurar os “culpados”. Hoje a política é a terra do por que e de muito poucas respostas.

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Texto 02 – Débora Lima – 1º B

O Brasil é cercado por pessoas desinteressadas por política e essas são as mesmas pessoas que só sabem culpar os governantes. A situação política, econômica (e por que não social?) do Brasil está em crise. Houve aumento do preço de vários produtos e serviços, e as pessoas falavam “é tudo culpa da Dilma”, ela saiu do cargo e agora culpam o Michel Temer por todas as sujeiras do país. É necessário entender sobre política, pois política é tudo. É o que comemos e porque comemos, é porque há tantas pessoas esbanjando dinheiro e tantas outras passando necessidades. É necessário entender que a corrupção não é apenas quem rouba 1 milhão de cofres públicos, é quem também leva 1 real de vantagem em qualquer esquina, é apenas a dimensão da oportunidade. A alienação é o grande problema das pessoas atualmente. Precisamos conhecer e ler um pouco mais sobre política, para entendermos o que realmente está acontecendo em nosso país.

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Texto 03 – Victória Rocha Silva Evangelista – 1º C

Nesse momento de crises em nosso país, o mais importante a se fazer é nos distanciarmos do analfabetismo político. O analfabeto político é aquele que não sabe, não procura saber e não se interessa pelos acontecimentos políticos no Brasil, e isso é justamente o oposto do que devemos fazer, pois a partir daí que a corrupção se favorece, a partir da ignorância da população que os ‘’políticos’’ conseguem enganar e manipular, omitindo informações e nos desfazendo dos nossos direitos, direitos esses que pela falta de interesse do analfabeto político ele nem sequer conhece, então como reivindicar algo que não se sabe da existência?

Lutar pelos direitos é um direito nosso, mas a acomodação por não saber o que se passa é tão grande que eles não se movem, e é essa inércia do povo perante a corrupção política, junto com o descaso dos Poderes do Estado que estão afundando o Brasil.

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Texto 04 – Lorena Copque – 1º A

Vivemos em uma sociedade onde frequentemente ouvimos pessoas falando “eu odeio política”. Pessoas que na verdade nem sabem o que realmente é política. Essas pessoas não ouvem, não falam, não sabem opinar e nem sabem que o preço do feijão, do arroz e do café dependem, entre outros fatores, da política. Ser um analfabeto político é ser tão burro ao ponto de não saber o que está acontecendo na nossa sociedade e querer julgar os erros que vem se propagando nela.

Não podemos julgar algo que não conhecemos ou não participamos. Ser político não é somente fazer parte de um partido. Devemos estar por dentro dos acontecimentos atuais, exercer a função de cidadãos, saber opinar e não deixar que a nossa sociedade seja governada por pessoas inferiores por causa da nossa incapacidade e falta de participação na política.

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Texto 05 – Franciely Gomes – 1º A

O conceito de “analfabeto político” se dá àquelas pessoas que não sabem ou não entendem o verdadeiro significado de política e, acabam dizendo de boca cheia e com o peito estufado: “EU ODEIO POLÍTICA!”. Confesso que, assim como a maioria dos brasileiros, já fiz parte da classe de “analfabetos políticos”. Na minha concepção, a política só girava em torno de todas aquelas eleições, todos aqueles partidos e, os péssimos governantes do nosso país. A política não está ligada a apenas isso, ela faz parte de tudo que nos engloba e a estamos  praticando constantemente. Acho uma enorme tolice culparmos tanto os governantes, já que não fazemos nada para mudar esta crise que abrange o nosso país e não conseguimos pôr em prática a verdadeira política. Precisamos agir mais, questionar, estudar, ser honestos e, acima de tudo, lutar pelos nossos direitos, mas lutar de verdade, não apenas com protestos. Fazendo todos os dias o nosso país um lugar melhor, pois quem comanda ele somos nós.

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Texto 06 – Haira Labres – 1º C

Nós, como povo, temos que participar das decisões políticas, tudo depende delas, desde o aumento nos alimentos até o aumento dos impostos. Atualmente, estamos passando por uma crise devastadora, e se nós simplesmente aceitarmos, ou pior, ignorarmos, não iremos pra frente nunca, já passou da hora do nosso povo mostrar sua presença, fazer suas escolhas e cobrar seus direitos. Não participar nas decisões políticas é aceitar simplesmente qualquer pessoa no poder, e é dessa falta de interesse que nasce o político corrupto, vigarista. Nós, como povo, temos que mostrar que temos influência, que estamos aqui e eles têm que nos ouvir, cobrar os nossos direitos, participar da política e acabar de vez com o “analfabetismo político”.

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Texto 07 – Mariana Garrido – 1° ano B

Na verdade, não é apenas em momentos de crise política e econômica que nós devemos nos posicionar enquanto cidadãos brasileiros. A mudança começa quando nós temos interesse em saber sobre aquele político que na propaganda eleitoral passa imagem de “bom moço”, mas está com a ficha suja. Ou aquele político que antes das eleições promete beneficiar a Dona Maria, mas no Senado é contra os direitos trabalhistas. E assim começa a alienação, e o pior, o analfabetismo político. Pessoas ignorantes, hipócritas, que não fazem questão de se posicionarem como cidadãos, mas cobram dos políticos, e ainda banalizam quem vai à luta nas ruas. Enquanto houver analfabetismo político, haverá corrupção ou instabilidade política no Brasil.

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Texto 08 – Daniel Preza – 1º B

Estamos passando por uma grave crise, e ela não acabará tão cedo.É como aquele programa de televisão que você odeia,pode demorar séculos para terminar.

Não é como se o povo não pudesse ajudar, afinal, parte da população se encontra até mesmo alheia à situação atual de nosso país. São os verdadeiros “analfabetos políticos”. Eles fazem absolutamente nada a respeito da crise, e só conseguem espernear-se e colocar a culpa no governo, como verdadeiras crianças.

O pior disso tudo é que essas pessoas são as mesmas que elegem tais governos corruptos, vendendo seus preciosos votos apenas para ganhar uma mesada (esmola, diga-se de passagem).Ignorar ou fazer descaso do seu direito de voto é ridículo,estúpido.Se quiser que a situação melhore,levante-se e manifeste-se.Seu direito de votar foi conquistado pelo sangue de muitos,então o valorize,afinal,política é poder,e você pode mudá-la com seu voto.

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Texto 09 – Ana Clara Lago – 1º D

Ao se aprofundar no assunto e nas questões de “Política e Poder”, é possível observar os erros presentes nas nossas conversas, nos nossos pensamentos e, principalmente em nossos atos; Refletir sobre os problemas do país nos leva a isso. As pessoas estão sempre colocando a culpa nos governantes e elas não estão erradas, já que eles são responsáveis pelo que acontece no país. O problema é: todos eles são brasileiros, pertencentes a uma mesma cultura, sendo substituídos de época em época por uma nova geração. Os jovens brasileiros de hoje serão os políticos de amanhã e isso é um motivo de preocupação. A corrupção está presente no modo de viver do brasileiro, nas ações mais simples, como furar a fila, baixar músicas de maneira ilegal, ou o que seja. É inevitável. Afastar-se do que é ser político só fortalece esse ciclo da manipulação sobre nós mesmos.

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Texto 10 – Matheus Sampaio – 1º D

Bom, se ”alfabetizar politicamente” nesse tempo de instabilidade política é algo de extrema importância, visto que precisamos ir à luta, em prol dos nossos direitos sociais e econômicos, e, para isso, precisamos de um discurso forte, estar por dentro de toda essa rede de influências chamada política. Se nós cidadãos brasileiros, não nos politizarmos, pensando que ser político é usar terno e gravata e ”morar” no Congresso, o poder sempre vai perdurar na mão dos ”verdadeiros políticos”. Nós, a população, temos que exercer poder político, para enfraquecer essa corja imunda que está no poder. O poder somos nós e sempre será. Agora precisamos urgente ser mais políticos para exercer esse poder.

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SDB 2017 – Textos de aluno(a)s da AV 1

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ideologias FANTÁSTICA

A imagem acima foi utilizada na avaliação parcial do 1º trimestre e solicitado que fosse analisada, rendeu bons textos, a exemplo dos que compartilho abaixo.

 

Texto 01 – Gabriela Moura – 3º A

Cristianismo, Judaísmo, Nazismo. Seja qual for o grupo social ao qual alguém participa, detém de características fundamentalistas. No contexto social vivido hoje pela sociedade, a presença de dúvidas e abstinência de ideias é algo evidente. Esta fragilidade possibilita aos líderes religiosos ou governamentais, induzirem as escolhas de pessoas que se encontram neste estado.

A análise da imagem nos permite ter uma visão ampla dos acontecimentos. Cada cidadão que segura um prato representa ou pode representar duas ocasiões. A primeira é a parte da sociedade que não possui ideais e está à procura de um, precedente a isso o homem que distribui a “sopa” representa os líderes que procuram oferecer a estas pessoas o que elas necessitam, iludindo os sentimentos de liberdade.A segunda ocasião pode representar também a parte já contida nestes grupos, mas que são alimentadas apenas por visões passadas a elas, ou seja impostas, não dando espaço para seus pensamentos ou diversidade de conceitos, pois foram educados desta forma.

Em suma, o texto não verbal representa o ciclo e como funciona o Fundamentalismo em inúmeros grupos sociais.

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Texto 02 – Lucas Dias – 3º B

O fundamentalismo se apropria da retórica e da falta de discernimento de boa parte da população para “vender” um discurso de verdade absoluta, usando, no caso das religiões, o nome de Deus. Os respectivos pratos vazios na imagem  representam a falta de rumo para a população decidir sobre seu posicionamento. Por exemplo, assim como um prato é enchido apenas por elementos do cristianismo, como a imagem sugere, faltará entendimento das outras realidades. Da mesma forma que, se um prato contiver apenas carne, faltará Ferro e Vitamina K, e se o prato tiver apenas feijão, faltarão proteínas e carboidratos. Portanto, precisa-se experimentar cada um destes pratos (ou seja, experienciar as variadas realidades) antes de tirar conclusões, ou posicionamentos precipitados. Assim como um prato com alimentos variados irá suprir as necessidades vitamínicas, proteicas, etc. de um ser humano qualquer. Precisa-se conhecer e discernir antes de avaliar.

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Sobre o PL da Terceirização

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Entenda o projeto de lei da terceirização para todas as atividades

Texto foi aprovado pela Câmara dos Deputados nesta quarta-feira (22) e vai para a sanção do presidente Michel Temer.

Pessoas formam fila em agência de empregos em Brasília. (Foto: REUTERS/Ueslei Marcelino)

 

Nesta quarta-feira (22), a Câmara dos Deputados aprovou o texto-base do projeto de lei que autoriza o trabalho terceirizado de forma irrestrita para qualquer tipo de atividade. O projeto seguirá agora para sanção presidencial.

O professor de direito do trabalho Gleibe Pretti participou de um programa ao vivo do G1 e respondeu às perguntas dos internautas sobre o projeto de lei da terceirização. Veja abaixo:

Enviada ao Congresso pelo governo Fernando Henrique Cardoso em 1998, a proposta já havia sido aprovada pela Câmara e, ao passar pelo Senado, sofreu alterações. De volta à Câmara, o texto aguardava desde 2002 pela análise final dos deputados.

Em 2015, a Câmara aprovou um outro projeto, com o mesmo teor, durante a gestão do ex-presidente da Casa Eduardo Cunha (PMDB-RJ). O texto foi enviado para análise do Senado, mas ainda não foi votado.

Veja abaixo perguntas e respostas sobre a terceirização

O que é?

Na terceirização, uma empresa prestadora de serviços é contratada por outra empresa para realizar serviços determinados e específicos. A prestadora de serviços emprega e paga o trabalho realizado pelos funcionários. Não há vínculo empregatício entre a empresa contratante e os trabalhadores das empresas prestadoras de serviços.

Como é hoje?

Hoje, não há legislação específica sobre terceirização. No entanto, existe um conjunto de decisões da Justiça – chamado de súmula – que serve como referência. Nesse caso, essa súmula determina que a terceirização no Brasil só é permitida nas atividades-meio, também chamadas de atividades secundárias das empresas.

Auxiliares de limpeza e técnicos de informática, por exemplo, trabalham em empresas de diversos ramos. Por isso, suas ocupações podem ser consideradas como atividades-meio, ou seja, não são as vagas principais da empresa.

Como deverá ficar?

Se a lei for sancionada pelo presidente Michel Temer, haverá permissão para terceirização de qualquer atividade.

Uma escola, por exemplo, poderá contratar de uma empresa terceirizada tanto faxineiros e porteiros (atividades-meio) quanto professores, que são essenciais para dar aulas (atividades-fim).

Quem vai contratar os funcionários e pagar os salários?

O trabalhador será funcionário da empresa terceirizada que o contratou. Ela que fará a seleção e que pagará o salário. Por exemplo, uma fábrica de doces contrata uma empresa terceirizada que presta serviço de limpeza. Os auxiliares de limpeza, nesse caso, serão funcionários da empresa terceirizada, que os contratou, não da fábrica de doces.

Existe algum vínculo de emprego entre a empresa que contratou os serviços da terceirizada e os funcionários da terceirizada?

O projeto aprovado pela Câmara não prevê vínculo de emprego entre a empresa que contratou o serviço terceirizado e os trabalhadores que prestam serviço. Por exemplo, um garçom terceirizado não terá vínculo de emprego com o restaurante onde trabalha. Seu vínculo será com a empresa terceirizada que o contratou para prestar esse tipo de serviço.

Caso os trabalhadores terceirizados fiquem sem receber e procurem a Justiça, qual das empresas vai ter que pagar?

O texto aprovado prevê que a empresa que contratou o funcionário é responsável pelo pagamento. O processo corre na Justiça do Trabalho como qualquer outro. No entanto, se a terceirizada for condenada pela Justiça a pagar e não tiver mais dinheiro nem bens, a empresa que contratou seus serviços será acionada.

E as contribuições previdenciárias?

De acordo com texto aprovado, as contribuições ao INSS deverão seguir uma regra já determinada em lei. A empresa que contrata a terceirizada recolhe 11% do salário dos funcionários. Depois, ela desconta do valor a pagar à empresa de terceirização contratada.

Como ficam as condições de trabalho dos terceirizados?

É facultativo garantir aos terceirizados o mesmo atendimento médico e ambulatorial destinado aos empregados da contratante, assim como o acesso ao refeitório. Já as mesmas condições de segurança são obrigatórias.

Há alguma mudança para os trabalhadores temporários?

Nesta quarta-feira, também foi aprovada ampliação do tempo em que o trabalhador temporário pode ficar na mesma empresa. De três meses, o prazo foi ampliado para seis meses. Além desse prazo inicial, poderá haver uma prorrogação por mais 90 dias.

Na prática, a extensão do prazo de contratação de trabalhador temporário para nove meses já estava valendo por meio de portaria do governo de 2014. No entanto, após a sanção desse projeto de lei aprovado na quarta-feira pela Câmara, o novo prazo vira lei.

Qual é a avaliação que fazem da aprovação da terceirização?

Críticos da proposta enxergam na possibilidade de terceirização da atividade-fim uma abertura generalizada que precarizará uma modalidade de trabalho já fragilizada.

Favoráveis ao texto, no entanto, afirmam que a regulamentação trará segurança jurídica e terá resultados na geração de emprego, razão pela qual o tema ganhou o interesse do Palácio do Planalto.

Fonte: http://g1.globo.com/economia/noticia/entenda-o-projeto-de-lei-da-terceirizacao-para-todas-as-atividades.ghtml?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=g1

Articulação Área de Humanas – 2017

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Proposta de estudo:

 A avaliação em História na escola

Publicado em Ensino de História Por Joelza Em 20 de maio de 2015

 

Falar em avaliação é pensar em prova e na sua elaboração: lista de perguntas e testes sobre o conteúdo trabalhado, valendo “pontos” que, somados, compõem a nota final. Conhecemos esse modelo de prova e fazemos uso dele como instrumento de poder para controlar a disciplina dos alunos.  Quem já não ameaçou a turma dizendo “Olha lá, a prova está chegando”, “Se não prestarem atenção, a prova vai ser mais difícil”, “Vou fazer uma prova relâmpago”, “Vou tirar dois pontos” e outros terrores? É a famigerada avaliação calcada no lema “Prova para reprovar”.

Os pais, por sua vez, entram neste jogo e pressionam os professores a ministrarem conteúdos e provas visando o Enem e os vestibulares. A escola passa a viver em função de provas e exames, de medição objetiva de resultados e do rendimento escolar (entendido como quantidade de informações adquiridas). É a “pedagogia da prova” em oposição à pedagogia do ensino-aprendizagem e da produção do conhecimento que envolve aluno-professor.

Subverte-se assim, o processo educacional colocando a prova como ponto de partida e objetivo final o que deveria ser apenas uma parada para ajustar ou refazer o projeto de ensino-aprendizagem. A prova e o exame tornaram-se uma prática ameaçadora e autoritária que dita conteúdos e metodologias e, pior, excludente pois ignora diferenças de interesses e ritmos de aprendizagem.

A nota da prova é vista, assim, como resultado do desempenho individual do aluno: se alta, é porque ele estudou; se baixa, é porque não estudou ou não prestou atenção nas aulas. É um modelo de avaliação sentencioso e punitivo que não serve para o aluno tomar consciência de seu próprio aprendizado, saber o que está faltando ou não foi bem compreendido.

Vamos reverter essa prática viciosa e pensar na avaliação como instrumento que mede o processo educacional em si, e não somente o resultado quantitativo do ensino. Entender a avaliação como uma oportunidade para rever nossas práticas cotidianas em sala de aula, diagnosticar como o aluno está, ajudá-lo a superar suas dificuldades ou estimulá-lo ir além.

 

Avaliando em História: o quê e para quê?

 

Pensar na avaliação em História é refletir, em primeiro lugar, sobre as funções do próprio ensino de História. Ter claro para que serve este ensino permite direcionar o quê deve ser avaliado na disciplina de História. O tema é amplo e possui uma extensa bibliografia especializada, mas, de maneira geral, todos concordam que o ensino de História se propõe a:

 

 Transmitir uma memória coletiva revista e ampliada a cada geração. Isso significa que a disciplina além de contemplar o saber acadêmico deve, também, levar em conta a memória dos grupos (em geral transmitida oralmente) e os fatos construídos e veiculados pelos meios de comunicação. Como fazer isso: trabalhando com o aluno as diferentes interpretações sobre o passado.

Compreender a história em suas múltiplas temporalidades, isto é, considerar outras experiências históricas no passado e no presente. Como fazer isso: estabelecendo a oposição passado/presente e identificando as relações entre aquilo que permanece e aquilo que muda e percebendo a simultaneidade de sociedades diferentes que habitam o planeta.

Compreender as múltiplas causas entrelaçadas de uma situação levando o aluno perceber a relação existente entre sua vida e os acontecimentos do passado e do presente. Para isso, cabe ao professor desconstruir explicações simplificadas, lineares ou deterministas da História.

Contribuir para a formação ética e política do cidadão. O professor deve nortear seu fazer pedagógico na pergunta: que atitudes eu quero construir no aluno com esse tema de História? Para isso, a aula deve abrir espaço para combater o racismo, o preconceito e a intolerância, trabalhar a superação das desigualdades, a defesa dos direitos, a consciência dos deveres e a responsabilidade do viver em sociedade.

São esses objetivos que norteiam a avaliação em História. Assim direcionada, a avaliação deixa de ser uma mera cobrança do conteúdo trabalhado para se tornar um instrumento que permite detectar de que forma o saber histórico foi apropriado pelo aluno, que reflexões gerou e que operações intelectuais desenvolveu.

  • As operações intelectuais não se limitam às habilidades de pensamento, isto é, às ações do intelecto de identificar, observar, comparar, relacionar, generalizar, sintetizar, conceituar, definir etc., tão presentes nos exercícios propostos nos manuais didáticos. É preciso atentar, também, para outras operações intelectuais importantes no aprendizado de História que são as habilidades de trabalho com fontes e de expressão e comunicação.
  • As habilidades de trabalho com fontesreferem-se ao domínio de técnicas particulares para manuseio de fontes (documentos, imagens, mapas, gráficos, tabelas e outros) a fim de extrair e processar informações. Essas técnicas possibilitam ao aluno desenvolver a capacidade de organização do estudo. São elas: tomar nota, localizar e selecionar informações, elaborar fichas, resumos, gráficos, tabelas, mapas, quadros sinóticos, cronológicos ou comparativos.
  • As habilidades de expressão e comunicaçãodizem respeito à linguagem escrita, oral e gráfica que permitem expressar o pensamento, favorecendo a construção e reconstrução do conhecimento. São elas: produzir textos, expor oralmente, descrever, relatar, narrar, explicar, justificar, construir esquemas e mapas conceituais.

O desenvolvimento dessas habilidades não se realiza separadamente. Ao contrário, elas interagem, complementam-se e tornam-se gradativamente mais complexas conforme o grupo etário e o desenvolvimento cognitivo do aluno. Devem, portanto, ser constantemente exercitadas e avaliadas durante toda vida escolar.

Sugestões de avaliação em História

 

 

Já faz parte da cultura escolar considerar a prova como um recurso para obrigar o aluno a estudar a matéria. No caso da disciplina de História, estudar para a prova significa memorizar o conteúdo e reproduzi-lo na prova. Para quebrar esse vício, muitos professores lançam mão da “cola permitida”. Autorizam os alunos a fazerem anotações em um papel de tamanho delimitado, por exemplo, 10 cm x 10 cm. Neste espaço reduzido, o aluno pode escrever o que quiser e couber. Essa ficha é consultada durante a prova devendo ser entregue ao professor ao final desta. Evita-se, assim, que um aluno mais preguiçoso pegue emprestada a ficha de outro.

A “cola permitida” é uma estratégia interessante, pois induz o aluno a sintetizar o conteúdo, selecionando e ordenando informações. Todo esse trabalho acaba resultando em organização, compreensão e retenção do conhecimento, daí que, muitos alunos, afirmarem que nem precisaram usar a cola durante a prova. A consulta da ficha é, também, um recurso válido para acalmar e dar confiança a alunos ansiosos ou inseguros.

Ainda que a “cola permitida” seja um contraponto à memorização, a formulação da prova deve levar em conta outros elementos que possibilitem uma avaliação mais significativa do aprendizado do aluno e, também, uma avaliação do trabalho pedagógico do professor. Apresento abaixo, 8 sugestões de avaliação que promovem a reflexão e o pensamento crítico do aluno.

 

 

  1. Usar uma notícia atual

O professor apresenta um artigo ou reportagem veiculada por um jornal, revista semanal (como Veja Isto É), um programa ou noticiário de televisão que aborde um tema estudado em classe. Pode ser um informe sobre o Ramadã dos muçulmanos, a notícia de uma descoberta arqueológica, a restauração ou o atentado de monumento histórico, os debates em torno de um projeto de lei, a comemoração de um evento histórico, a notícia de um movimento de protesto, a entrega do título de terras a quilombolas etc.

Destinadas a um público não especializado, essas matérias têm um caráter informativo o que permite ao professor levantar questões em duas direções: relacionar o passado e o presente e aprofundar o que foi citado pela notícia. Pode-se pedir ao aluno, por exemplo, para reescrever a notícia esclarecendo o que estava superficial, complementando e aprofundando o assunto com o que ele aprendeu na aula.

  1. Criar uma entrevista com um personagem histórico

A partir de um texto biográfico, real ou fictício, mas sempre relacionado à temática histórica estudada, pedir ao aluno para formular perguntas ao biografado. Trata-se de um desafio a partir da pergunta: “Se você pudesse viajar no tempo e entrevistar fulano, o que você perguntaria sobre tal acontecimento?”

O aluno deve ser orientado sobre o tipo de pergunta que pode ou não fazer – critérios que, naturalmente, devem respeitar a idade e o desenvolvimento cognitivo do aluno. Espera-se, por exemplo, que um aluno do 9º ano formule perguntas mais elaboradas do que o do 6º ano.

  1. Usar documento histórico

O uso de documentos é prática comum no ensino de História mas nem sempre é feito de forma significativa. O documento não deve, por exemplo, servir de ilustração do passado ou prova da verdade, mas instigar questões que promovam uma pedagogia da descoberta.

Uma sugestão é confrontar 2 ou 3 documentos (escrito, visual e gráfico, por exemplo) que levem o aluno a identificar, comparar e relacionar as informações observando concordâncias, contradições, complementos ou lacunas entre eles. A partir daí o aluno deve responder uma questão que leve à construção de um texto que analisa e avalia os documentos apresentados.

  1. Elaborar perguntas para um texto

A partir de um texto com 3 ou 5 parágrafos curtos, solicitar aos alunos elaborarem um determinado número de perguntas. O professor marca um tempo para essa tarefa (20 minutos, por exemplo) e, em seguida recolhe as provas e as redistribui solicitando que os alunos respondam as perguntas feitas pelos colegas, usando o texto.

A dificuldade do aluno em entender a pergunta do colega ou em encontrar a resposta correta no texto servirá de parâmetro ao professor para avaliar o trabalho.

É importante orientar a turma sobre o tipo de pergunta que o aluno deve construir e esclarecer que a avaliação levará em conta a clareza e pertinência da pergunta. Construir perguntas exige operações intelectuais e é um bom indicador de avaliação da aprendizagem.

 

  1. Sintetizar um texto em esquema ou em tópicos

Extrair ideias centrais, relacionar elementos e sintetizar são habilidades avaliadas neste tipo de atividade. A partir de um texto, o aluno deve elaborar um esquema (mapa mental ou conceitual) ou uma síntese em tópicos. Para alunos do Fundamental II sugere-se um texto descritivo de um fato histórico (as etapas da Revolução Francesa, os antecedentes da independência do Brasil por exemplo). Para o Ensino Médio, pode-se aplicar um texto mais conceitual que exige domínio de conceitos históricos.

O professor deve esclarecer que não se trata de um resumo. Convém trabalhar esse tipo de atividade em aulas anteriores para que os alunos tenham referência do que se espera que façam.

  1. Reescrever o teste

Essa é uma avaliação que, a princípio parece fácil mas, na verdade, exige dos alunos muito conhecimento da matéria. A prova é composta de testes de múltipla escolha em que o aluno deve, inicialmente, identificar a alternativa correta. Em seguida, ele deve explicar, corrigir e reescrever as demais alternativas e é neste momento que ele vai precisar demonstrar sua aprendizagem e associar seus argumentos espontâneos aos conteúdos trabalhados.

Este tipo de avaliação é demorado e, por isso, sugere-se a aplicação de, no máximo, 5 testes com 5 alternativas cada o que significa, ao final, 20 frases para serem avaliadas, corrigidas e reelaboradas.

  1. Revolver um problema, com consulta

A proposta aqui é avaliar a partir de um problema que leve o aluno a questionar, a problematizar a realidade que nos cerca. A partir de uma questão-problema, que pode estar sob a forma de um pequeno texto, o aluno deve encontrar respostas que mobilizem o conhecimento aprendido e o induz a pesquisar na bibliografia disponibilizada pelo professor. Importante é gerar uma reflexão e contribuir para que os alunos sejam conduzidos de forma mais ou menos autônoma a uma operação intelectual.

A bibliografia para consulta pode incluir o livro didático, mas o trabalho será mais proveitoso se o professor levar para classe obras de referência. Neste caso, os dicionários e enciclopédias temáticas serão de grande valia. Sugestão:

  • AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. Dicionário de nomes, termos e conceitos históricos. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1999.
  • BITTENCOURT, Circe (org.).Dicionário de datas da História do Brasil. São Paulo: Contexto, 2007.
  • BURGUIÈRE, André.Dicionário das Ciências Históricas. Rio de Janeiro: Imago, 1993.
  • ELIADE, Mircea e COULIANO, Ioan P.Dicionário das religiões. São Paulo: Martins Fontes, 1995.
  • GRIMAL, Pierre.Dicionário de mitologia grega e romana. Rio de Janeiro: Bretrand Brasil 1993.
  • GUIMARÃES, Ruth.Dicionário da mitologia grega. São Paulo: Cultrix, 1995.
  • LOPES, Nei (org.)Enciclopédia Brasileira da Diáspora Africana. São Paulo: Selo Negro, 2004.
  • SCHUMAHER, Schuma e BRAZIL, Érico Vital (orgs).Dicionário Mulheres do Brasil. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2000.
  • SILVA, K. Vanderlei e SILVA, M. Henrique.Dicionário de conceitos históricos. São Paulo: Contexto, 2005.
  • VAINFAS, Ronaldo e BASTOS, Lucia (org.).Dicionário do Brasil Joanino (1808-1821). Rio de Janeiro: Objetiva, 2008.
  • Dicionário do Brasil colonial (1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
  • Dicionário do Brasil imperial (1822-1889). Rio de Janeiro: Objetiva, 2002.

 

Os Estados Unidos no século XIX: slides, textos e vídeos

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Slides: Estados Unidos no século XIX

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Texto 01 – O que foi a Ku Klux Klan? Ela ainda existe?

http://mundoestranho.abril.com.br/materia/o-que-foi-a-ku-klux-klan-ela-ainda-existe

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Texto 02 – O nascimento de uma nação – Rodado em 1914, filme sobre a Guerra Civil dos EUA é polêmico ainda hoje. Longa-metragem é um marco da história do cinema mundial e interpreta a criação da Ku Klux Klan como a verdadeira vitória do conflito que matou mais de 600 mil americanos.

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/cine-historia/o-nascimento-de-uma-nacao

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Texto 03: O que significa o Símbolo da KKK?

http://desvendando-kkk.blogspot.com.br/2009/08/o-simbolo-da-ku-klux-klan.html

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Texto 04 – Panamá – Canal do Panamá

http://www1.folha.uol.com.br/folha/turismo/americacentral/panama-canal.shtml

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Vídeos:

Ku-Klux-Klan – 15 min
Ku – Klux – Klan – 4 min 40
Ku – Klux – Klan – Documentário – 1h 28 min
O Canal do Panamá – 12 min
O Canal do Panamá – 27 min
Área de anexos

Imagens:

canal 6

 

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Estado Islâmico: texto e vídeos

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EI Atualidades

Vídeos:

O Estado Islâmico Pode Fazer um Novo 11 de Setembro?  – 4 min
 
Origem e Ambições do grupo radical Estado Islâmico – Fantástico – 11  min
Área de anexos

Visualizar o vídeo O Estado Islâmico Pode Fazer um Novo 11 de Setembro? | 5 Vídeos Absurdos do YouTube

O Estado Islâmico Pode Fazer um Novo 11 de Setembro? | 5 Vídeos Absurdos

Visualizar o vídeo Origem e Ambições do grupo radical Estado Islâmico – Fantástico do YouTube

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O Estado Islâmico – Maratona de Atualidades – 18 min
 
Globo News – Conheça o Estado Islâmico – Parte 01 – 18 min
 
Globo News – Conheça o Estado Islâmico – Parte 02 – 19 min
 
Globo News – Conheça o Estado Islâmico – Parte 03 – 15 min