Colégio São José 2016 – 1º ano do Ensino Médio- Textos de aluno(a)s.

Compartilho os melhores textos, integrantes da Avaliação Parcial da 3ª unidade.

obs. Selecionei vários e à medida que forem sendo recebidos, serão devidamente publicados.

Abaixo, você encontrará cada questão, seguida dos textos.

Boas leituras!

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Questão 01: (1,0)

→ Nesta questão, você deverá escolher uma, e somente uma, das opções para responder.

  Não se pede descrição da imagem, mas, uma análise crítica do que a mesma sugere, associada ao conteúdo estudado e discutido em sala.
  • Opção 1 – Observe a imagem abaixo e analise-a com base nos conhecimentos sobre Revolução Industrial.

viciado-virtual-1

http://paraentender.com.br/wp-content/uploads/2015/07/viciado-virtual.jpg

  • Opção 2 – Observe a imagem abaixo e analise-a com base nos conhecimentos sobre Revolução Industrial.

https://www.facebook.com/DepositoDeCartuns/photos/

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Texto 01 – Maria Fernanda Bittencourt – 1º A –

Crianças brincando na rua, ligações de horas para matar a saudade de alguém ou até mesmo escrever uma carta, há alguns anos eram atitudes normais do cotidiano. A necessidade do homem de lucrar vem tornando cada vez mais escassa a interação física e verbal entre os indivíduos. O tal do futuro chegou. Livros, jornais, cartas, telefonemas? Para que servem? O que são? Para as novas gerações nem existe mais tudo isso e pouco a pouco a tecnologia vem enterrando essas interações.

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Texto 02 – Louise Brandão – 1º A

A partir da Revolução Industrial, a maioria das pessoas ficou alienada com a tecnologia. Isso trouxe consequências positivas e ao mesmo tempo negativas, pois “aproximaram” diversos indivíduos de toda parte do mundo, mas houve retrocessos. Ou seja, as pessoas começaram a depender e se viciar no “globo das redes sociais”, friso, por exemplo, o Facebook. Passando horas e horas em frente à tela de um computador, esquecendo principalmente da vida cotidiana e tornando-se “antissociais”. Entretanto, jamais voltarão a ser as mesmas pessoas de quando a tecnologia não era uma evolução.

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Texto 03 – Raquel Barbosa – 1º A

No século XVIII, a população pobre, os homens, as mulheres e as crianças eram alienadas por seu trabalho nas fábricas. O alto índice de desemprego, miséria e fome fazia as pessoas ficarem desesperadas à procura de um emprego em fábricas com ambientes contaminados e abafados, com o salário muito baixo. Por conta de o turno ser muito longo, não tinham tempo para pensar em si mesmos ou em sua posição na sociedade, pois quando chegavam em casa o cansaço os consumia. Atualmente, o que nos consome são nossos vícios supérfluos, como os aparelhos eletrônicos, que de certo modo fazem com que nos esqueçamos do mundo real e do que está acontecendo conosco e com os outros na sociedade.

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Texto 04 – Lisandra Lopes – 1º A

É evidente o quanto a tecnologia vem avançando e superando-se ao longo dos tempos. Com o passar dos dias, vemos constantemente aparelhos sendo lançados que contém tantas funções que, aquele que tínhamos antes, agora é considerado ultrapassado, ocasionando a sua substituição. Um fato que parece ser atual, ocorre há bem antes do que imaginamos. Foi por conta de tal avanço que operários, no século passado, se viram em meio ao abismo do desemprego, porque já não eram tão úteis quanto as máquinas aderidas na época. Tudo é um ciclo que já tomou uma enorme proporção. Eu já não faço ideia se a tecnologia está nas mãos do homem ou se é o homem que está em suas mãos.

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Texto 05 – Maria Clara Onofre – 1º A

A ideia de que estamos submissos e dependentes às novas tecnologias vem se tornando cada vez mais alarmante, sendo ela uma consequência da Revolução Industrial. Foi na revolução que ocorreram os primeiros indícios da substituição do homem pelas máquinas, que passavam a fazer seus trabalhos nas fábricas para que o chefe tivesse mais lucro, além da alienação dos operários. Tais comportamentos se refletem até os dias atuais, onde o mau uso de aparelhos tecnológicos, como por exemplo o celular, faz com o que as pessoas deixem de compartilhar momentos e de se relacionarem por causa de uma rede social. Na verdade, o termo mais adequado seria rede anti-social.

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Texto 06 – Leonardo Teixeira – 1º B

Através do capitalismo e da Revolução Industrial, a tecnologia vem se desenvolvendo e aprimorando cada vez mais, com gerações de máquinas e aparelhos que atualmente surpreendem mais e mais. Junto a essas máquinas e aparelhos, hoje em dia, vem as redes sociais e sistemas operacionais que crescem lado a lado, tornando até os meios de comunicação muito mais simples, dando “sentido” ao conceito “a terra encolheu” da globalização. Mas essas tecnologias e sistemas estão causando problemas, pois, as pessoas estão ficando alienadas, estão usando esses meios como o sangue que corre nas veias.

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Texto 07 – Gabriel Silva – 1º A

Com a evolução dos meios de comunicação, coisas que de certo modo seriam irrelevantes vão consumindo cada vez mais o nosso tempo até nós tornamos dependentes, e assim como qualquer outra dependência se tem a necessidade de estar ali suprindo seu vício. Com tantos aparelhos que já não remetem mais à sua função principal, que seria fazer chamadas,e com tantos aplicativos que supostamente tem a intenção de interação ,faz com que os usuários confundam um celular com uma corrente ,se tornando assim escravos da modernização.

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Texto 08 – Rafaela Frazão – 1º B

Com a Revolução Industrial que aconteceu na Inglaterra e depois se espalhou por todo o mundo, ocorreram os avanços científicos e tecnológicos em que temos as mais sofisticadas e precisas pesquisas, assim como celulares, notebooks e afins, que vem se desenvolvendo cada vez mais ao longo dos anos. Relacionado a isso, vem se desenvolvendo também a chamada tecnofilia, que é a dependência a essas tecnologias nas quais obtemos a maior facilidade de encontrar ou executar algo, porém não se restringe só a isso, a dependência, às vezes, é tanta que gera um vício e pode vir a prejudicar o usuário.

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Texto 09 – Letícia Sales – 1º A

Desde a Revolução Industrial, estamos sendo substituídos por máquinas e a alienação vem aumentando a cada instante. A imagem faz uma crítica ao uso excessivo da tecnologia, que nos fez dependentes das redes sociais e simplesmente envolvemos a internet como essencial para nossas vidas, gerando uma doença chamada nomofobia, relacionada a pessoas que não conseguem abandonar a utilização de vias comunicativas.

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Texto 10 – Lorena Rios – 1º B

A Revolução Industrial desencadeou importantes invenções que mudaram a visão do homem sobre o mundo, como o motor a vapor. Foi a partir daí que a sociedade passou a ser capitalista.

Com o tempo, novas invenções foram surgindo, chegando nas que conhecemos hoje, os celulares e computadores. Mas o que foi produzido no intuito de aproximar pessoas, acabou afastando-as. Com o aparecimento da internet e junto a ela, das redes sociais, as pessoas começaram a usar tais aplicativos, gerando uma grande dependência e o esquecimento da vida real. Por isso o termo “tecnofilia”, os viciados em tecnologia.

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Texto 11 – Isadora Ribeiro – 1º B

Com a Revolução Industrial, os avanços tecnológicos estão sendo gigantescos, os aparelhos eletrônicos trazem atualidades cada vez mais inovadoras e completando necessidades e anseios dos consumidores. Hoje em dia, é muito difícil encontrar alguém que não faça uso da internet e afins. São usados para tudo, controlam de forma indireta a vida toda dos usuários, e com isso eles se sentem cada vez mais dependentes do uso destas tecnologias.

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Texto 12 – Victor Hugo – 1º A

Desde que a Revolução Industrial ocorreu, onde o trabalhador perdeu o poder de ditar o seu ritmo de trabalho, o número de “preguiçosos intelectuais” apenas cresceu. A veloz evolução dos aparelhos e dos meios de comunicação facilitou muito a vida do trabalhador que já não tem tempo para nada, mas em contrapartida apenas facilitou no processo de formação de uma sociedade que apenas ingere, digere e repassa informação sem ler mais sobre o assunto ou ao menos conferir a sua veracidade.

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Texto 13 – Beatriz Ramos – 1º C

São tempos difíceis, não há como negar. As pessoas estão se tornando cada vez mais dependentes das redes sociais, precisam que todos saibam da sua vida, que na maioria das vezes, é tudo falso, é uma falsa felicidade, uma falsa dor, um falso moralismo. A rede social deveria se chamar falsebook. Essa geração é mesmo um saco! Pessoas no mesmo local, sem nem se olharem, tudo pelo celular. Só de lembrar que na época da revolução industrial, as pessoas sabotavam as máquinas por estarem gerando desemprego… Hoje em dia, se não tiver tecnologia, não está bom. Bons tempos aqueles, em que as pessoas chegavam e falavam “Bom dia! Como vai?” e não “Oi! Aqui tem Wi-Fi?”

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Texto 14 – Thaise Souza – 1º C

Com o início da Revolução Industrial, ocorreram diversas mudanças no mercado e a mais grave delas foi a substituição do trabalho manual por máquinas. Com os avanços tecnológicos, as pessoas foram deixando de lado os outros meios existentes de lazer, comunicação e conhecimento e acabaram trazendo cada vez mais a tecnologia para o seu dia a dia. Estamos vivendo hoje, em uma sociedade a qual os computadores estão “enterrando” os meios mais antigos e tomando posse de tudo. Daqui a um tempo, nós humanos que seremos enterrados!

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Texto 15 – Beatriz Neves – 1º D

Cada vez mais nos tornamos dependentes da tecnologia. Aparelhos que antigamente não faziam parte do mundo, hoje não vivemos sem o uso deles. Sem perceber, fechamos o olho para o que está ao nosso redor e focamos apenas para o aparelho que está em nossas mãos. Tornamos-nos tão viciados aos aparelhos e aos serviços oferecidos neles, que a sua falta causa “abstinência”, a bateria descarrega, porém, continuamos com os movimentos que fazemos ao usá-los eles e descobrimos o que é conversa “ao vivo”.

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Texto 16 – João Felipe Cerqueira – 1º C

Com a Revolução Industrial, o sistema capitalista se desenvolveu de uma maneira muito rápida. Pela imagem, podemos ver que um importante conceito que é uma característica da Revolução Industrial continua até hoje, a alienação. Desde as primeiras indústrias, o homem foi alienado pelas empresas que nos forçaram a viver com seus produtos para que pudessem lucrar com isso. O ser humano perdeu sua identidade e, aos poucos, vem perdendo sua vida para os produtos de grandes empresas. As pessoas praticamente perderam o contato direto com os outros, agora tudo é feito através das redes sociais. Desde a Revolução Industrial até os dias de hoje, o homem vem sendo alienado, e assim, perdendo a sua autonomia em troca do uso da tecnologia.

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Texto 17 – Caio Bonfim – 1º C

O cartunista revela um notebook deixando flores em túmulos, e nesses túmulos há diferentes tipos de fontes informativas. A imagem esclarece que as vias de comunicação estão se simplificando, de modo que tudo além da internet é considerado arcaico. As pessoas estão priorizando a tecnologia e desvalorizando o que vinha antes dela, sendo que nem todas as informações na internet são genuínas, estamos nos tornando cada vez mais leigos, sem perceber.

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Texto 18 – Felipe Fiuza – 1º C

 

Conjuntamente com a Revolução Industrial vieram os avanços tecnológicos e com isso surgiram os pontos positivos e negativos. O positivo é que se pode fazer um determinado produto mais rápido e com isso aumentar a produção do mesmo e também vieram os avanços nos meios de transporte, nos meios de comunicação, na medicina e etc. Mas por outro lado estamos nos tornando cada vez mais alienados, não conseguimos mais viver sem tecnologia. Tudo o que fazemos hoje está sendo baseado por isso, a tecnologia, não passamos mais um dia sem falar com alguém por telefone ou ver as nossas redes sociais, não conseguimos mais ver o mundo que tem fora do nosso celular ou computador, porque o avanço da tecnologia nos fez assim, como pessoas alienadas.

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Texto 19 – Larissa Paim – 1º C

Quando surgiram as máquinas, cada operário tinha sua função, como eles só sabiam fazer o que era imposto a eles na linha de produção, ficavam alienados, pois não sabiam as coisas que se passavam ao seu redor e nem o que acontecia com o produto. O mesmo acontece nos dias de hoje, cada vez mais as pessoas são alienadas, seja, uma pessoa que vive nas redes sociais sem ver o mundo em sua volta, seja, alguém que só assiste um jornal e não abri sua mente para outros pontos de vista.

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Texto 20 – Silas Rufino – 1º D

A imagem sugere uma das consequências da Revoluão Industrial, pois com a chegada das indústrias e da tecnologia, por mais que tenham melhorado, o mundo enterrou(substituiu) objetos antigos que são de grande importância para formação de uma pessoa, pelo computador, que por mais que englobe grande parte desses objetos, não é utilizado com esse propósito pela maioria das pessoas.

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Texto 21 – William Silva – 1º C

O processo de Revolução Industrial favoreceu e muito para todos nós, pois assim acabamos descobrindo coisas novas,principalmente com o avanço tecnológico atual. Mas isso também tem consequências ruins,as pessoas estão muito conectadas ao aparelho celular ou a um computador em alguma rede social,esquecendo-se também de outras coisas que podem lhe fazer bem ou esquecendo até mesmo dos seus deveres (responsabilidades) dentro de casa ou até mesmo no trabalho.

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Texto 22 –

 

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Questão 02: (1,0)

 Mulheres Negras

Yzalú

Enquanto o couro do chicote cortava a carne,
A dor metabolizada fortificava o caráter;
A colônia produziu muito mais que cativos,
Fez heroínas que pra não gerar escravos matavam os filhos;
Não fomos vencidas pela anulação social,
Sobrevivemos à ausência na novela, no comercial;
O sistema pode até me transformar em empregada,
Mas não pode me fazer raciocinar como criada;
Enquanto mulheres convencionais lutam contra o machismo,
As negras duelam pra vencer o machismo,
O preconceito, o racismo;
Lutam pra reverter o processo de aniquilação
Que encarcera afrodescendentes em cubículos na prisão;
Não existe lei Maria da penha que nos proteja,
Da violência de nos submeter aos cargos de limpeza;
De ler nos banheiros das faculdades hitleristas,
Fora macacos cotistas;
Pelo processo branqueador não sou a beleza padrão,
Mas na lei dos justos sou a personificação da determinação;
Navios negreiros e apelidos dados pelo escravizador
Falharam na missão de me dar complexo de inferior;
Não sou a subalterna que o senhorio crê que construiu,
Meu lugar não é nos calvários do Brasil;
Se um dia eu tiver que me alistar no tráfico do morro,
É porque a lei áurea não passa de um texto morto;

Não precisa se esconder segurança,
Sei que cê tá me seguindo, pela minha feição, minha trança;
Sei que no seu curso de protetor de dono praia,
Ensinaram que as negras saem do mercado
Com produtos embaixo da saia;
Não quero um pote de manteiga ou um shampoo,
Quero frear o maquinário que me dá rodo e uru;
Fazer o meu povo entender que é inadmissível,
Se contentar com as bolsas estudantis do péssimo ensino;
Cansei de ver a minha gente nas estatísticas,
Das mães solteiras, detentas, diaristas.
O aço das novas correntes não aprisiona minha mente,
Não me compra e não me faz mostrar os dentes;
Mulher negra não se acostume com termo depreciativo,
Não é melhor ter cabelo liso, nariz fino;
Nossos traços faciais são como letras de um documento,
Que mantém vivo o maior crime de todos os tempos;
Fique de pé pelos que no mar foram jogados,
Pelos corpos que nos pelourinhos foram descarnados.
Não deixe que te façam pensar que o nosso papel na pátria
É atrair gringo turista interpretando mulata;
Podem pagar menos pelos mesmos serviços,
Atacar nossas religiões, acusar de feitiços;
Menosprezar a nossa contribuição para cultura brasileira,
Mas não podem arrancar o orgulho de nossa pele negra;

Refrão:
Mulheres negras são como mantas kevlar,
Preparadas pela vida para suportar;
O machismo, os tiros, o eurocentrismo,
Abalam mas não deixam nossos neurônios cativos.

Fonte: https://www.vagalume.com.br/yzalu/mulheres-negras.html

Tendo como referência os estudos sobre África, escravidão, questões étnico raciais e formas de resistência negra, comente a letra da música.

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Texto 01 – Raquel Barbosa – 1º A

Ser negro no Brasil, ser negro no mundo sempre foi muito difícil, entretanto, ser uma mulher e negra e principalmente se ela for pobre em qualquer lugar e em qualquer época sempre foi o dobro da dificuldade, pois além de enfrentar o racismo, enfrentam também o machismo e o preconceito social. Desde a época colonial, o racismo e os preconceitos etnocêntricos foram implantados nesta terra e ainda permanecem implantados na mente de muitos ignorantes que não respeitam suas religiões com matrizes africanas, não respeitam as tonalidades de cor e as características físicas divergentes, ignorantes que não estão acostumados com o novo e com o diferente e por isso escolhem o preconceito e o julgamento como arma de defesa para o desconhecido. “O homem é obrigado a ser livre”, cada um tem o direito de escolher o que quer em sua vida, seja no emprego ou na religião, entretanto ninguém escolhe como ou onde nasce assim como a cor ou o lugar de alguém não determina seu futuro. Deve-se respeitar as opiniões discrepantes, se existem conceitos errados já criados, devemos desconstruí-los e aprender a respeitar o desconhecido e o diferente.

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Texto 02 – Beatriz Solares – 1º A

Os afro-brasileiros são discriminados, tratados com preconceito, para não dizer demonizados, por serem de tradição afrodescendente. Infelizmente ainda existe a tal da ignorância no âmbito na sociedade brasileira. Ainda conserva-se a tal da supremacia perante fenótipos. Ainda perduram marcas do processo da escravidão que são lembradas até no que se diz respeito à religião. Há uma grande intolerância por parte “dos que se acham superiores”, em relação às formas que os afro-brasileiros possuem de expressar sua fé. As religiões de matriz africana, como o candomblé e a umbanda, que sempre foram alvos de preconceitos e generalizações, também vem enfrentando agressões contra seus símbolos e instituições. Essas religiões são mal vistas porque o grupo que a domina foi aquele forjado a partir da resistência e luta a favor da sua ancestralidade. É esse grupo que constantemente é desrespeitado e excluído. Atitudes que, numa sociedade tão plural, são inaceitáveis.

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Texto 03 – Webster   Felix  – 1º B

A abolição da escravidão e o racismo,embora estando na Constituição, não são praticados por muitos. O racismo,o preconceito,ainda hoje,existem,principalmente no Brasil, o país que habita mais negros no mundo fora da África.

A sociedade impôs um padrão racista; o negro tem medo de ir às ruas e ser confundido com um ladrão e ser abordado por policiais, a negra não pode expôr seus cabelos cacheados que vai ser vista como “a feia” e antiética por não ter cabelo liso e pele branca, e ainda sofre piadinhas ao andar pelas ruas: “negro imundo” “macaco”. Não somos obrigados a seguir padrão, devemos nos vestir e usar os cabelos da forma que gostamos. O racismo existe, claro, e devemos combatê-lo. Ser negro não é fácil, e ainda mais, vivendo em uma sociedade racista. O negro tem falta de oportunidades no trabalho, na faculdade, nas escolas, na política, porque sofre racismo. As leis da Constituição não são suficientes para combater o racismo, devemos dar uma punição mais rígida e dolorosa para quem comete esse crime.

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Texto 04 – Lisandra Lopes – 1º A

“Muito difícil falar sobre a letra de uma música que já deixa explícita em si, muita coisa.” Filha de mãe solteira, carrego no meu sangue e nos meus traços, todo este histórico de sofrimento que nós vivemos. Sim, nós. Nunca senti na pele, ao literal, mas a minha alma grita pelos escravos mortos ou altamente machucados nas senzalas, pelo garoto negro baleado por engano, por todas as mulheres que não conseguiram um determinado emprego porque o seu “estereótipo” não era o padrão do local. Por esses e pelos outros mil casos que estamos cansados de ver. Sinto, porque sou um deles. É esse o meu povo, minha gente. É de fazer os olhos brilharem saber que estamos chegando. Falta muito, mas estamos no caminho. Hoje, com 15 anos, tenho a noção do mundo em que estamos e essa conscientização está chegando cada vez mais cedo. Talvez, não esteja aqui quando tudo voltar ao seu lugar, mas, aonde quer que esteja, juntamente com todos os outros negros, aplaudirei de pé a nosso conquista. O nosso momento.

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Texto 05 – Maria Clara Onofre – 1º A

O racismo é um assunto que ganhou grande repercussão atualmente, principalmente em relação à mulher negra, que vem conquistando espaço cada vez mais na sociedade. Entretanto, como tudo tem um lado negativo, nesse caso também não vai deixar de ter, dizer que não há racismo no Brasil é uma total ideologia opressora tentando maquiar a real situação. Não há uma democratização racial no nosso país, e as mulheres negras estão bem cientes disso. É preciso dar um destaque ao feminismo negro, pois no passado, enquanto as mulheres brancas lutavam por igualdade de gênero, por poder trabalhar e votar, as pretas lutavam para serem reconhecidas como pessoas e por direitos humanos, que a mulher branca já tinha. Atualmente as negras ainda tem que lutar contra o racismo, preconceito e machismo, além de exigir maior representatividade e discussão sobre tal assunto, porque isso necessita ser discutido, para pelo menos, amenizar a ignorância primitiva e colonial desse povo miscigenado, do nosso povo brasileiro.

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Texto 06 – Mirele Cohen – 1º B

Cantar o passado e o presente que machucam, é poético aos olhos de muitos… mas, é importante saber que é muito mais que isso. Vai além das rimas, cada rima guarda um pouco do orgulho de ter a pele escura. Vai além de embelezar versos e estrofes com palavras em perfeita harmonia, todo verso é força e toda estrofe, resistência. A música mostra o tamanho do poder que temos e tentam nos esconder, mas agora, vemos claramente que nosso grito ecoa além das marcações de um quilombo. O som de uma mulher negra pode causar a mesma agonia que um garfo riscando o meio de um prato aos ouvidos racistas, mas nao adianta cobrir com as mãos, a gente sabe que vão ouvir.

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Texto 07 – Maria Barbosa – 1º A

Por que tudo tem que ter um padrão? Por que as mulheres negras lutaram tanto quanto os homens e não tem destaque? Por que não posso fazer oferendas para minha mãe Ewá que sou chamada de macumbeira? Tudo isso são padrões que vem bem de antes, um mundo em que o homem negro tem que ser gari e a mulher empregada. Um mundo que temos que aceitar que o branco reina e o negro despenca, um lugar em que você NÃO pode ser negro, senão morre, apanha, é excluído e definitivamente sofrido. Não é bem assim, nós não devemos ter direitos, nós TEMOS ele, nós negros afrodescendentes não somos mais um clichê, somos o futuro EMPODERADO que nosso mundo tem que ter. Não se deve desistir dessa mudança universal; a gente quer viver sem opressão, discriminação, racismo e injúria. Nós somos a cultura, somos luta e amor, nós negros só estamos cansados de ser para o mundo apenas um rancor.

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Texto 08 – Leonardo Teixeira – 1º B

Essa letra faz uma denúncia dos crimes que aconteceram durante a escravidão e que vem acontecendo até os dias atuais. Preconceito e racismo são crimes de conceitos que devem ser quebrados em mentes de pensamentos errôneos e petrificados. As pessoas devem ter a mente livre do etnocentrismo originado dos europeus, que antigamente fez com que os negros se sentissem inferiores. Negros e afrodescendentes são pessoas normais, iguais a qualquer outro ser humano, assim como as suas crenças, que devem ser respeitadas por todos. Cada um crê no que quiser. Se uma pessoa não acredita em uma coisa, isso não irá fazer mal à ela.

Todos devem se libertar do racismo, do etnocentrismo, do preconceito e de tudo que diz respeito à discriminar outra cultura. Essas pessoas aprisionadas mentalmente são do mal e não são dignas do respeito de ninguém.

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Texto 09 – Jonathan Lucas – 1º B

É inadmissível a forma como a mulher negra é tratada; desde sua saída da África até os dias de hoje, ela é discriminada. Sempre resistindo, seja através da dança, das músicas ou da religião, luta por direitos iguais na sociedade, para que mais ninguém a olhe de soslaio, com boca retorcida ou desconfiança. Já não basta o sofrimento nos navios negreiros, na casa dos senhores e nos subempregos, ainda tem de ouvir, ver e sentir na pele acontecimentos indignantes e extremamente preconceituosos no dia a dia. Não são animais irracionais ou seres inferiores, são pessoas, assim como todos nós; e nada as deve abalar, pois permanecem de pé, com orgulho de sua cor e sexo.

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Texto 10 – Rafaela Pinheiro – 1º B

A letra da música trata sobre as mulheres negras, mas mostra casos  que acontecem com homens negros também. A presença atual do racismo (preconceito generalizado de pessoas de pele negra) e a injúria racial (discriminação direta a alguém de pele negra) é indiscutível, está presente no nosso dia a dia. Há lutas diárias contra o racismo, preconceito e discriminação da população negra (que surpreende esse número de casos de racismo, dito e visto que nossa população é uma mistura de todos os povos). O negro precisa de espaço. Capacidade independe de cor da pele, da mesma forma que caráter independe da roupa que vestes, o negro veste a cor preta por cima da carne, osso e sangue vermelho, o mesmo que corre debaixo da pele branca.

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Texto 11 – Victor Hugo – 1º A

Brasil, o país com maior diversidade cultural e que se diz laico e amistoso para com todos não é exatamente assim na prática. Infelizmente, temos um povo doente, contaminado com o racismo; um povo que não aceita suas origens e passa isso a seus filhos.

Dizem que não são racistas e não julgam, mas quando perguntam quem é ladrão, é para o negro que apontam a mão. “Afinal, você sabe que o taxi não para para vocês, mas a viatura para”. Isso só piora quando se fala de mulheres negras. São violentadas pela sociedade, são estereotipadas como domésticas e prostitutas sem intelecto na televisão, julgadas e condenadas a sofrerem abuso na volta para casa no “busão”. A religião agredida e ofendida chega a tirar uma vida. Já passou da hora de agirmos, pois, o final disso tudo não vejo, só imagino.

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Texto 12 – Beatriz Ramos – 1 C

O povo africano sempre sofreu e ainda sofre muito preconceito por conta da sua cultura, religião e cor. As mulheres negras estão se mostrando mais fortes, mais independentes e seguras de que não tem nexo tanto preconceito, tanta raiva do povo africano e principalmente da sua religião e cultura. O povo negro está mostrando que não é e que nunca foi fraco. Está mostrando que negro tem sua vez, sim! Que ninguém é melhor ou pior por conta da cor da pele, da sua raça, religião ou cultura. Sinto muito em informar à casa grande: a senzala está crescendo, mostrando que sabe e que pode também. E que, felizmente, não há nada que ninguém possa fazer para evitar. O povo negro cansou de ser diminuído e vai lutar até o fim para ter direitos reais e não só no papel.

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Texto 13 – João Guilherme – 1º D

A música traz o processo eurocêntrico de desumanizar os negros, enquanto cometia o “maior crime de todos os tempos”, melhor dizendo, crimes, pois os negros foram: sequestrados, traficados, leiloados, escravizados, descarnados, estuprados, espancados e até assassinados. E os atuais condenados por tal crime são as vítimas negras, pois ainda sofrem os reflexos escravocratas do tempo colonial de maneiras diversas: ”Exclusão Social”, quando um segurança vigia o negro que está parado em frente a um prédio de luxo, “Preconceito Religioso”, pois seus orixás são rotulados como demônios e sua religião vulgarizada de maneira errônea, desrespeitosa e denominada de macumba. “Mortos”, pois dizem os números que de 30 mil jovens mortos no Brasil, 70% são do mesmo grupo de vítimas mortas na época colonial. A música mostra que a visão Branca sempre foi letal para nós negros, mas a música é mais um ato de resistência a essa visão, e também ressalva a nossa força e luta para erradicá-la.

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Texto 14 – Júlia Katarina – 1º D

Nem preta, nem branca, nem amarela ou azul, ninguém é melhor que ninguém, as pessoas são diferentes, o seu preconceito me deixa com a cabeça quente, existe só uma raça: a humana. Posso ser julgada pela sociedade, a mulher negra de cabelo ruim que tem a opção apenas de ser empregada, reprimida nas ruas, em novelas, em entrevistas de emprego. Pensam que podem me calar, me alienar, mas, sei quem sou. Ignorantes, mal sabem que o surgimento do homem foi na África, a minha pele e meus traços representam tudo isso. Sou forte, porém, sozinha na rua corro riscos, como injúria racial ou racismo, e nem quem pratica sabe a diferença. A mídia passa que todos nós somos iguais, pura enganação, a própria novela da Globo comprova, põe sempre as negras em papéis inferiores. Quando vão parar e perceber que todo esse preconceito só traz inferiorização no mundo?

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Texto 15 – Beatriz Neves – 1º D

A África sempre é lembrada como um continente onde existe apenas pobreza e miséria, não lembramos da África como um continente rico em cultura e beleza. Mas não devemos nos culpar, sempre fomos alienados de certa forma pela mídia, que nunca mostrou esse “lado B” da África. O que nos deixa com uma dúvida: Será que existe um racismo implícito pela mídia?A mídia sempre encaixou o padrão de beleza na sociedade, e esse padrão está longe de encaixar-se nas mulheres com seus lindos traços africanos e como diz na letra da música, elas sobreviveram à ausência nas novelas e nos comerciais.

A cultura africana até hoje é discriminada, principalmente as religiões de matrizes africanas, nas quais os intolerantes costumam dizer que é “coisa do diabo”. O racismo na nossa sociedade apesar de no papel ser criminalizada, ainda existe de forma implícita.

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Texto 16 – Liandra Oitaven – 1º D

Além de negra eu nasci mulher, cabelo crespo, alisa quem quiser. É tanto preconceito, mas que situação! É machismo, homofobia e o racismo, quanta confusão! A menina cresce ouvindo que tem que se dar valor, ouve do pai, do tio, do primo, do irmão e do avô. Por que será que não posso andar sozinha na rua, se a culpa vai ser minha e nunca vai ser sua? Já estou cansada de quando saio de mini short ” neguim” achar que pode vir cheirando o meu cangote. Quando é que isso vai mudar? São só promessas e eu não vejo melhorar, olhe para os lados e veja essa situação, o Brasil só vai para frente quando houver conscientização. Quando vamos aprender que temos que respeitar o próximo, que não precisa bater, xingar, matar ou estuprar? Só peço que se coloque na posição, se fosse com a sua mãe, seria vitimização? Olhe para os lados e conte pra tu ver, a cada 11 é menos 1 que possa sofrer, não aguento mais viver nessa limitação, é tanta imposição, é tanto padrão, sem respeito algum á minha própria opinião. Enfim, ” eu dona de mim, se fiz foi porque estava a fim.” .

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Texto 17 – João Felipe Cerqueira – 1º C

A escravidão acabou, mas todas as coisas que os negros sofreram ficaram até hoje como a pior herança que um povo poderia receber. Uma herança que não se passa geneticamente, mas sim pela vivência com o outro. O preconceito com o outro é algo desprezível que a sociedade brasileira tem. Dizer que um negro é ladrão ou que é faxineira somente pela aparência negra é algo que infelizmente ganhamos nos tempos da escravidão. Agir com o negro como se ele fosse um animal é a pior forma de violência que podemos cometer contra eles, mas é bom saber que mesmo com tudo isso, o negro não desanimou. O negro viu na religião, na dança, nas festas, na comida, na alegria, a maior arma contra o preconceito. O negro se mostrou e ainda se mostra mais forte do que a sociedade que o escravizou e que age com preconceito contra ele. Essa batalha que os negros lutam a cada dia só faz deles o povo mais forte que conhecemos, um povo que sofre, mas que, na dança, na religião e na sua alegria, afasta todos esses males que os cercam e mostram a nós o porquê de eles serem o povo mais importante do Brasil.

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Texto 18 – Giovanna Telles – 1º D

A música só mostra mais uma vez o que estamos cansados de ver em jornais ,revistas ,,televisão e principalmente nas redes socias que é o racismo e o etnocentrismo , que mostram que brancos sempre são melhores que os negros e que a religião católica é a melhor opção para todos , do que a religião afrodescendente . Nossa sociedade já está tão alienada com os conceitos dos povos africanos que não percebe que nossa cor de pele, nossas comidas, nossos costumes ,parte deles se fizeram a partir dos negros escravizados trazidos da África . Se deus ,na igreja católica ou em outras religiões como é chamado de outra forma ,é um ser superior ,ele não criou o mundo dividido em raças brancas ,pretas ,pardas , ele seres humanos que tem que ser tratados com respeito ,independente de qualquer coisa.

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Texto 19 – Larissa Paim – 1º C

A escravidão deixou marcas, como o racismo que é bem visível quando colocado em estatísticas ou até no nosso cotidiano, quantos negros são mortos pela sua cor, quantos são presos injustamente e quantas pessoas por medo de serem assaltadas mudam o lado da rua, quando vêem um negro. As mulheres negras, além do racismo, lutam contra o machismo, muitas são vistas como meros objetos sexuais, outras sofrem violência doméstica, muitas são julgadas se seguem alguma religião de matriz africana. Mesmo com muitos pensamentos que deveriam ser banidos da sociedade, as mulheres negras, mesmo não sendo citadas, fizeram diferença na história do Brasil e do mundo.

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Texto 20 – Lucas Gabriel – 1º D

A música tem como principal objetivo mostrar que nenhum preconceito, rótulo ou estatística vai fazer com que os negros parem de lutar por igualdade e por seus direitos.

Um trecho aborda sobre a beleza do negro, que pela imposição da sociedade é menospresada, e a dos brancos valorizada. Quantas gorotas e mulheres negras alisam o cabelo e dizem que estão se “embelezando”? Isso só mostra o quanto a nossa sociedade é racista, e nesse ponto se chega à conclusão de que, religiões e culturas de matriz africana sofrem inúmeros tipos de preconceito, até mesmo por pessoas negras.

O racismo está em todas as áreas da sociedade, o que faz a diferença é o modo como cada um encara essa situação.

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Texto 21 – Silas Rufino – 1º D

A música combate o machismo, a intolerância religiosa e o preconceito à medida que a autora fala sobre os meios de opressão sofrida pelos africanos, e como eles resistiram, e resistem até os dias atuais. A autora combate acima de tudo o etnocentrismo da sociedade, que submete os negros e principalmente as mulheres a cargos de trabalho inferiores, que atacam sua religião chamando de feitiçaria, que faz as pessoas pensarem que ter cabelo liso e nariz fino é melhor, que induz o negro a não ter orgulho da sua cor. Durante toda a música a autora pede aos ouvintes que continuem lutando e resistindo às opressões físicas e ideológicas que ainda nos dias atuais são submetidas aos negros, e que por mais que sofram tudo isso se orgulhem de seus traços e de suas origens.

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Texto 22 – Laura Leite – 1º C

Através dessa música, a compositora quer passar uma conscientização para a sociedade. Mulheres negras lutam diariamente contra o machismo, racismo e preconceitos e não devem aguentar isso caladas. Durante séculos da escravidão no Brasil, o negro era visto como um ser inferior e era tratado como animal. Infelizmente, hoje em dia, muitas pessoas ainda enxergam dessa forma por conta do “eurocentrismo”, uma forma de enxergar o mundo tendo a Europa como centro, termo citado na música. Além da cor da pele e traços físicos, outras coisas vindas da África sofrem muito preconceito, como as religiões de matriz africana. Religiões como Candomblé, Umbanda, Cabula e muitas outras que surgiram aqui no Brasil, mas inspiradas e derivadas de religiões nativas da África.

A adaptação das religiões à religião Católica (os negros associavam seus orixás a santos do catolicismo) que era imposta pelos portugueses, foi uma das muitas formas de resistência negra, assim como os quilombos que abrigavam escravos fugitivos em busca de liberdade.

A música traz uma voz de protesto e luta contra todo o preconceito sofrido pelos negros e que precisa ser revertido.

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Texto 23 – Tainá Souza – 1º C

A letra da música retrata a luta dos afrodescendentes contra o preconceito gerado pela minoria branca, pelas redes televisivas, pelo padrão europeu, dito certo e coerente.

Dizem a todo momento que não há discriminação no Brasil, dizem que o Brasil é um país livre de qualquer tipo de intolerância, mas , podemos ver claramente que esse fato não é verídico. Se o Brasil fosse um país livre de preconceitos, não existiria a ocultação da cultura africana, não existiriam cargos menores dados sem hesitação a negros, por mais competentes que eles sejam. Não existiria a acusação de feitiçaria das religiões de matriz africana, não existiria a famosa ideia da mídia de retratar atores negros como empregados, faxineiros, pessoas submissas.

O Brasil só é o país da plena aceitação social para aqueles que não querem ver, ou são totalmente alienados.

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