Argentina: a próxima Venezuela?!

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A crise econômica da Argentina em 6 gráficos

  • 11 setembro 2018
Peso argentinoDireito de imagemGETTY IMAGES
Image captionO peso argentino sofreu forte desvalorização nos últimos meses

Argentina está enfrentando mais uma vez uma crise econômica, com forte desvalorização de sua moeda e inflação crescente.

Fundo Monetário Internacional (FMI) concedeu um empréstimo emergencial para o país em junho. A trajetória dos indicadores econômicos, contudo, cada vez mais desenha um cenário de recessão.

Tudo isso acontece em meio a um governo que tomou posse, em dezembro de 2015, visto pelo mercado financeiro como uma nova esperança para a Argentina.

Durante sua campanha, o presidente Mauricio Macri defendeu uma política econômica voltada para o mercado, que daria estabilidade ao país e pavimentaria o caminho para reverter um século de desempenho frustrante.

A BBC analisou seis fatores que ajudaram a impulsionar a crise argentina.

Desvalorização do peso

Tem sido um ano sombrio para a economia argentina e para o peso.

As moedas de praticamente todos os países emergentes têm perdido valor em relação ao dólar no decorrer dos últimos meses, devido ao aumento das taxas de juros nos Estados Unidos.

Isso porque o aperto na política monetária americana torna os títulos públicos do país – que estão entre os mais seguros do mundo – mais lucrativos e estimula investidores em busca de maior retorno e menor risco a transferirem seus recursos para lá.

O peso, contudo, teve queda maior do que qualquer outra moeda neste ano.

Gráfico: A queda das moedas nos mercados emergentes

Histórico com FMI

Mais uma vez, a Argentina recorreu ao FMI (Fundo Monetário Internacional) para pedir ajuda financeira em meio à crise.

A instituição concordou em emprestar ao país um total de US$ 50 bilhões.

Acionar a organização é um movimento polêmico, especialmente na Argentina – país com um histórico de pedidos de auxílio que remonta ao fim dos anos 1950.

Historicamente, o apoio financeiro vem condicionado à adoção de medidas de austeridade impopulares. Muitos argentinos culparam o FMI por outra grande crise, em 2001.

Gráfico - FMI e Argentina: um longo histórico de empréstimos

Finanças públicas desequilibradas

A perda de confiança entre os investidores internacionais reflete as preocupações sobre se o governo vai conseguir cumprir o cronograma de pagamentos da dívida e levantar os recursos necessários para financiar seus gastos.

Gráfico: empréstimos líquidos gerais do governo

Quando o presidente Macri assumiu o cargo, no fim de 2015, o déficit nas finanças do governo – quanto gasta a mais do que arrecada – era grande. Ele queria reduzi-lo, mas adotou uma abordagem gradual para a reforma econômica.

Há também um déficit crescente no comércio exterior do país – a rigor, em sua conta corrente, que inclui, além da balança comercial, a balança de serviços e rubricas como as transferências de dividendos empresariais para suas unidades em outros países.

Esse saldo negativo precisa ser financiado por empréstimos ou investimentos estrangeiros, o que é cada vez mais desafiador em um momento em que as taxas de juros dos EUA estão subindo.

Gráfico: Saldo da conta corrente

O déficit se aprofundou neste ano, deixando a Argentina mais suscetível a qualquer fator que possa deixar os investidores mais propensos a retirar seu dinheiro do país.

Inflação galopante

A inflação persistente, que atingiu 30% recentemente, é outro componente da crise na Argentina. A taxa é uma das mais altas do mundo, embora não seja excepcional na história do país.

A inflação ficou relativamente moderada na primeira década dos anos 2000, mas voltou a subir depois disso.

Esse foi um período em que a economia cresceu de forma mais expressiva, especialmente na saída da crise de 2001-2002.

Depois disso, o desempenho do PIB (Produto Interno Bruto Mas) foi irregular e, mais recentemente, frustrante.

Gráfico - PIB e inflação da Argentina

Há cem anos, a Argentina era mais rica do que muitos países da Europa Ocidental, quando considerado o per capita. Atualmente, tem menos da metade dos índices da França, Alemanha e Reino Unido.

Esse movimento de decadência foi descrito como “uma das histórias mais intrigantes dos anais da história econômica moderna”.

Aumento das taxas de juros

O Banco Central aumentou de forma acentuada as taxas de juros, em um esforço para estabilizar o peso e controlar a inflação.

No último dia 30 de agosto, elevou a alíquota de 45% para 60%.

Gráfico - Taxa de juros da Argentina

Isso é altamente penoso para consumidores e empresas que querem ou precisam pedir dinheiro emprestado.

Mesmo que o socorro financeiro do FMI e as reformas do governo funcionem, parece que a Argentina está, novamente, em um momento turbulento, à medida que busca encontrar um caminho em meio a outra crise econômica.

 

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-45470709

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Eleições Presidenciais nos Estados Unidos: vídeo, infográficos e textos.

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Direto do Ospyciu

Vídeo:

Eleições nos EUA | Nerdologia – 8 min

Infográfico 1 – eleições-presidenciais-americanas-1

Fonte:

http://www.politize.com.br/infografico-as-eleicoes-presidenciais-dos-eua-em-10-passos/

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Infográfico 2 –

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Infográfico 3 – http://www.estadao.com.br/infograficos/o-sistema-eleitoral-norte-americano,internacional,321392

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Tentamos resumir o funcionamento das eleições nos EUA em 15 passos

10/02/201616h00

do BOL
Se você acha complicado o sistema eleitoral brasileiro, prepare-se para conhecer a regra do jogo nos Estados Unidos.
Em novembro deste ano, os norte-americanos vão escolher o sucessor de Barack Obama através de eleições indiretas.
Reprodução/Playbuzz
Reprodução/Playbuzz

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Gigantes e nanicos

Os EUA têm 75 partidos políticos. Destes, seis apresentam candidatos à presidência, mas só dois se destacam – o Republicano e o Democrata. Eventualmente, algum candidato sem partido também ganha espaço na mídia
Reprodução/Slate
Reprodução/Slate

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Vai quem quer

O voto é facultativo nos Estados Unidos. Com isso, os candidatos têm de convencer os eleitores…

Ver o post original 470 mais palavras

ATUALIDADES – Sobre Eleições e o Sistema Eleitoral brasileiro: vídeos.

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Sistema Eleitoral Brasileiro – Eleições Majotirárias e Eleições Proporcionais – 5 min

 

⚖️ 📽️ Documentário História das eleições no Brasil – 30 min

 

Entenda como funciona o processo eleitoral brasileiro – 2 min

 

Entenda as regras das eleições de 2018 no Brasil – 3 min

 

Por que as pesquisas erram tanto? Como enganar com os números | Nerdologia

 – 9 min
 

Os 13 candidatos à Presidência da República – 9 min

 

Como é feita a pesquisa de intenção de votos? – 1 min

 

Cuidado com as pesquisas eleitorais – 2 min

 

Entenda como são feitas as pesquisas de intenção de votos – 2 min

 

Entenda como o Datafolha faz a pesquisa eleitoral – 2 min

 

TSE muda regras sobre pesquisas eleitorais – 6 min

 

QUEM VENCERÁ AS ELEIÇÕES DE 2018 | LUIZ HANNS – 8 min

 

Para rir um pouco: viva a democracia!

candidatos engraçados – CANDIDATOS A DEP FEDERAL 2018 – CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA 2018 – 3 min

 

CANDIDATOS ENGRAÇADOS – 5min

 

NOMES DE CANDIDATOS FORA DE SÉRIE OU FORA DA CASINHA ! – 4min

Área de anexos

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Sistema Eleitoral Brasileiro – Eleições Majotirárias e Eleições Proporcionais

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⚖️ 📽️ Documentário História das eleições no Brasil

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Entenda como funciona o processo eleitoral brasileiro

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Entenda as regras das eleições de 2018 no Brasil

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Por que as pesquisas erram tanto? Como enganar com os números | Nerdologia

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Os 13 candidatos à Presidência da República

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Como é feita a pesquisa de intenção de votos?

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Cuidado com as pesquisas eleitorais

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Entenda como são feitas as pesquisas de intenção de votos –

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Entenda como o Datafolha faz a pesquisa eleitoral

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TSE muda regras sobre pesquisas eleitorais

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QUEM VENCERÁ AS ELEIÇÕES DE 2018 | LUIZ HANNS

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candidatos engraçados – CANDIDATOS A DEP FEDERAL 2018 – CANDIDATOS A PRESIDÊNCIA 2018

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CANDIDATOS ENGRAÇADOS

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ATUALIDADES – Sobre o momento político brasileiro: texto e vídeos.

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4 momentos em que a violência contra políticos marcou os rumos do Brasil

  • 7 setembro 2018
Posse do presidente Costa e SilvaDireito de imagemARQUIVO/AGÊNCIA SENADO
Image captionPosse de Costa e Silva, após eleições indiretas, pouco mais de dois meses depois do atentado

O ataque contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) não tem precedentes na história recente do país, mas a violência contra políticos marcou diversos períodos da História da República e influenciou os rumos de momentos marcantes da vida política.

Do crime passional que matou João Pessoa, candidato a vice-presidente de Getúlio Vargas, em 1930, e virou estopim para a Revolução de 1930, ao atentado contra o jornalista Carlos Lacerda, em 1954, episódios de violência política têm e tiveram forte impacto sobre a opinião pública e em diferentes épocas ajudaram a fortalecer figuras e movimentos – ou a demolir reputações.

Bolsonaro leva facadaDireito de imagemAFP/GETTY IMAGES
Image captionBolsonaro sofre atentado durante evento de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais

“Sobretudo em períodos eleitorais como o atual, a política mexe com a cabeça, mas também com a emoção”, diz o historiador e professor Américo Freire, do Centro de Pesquisa e Documentação de História Contemporânea do Brasil da Fundação Getúlio Vargas (CPDPC-FGV).

“Esses episódios ajudam a criar climas, modificar a imagem de pessoas, construir vítimas ou mártires. Todos esses elementos entram no imaginário da população e podem influenciar nas eleições”, considera.

Relembre alguns momentos marcantes da história da violência política no Brasil.

Atentado contra o terceiro presidente o Brasil

Prudente de Moraes assumiu a presidência quando a jovem República brasileira completava cinco anos, em 15 de novembro de 1894. Governou o país durante um período turbulento, que incluiu a Guerra de Canudos – que contrapôs o Exército e os integrantes do movimento popular de fundo religioso liderado por Antônio Conselheiro.

Após o massacre do arraial no sertão baiano e a proclamação de vitória da União, Prudente de Moraes participava de uma recepção a dois batalhões que retornavam de Canudos no Arsenal de Guerra, na atual Praça Mauá, quando sofreu um atentado.

Prudente de MoraesDireito de imagemPLANALTO
Image captionPrudente de Moraes governou o país durante um período turbulento que incluiu a Guerra de Canudos

O soldado Marcelino Bispo de Melo falhou em acertar o presidente e acabou atingindo o então ministro da Guerra, Marechal Bittencourt, que morreu esfaqueado em seu lugar.

O episódio levou o presidente a decretar estado de sítio, adquirindo amplos poderes para governar, e contribuiu para a ascensão da oligarquia cafeicultora na política nacional.

Assassinato de João Pessoa

Candidato à vice-presidência da República ao lado de Getúlio Vargas, o então presidente do Estado da Paraíba – cargo que equivalia ao de governador – foi morto a tiros pelo advogado João Duarte Dantas.

O crime tinha motivações pessoais com pano de fundo político. Opositor de João Pessoa, Dantas tivera seu escritório revirado pela polícia e seus documentos enviados para divulgação na imprensa local, com a anuência de João Pessoa. “O jornal A União, órgão oficial do governo estadual, publicou tudo na primeira página, inclusive cartas de amor, repletas de detalhes eróticos, trocadas entre Dantas e a jovem Anayde Beiriz, uma professora de 25 anos, bonita, solteira, poeta, fumante e feminista. O escândalo foi tremendo e Anayde, devastada, acabaria se suicidando”, relatam Lilia Schwarcz e Heloisa Starling em “Brasil: Uma Biografia”.

Para defender sua honra, Dantas invadiu a elegante confeitaria Glória, no centro de Recife, e interrompeu o chá de Pessoa com três tiros à queima-roupa. Pessoa era uma figura de prestígio político, sobrinho do ex-presidente Epitácio Pessoa, e o assassinato chocou o país.

Getúlio VargasDireito de imagemPLANALTO
Image caption‘Getúlio e sua campanha foram muito competentes em converter o assassinato em um crime político’, diz cientista política

“O assassinato tinha a ver com assuntos do coração. Mas o Getúlio e sua campanha foram muito competentes em converter o assassinato em um crime político”, diz Maria Celina D’Araújo, cientista política e professora da PUC-Rio, não descartando que algo parecido possa acontecer com o ataque a Jair Bolsonaro. “Temos um crime que muito provavelmente foi motivado por razões psiquiátricas, um fato isolado cometido por um lobo solitário, mas que pode ser reconvertido no imaginário popular como uma conspiração política”, considera.

O corpo de Pessoa foi levado de navio para o Rio, gerando ampla comoção nacional. A Aliança Liberal de Vargas – que se apresentava como oposição a Júlio Prestes, candidato que tinha forte apoio do então-presidente Washington Luís e dos poderosos cafeicultores de São Paulo – definiu o crime como político, atribuindo a culpa a aliados do presidente. O crime foi combustível para a revolta civil e militar que depôs Washington Luís e colocou Getúlio Vargas no poder, na Revolução de 1930.

Atentado a Carlos Lacerda

Conhecido como o “atentado da rua Tonelero”, referindo-se ao logradouro em Copacabana onde o jornalista Carlos Lacerda quase foi morto, no Rio, no dia 5 de agosto de 1954, a tentativa de assassinato desembocou em uma grave crise política e militar que culminou com a exigência da renúncia de Getúlio Vargas – e com o seu suicídio no dia 24 do mesmo mês.

Lacerda era inimigo frontal de Vargas. A tentativa de assassinato lhe custou um tiro no pé e tirou a vida do Major Rubens Vaz, seu segurança, agente da Aeronáutica. As investigações do episódio revelaram o envolvimento pessoal do chefe da guarda pessoal de Vargas, Gregório Fortunato, que acabou confessando ser mandante do crime.

“Se a morte do João Pessoa teve uma repercussão direta na Revolução de 1930, o atentado ao Lacerda foi fundamental para fortes mudanças na política brasileira, com Vargas se matando pouco depois”, diz Maria Celina D’Araujo.

Atentado do aeroporto dos Guararapes

No dia 25 de julho de 1966, ainda no período inicial da ditadura militar, o marechal Arthur da Costa e Silva chegou ao aeroporto do Recife, em Pernambuco, como parte da campanha presidencial que realizava à época.

Um atentado a bomba no saguão do aeroporto matou duas pessoas, feriu outras 14 e por pouco não machucou o candidato. A bomba foi colocada em uma mala abandonada no saguão, que explodiu ao ser removida por um guarda.

Posse do presidente Costa e SilvaDireito de imagemARQUIVO/AGÊNCIA SENADO
Image captionPosse de Costa e Silva, após eleições indiretas, pouco mais de dois meses depois do atentado

O jornalista Edson Régis e o vice-almirante Nelson Gomes Fernandes morreram com a explosão.

Por meio de eleições indiretas, Costa e Silva foi escolhido presidente pouco mais de dois meses após o atentado, presidindo o país de 1967 a 1969.

À época o episódio foi considerado um ataque de terroristas, mas historiadores contestam a versão oficial e consideram a possibilidade de o ataque ter sido orquestrado pelos militares para fomentar o medo entre população.

Fonte: https://www.bbc.com/portuguese/brasil-45444618

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VÍDEOS:

Discutindo política no Brasil – 1 min

 

Filósofo Mario Sergio Cortella fala sobre a atual situação política no Brasil – 1 min

 

Três perguntas em aberto deixadas pelo ataque contra Bolsonaro – 5 min

 

Leandro Karnal comenta atentado a Jair Bolsonaro – 4 min

 

Boechat comenta ataque com faca contra Bolsonaro – 5 min

 

Azevedo sobre ataque a Bolsonaro: “Esquerdas decidiram que foi uma tramoia” – 8 min

 

Mitre: Imagens do atentado serão referências de Bolsonaro – 2 min

 

José Nêumanne Pinto / Atentado a Bolsonaro é crime grave contra a democracia – 2min

 

Vinicius Torres Freire / A repercussão do atentado a Bolsonaro na economia – 2 min

 

Sobre o Sistema Político brasileiro: vídeos

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Eleições 2016 TSE – O que faz um Vereador. – 1 min
 
2 minutos para entender – O que faz um vereador – 3 min
 
2 minutos para entender – A política em 2016 – 3 min
 
2 minutos para entender – Congresso Nacional – 3 min
 
Explicando o Sistema Político Brasileiro em 6 Minutos | Fora da Caixa – 6 min
 
O Sistema Político Brasileiro – O que é isso? – S01E01 – 2 min
 
O Sistema Político Brasileiro – Legislativo –  3min
 
O Sistema Político Brasileiro – Executivo – 3 min
 
O Sistema Político Brasileiro – Judiciário – 4 min
 
O Sistema Político Brasileiro – Mas… pra que é isso mesmo? – 3 min
 
O que são os Três Poderes – 3 min
 
Por que dizem que deputado só trabalha de terça a quinta?  – 3 min
 
Como cobrar os deputados? – 3 min
 
Como o trabalho de um deputado muda a vida das pessoas? – 3 min
 
O que é CPI? | –  2 min
 
O que é a Ficha Limpa? – 2 min
 
O que é a Medida Provisória? – 44 min
 
O que é licitação?  – 3 min
 
Como funcionam os Ministérios? – 2 min
 
Por que existem os partidos políticos? – 3 min
 
Qual a diferença entre Câmara, Senado e Congresso? – 3 min
 
Voto proporcional e voto distrital –  5 min
 
Como se informar sobre política? – 3 min
 
Qual a diferença entre referendo e plebiscito? – 2 min
 
O que são Cláusulas Pétreas?  – 2 min
 
Como funciona a sucessão presidencial? – 3 min
 
Quem deve se afastar do cargo para se candidatar?  – 2 min
Área de anexos

Visualizar o vídeo Eleições 2016 TSE – O que faz um Vereador. do YouTube

Eleições 2016 TSE – O que faz um Vereador.

Visualizar o vídeo 2 minutos para entender – O que faz um vereador do YouTube

2 minutos para entender – O que faz um vereador

Visualizar o vídeo 2 minutos para entender – A política em 2016 do YouTube

2 minutos para entender – A política em 2016

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2 minutos para entender – Congresso Nacional

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Explicando o Sistema Político Brasileiro em 6 Minutos | Fora da Caixa

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O Sistema Político Brasileiro – O que é isso? – S01E01

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O Sistema Político Brasileiro – Legislativo – S01E02

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O Sistema Político Brasileiro – Executivo – S01E03

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O Sistema Político Brasileiro – Judiciário – S01E04

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O Sistema Político Brasileiro – Mas… pra que é isso mesmo?

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O que são os Três Poderes | Política Sem Mistérios, por Milton Monti

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O que é CPI? | Política Sem Mistérios, por Milton Monti

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O que é a Ficha Limpa? | Política Sem Mistérios, por Milton Monti

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Como se informar sobre política? | Política Sem Mistérios, por Milton Monti

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Sobre a “Independência” do Brasil

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 FORA D. PEDRO!

perfeito

A história factual nos faz/fez atribuir um peso excessivo às datas e aos fatos. As gerações que “aprenderam” história por esse viés tomam-lhes como sendo algo quase absoluto.

E por falar em data, eis o 7 de setembro de 1822. Esta se reveste de aparente importância por simbolizar, para muitos, o dia da independência. Ainda assim, até mesmo para as autoridades do Império, só a partir de 1860 a data passou a integrar o calendário de comemorações oficiais e até o ‘famoso’ quadro pintado por Pedro Américo só foi encomendado no final do XIX, tamanha era a ‘importância’ da data para os detentores do poder.

Veio a ‘res publica’, de cima para baixo, em outra famigerada data, 15/11/1889, sob liderança militar, a mesma sobre a qual Lima Barreto afirmara que “o povo assistiu a tudo bestializado”, e o 07/09/1822 passou a representar a mais significativa data da história brasileira. Era necessário reforçar o mito da fundação da Nação e legitimar a farsa para a posteridade. Sem contar a fabricação de um suposto herói, de um hino e coisa e tal.

O 7 de setembro é uma data cívica nacional. D. Pedro I, queiramos ou não, foi escalado como protagonista dessa ‘novela’ e esse roteiro não dá para mudar. Mas, dentro de uma visão crítica da história, o 7 de setembro deve ser lido como um ‘arranjo político’ feito exatamente para excluir a possibilidade de participação popular. Povo que, diga-se de passagem, inspirado em ideais de liberdade e em exemplos concretos de resistência (vide o haitianismo) ousava botar a cabeça do lado de fora e, por isso mesmo, assustou as elites que, sempre com o apoio militar, reprimiu, massacrou os ‘figurantes’ de então. Dom Pedro I era uma peça dessa engrenagem e não deve ser idolatrado como herói. Brecht já dizia, “infeliz é o povo que precisa de heróis”. Frase, aliás, muito atual no Brasil marcado por novas eleições, recheadas de candidatos a salvadores da pátria e humanos que se transformaram em ideias.

Separar é uma coisa, tornar-se independente já são outros quinhentos. Como disseram Fernando Brant (que Deus o tenha) e Milton Nascimento, “quem declara independência e não declara abolição, vai ver não é livre nada, apenas mudou de patrão“.

Hoje, o que veremos se não desfiles militares reforçando as tradições celebrativas? O povo assistindo a tudo ‘do mesmo jeito’ que em 1822, “participando” da festa nacional como coadjuvante, para não dizer FIGURANTE. Sem esquecer a “tradição” de muitas escolas, ainda, de fantasiar as criancinhas das séries iniciais de soldado e mandá-las para suas casas com chapeuzinhos, “fardas” e afins, tudo devidamente preparado com verdadeiro carinho pelas professoras que, sem qualquer culpa, mas, com lacunas na formação, reforçam e reproduzem a visão tradicional do ensino de história.  Esta, sim, tem tudo a ver com os desfiles que veremos hoje.

Fazendo o contraponto, teremos o já “incorporado” Grito dos Excluídos a desfilar após o rito oficial, criticando as instituições e denunciando os graves problemas por que passa a população mais carente. Movimento legítimo e necessário, embora seletivo, dependendo quem seja o “companheiro” no poder. Este ano, certamente engrossarão as suas fileiras os cidadãos e as cidadãs “lulalivristas” com seu bordão, “FOI GOLPE – LULA LIVRE!” , a reforçar a narrativa de perseguição, grande conspiração nacional contra o , hoje,”preso político”.  Nesse balaio de gato, soma-se a repercussão do atentado contra o candidato Jair Bolsonaro, em Juiz de Fora. Episódio grave para a democracia, para uns, farsa para outros, acredite. E de narrativa em narrativa, a história vai sendo construída.

Ainda bem que na Bahia, a verdadeira independência ocorreu com lutas de mulheres (Maria Felipa, por exemplo) e homens do povo que, vindo (a)s do Recôncavo, de Itaparica e redondezas, souberam retomar o controle sobre Salvador e expulsar daqui os últimos portugueses. Mas, esta história é a do 2 de julho de 1823, importante para concluir o ‘circo’ iniciado com a farsa do 7 de setembro.

Com ou sem D. Pedro, bom feriado!

Aquele abraço!

Segunda Guerra Mundial: slides, textos/mapas, vídeos e imagens

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obs. Além do que já é previsto abordar neste assunto, dou ênfase especial à participação do Brasil na Segunda Guerra Mundial, por meio do envio de mais de 25 mil brasileiros, entre eles, muitos baianos que integraram o contingente da FEB (Força Expedicionária Brasileira) nas lutas contra o nazi-fascismo no Teatro de Operações da Itália, entre 1944 e 1945.

Slides:

A Segunda Guerra Mundial slides 

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Textos/Mapas:

O melhor mapa da Segunda Guerra Mundial

Pela vida dos outros

Em toda a Europa, o antifascismo ergueu-se sob condições adversas para escrever episódios memoráveis de resistência

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/pela-vida-dos-outros

Silêncio sob ruínas

Raros são os relatos sobre a destruição de cidades e vidas durante os bombardeios aliados na Alemanha

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/silencio-sob-ruinas

O pior dos fins

Bombardeios nucleares em Hiroshima e Nagasaki ainda geram vítimas e controvérsias. Necessidade ou crime de guerra?

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/o-pior-dos-fins

O front é aqui

São Paulo viveu os efeitos da Segunda Guerra na escassez de produtos, na mobilização popular e nas políticas públicas

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/o-front-e-aqui

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Vídeos:

Invasão da Polônia – 1 min 30
A história da Segunda Guerra Mundial – o caminho para a guerra – 1/24 – 55 min
Documentário – III Reich – 1h 17 min
Resumo da Segunda Guerra – 12 min
Atlas animado – 7 min
Hiroshima depois da bomba – 4 min 53
Documentário sobre a FEB – parte 1 – 20 min
O Brasil na Segunda Guerra – Globo News – 24 min
O Brasil na Segunda Guerra – 19 min
Cenas dos efeitos das bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki – 8 min 55
Bombas atômicas sobre Hiroshima e Nagasaki – 6 min
História da bomba atômica – 8 min 42
O fim da Segunda Guerra Mundial – Canal Futura – 19 min
Libertação de presos do campo de Dachau – 6 min 
Área de anexos

Visualizar o vídeo 1939, Hitler invade a Polônia e começa a Segunda Guerra Mundial – Testemunha da História do YouTube

1939, Hitler invade a Polônia e começa a Segunda Guerra Mundial – Testemunha da História

Visualizar o vídeo 01/24 A história da Segunda Guerra Mundial – O caminho para a guerra do YouTube

01/24 A história da Segunda Guerra Mundial – O caminho para a guerra

Visualizar o vídeo Documentários da Segunda Guerra – Terceiro Reich – A Ascensão ao Poder do YouTube

Documentários da Segunda Guerra – Terceiro Reich – A Ascensão ao Poder

Visualizar o vídeo Resumo da segunda guerra mundial do YouTube

Resumo da segunda guerra mundial

Visualizar o vídeo segunda guerra mundial ATLAS ANIMADO do YouTube

segunda guerra mundial ATLAS ANIMADO

Visualizar o vídeo 1941, O Ataque Japonês a Pearl Harbor – Testemunha da História do YouTube

Visualizar o vídeo Hiroshima Despues De La Bomba do YouTube

Hiroshima Despues De La Bomba

Visualizar o vídeo FEB – Força Expedicionária Brasileira Parte 1 / Documentário em HDTV do YouTube

FEB – Força Expedicionária Brasileira Parte 1 / Documentário em HDTV

Visualizar o vídeo O Brasil na Segunda Guerra (Globo News Especial) do YouTube

O Brasil na Segunda Guerra (Globo News Especial)

Visualizar o vídeo O Brasil na 2 Guerra Mundial – A Força Expedicionária Brasileira – Documentarios Filmes Series do YouTube

O Brasil na 2 Guerra Mundial – A Força Expedicionária Brasileira – Documentarios Filmes Series

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Gravação dos efeitos das bombas atômicas de Hiroshima e Nagasaki (CENAS FORTES!)

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Bomba Atômica – Hiroshima e Nagasaki

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Fantástico – História da bomba atômica

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O fim da Segunda Guerra Mundial – Jornal Futura – Canal Futura

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A Canção do Expedicionário: https://www.youtube.com/watch?v=lmqoUPuNBNM&spfreload=10

Observatório da Imprensa – 70 anos do fim da Segunda Guerra Mundial – 53 min
 
Fim da Segunda Guerra – 12 min
 

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Imagens: