Sobre a Era Vargas – de 1930 a 1945, Governo Dutra e o Governo Vargas – de 1951 a 1954: slides, vídeos,infográficos, textos e imagens.

0

Slides:

Era Vargas de 1930 a 1945

Governo Dutra

Segundo Governo Vargas – 1951 a 1954

__________________________________________________

Vídeos:

Era Vargas
DOCUMENTÁRIO : Era Vargas – por Boris Fausto
 
https://www.youtube.com/watch?v=WjEOGm7b1CgIntentona Comunista – 3min
https://www.youtube.com/watch?v=ZRmgubWQrIwO Brasil na II Guerra – 4min
 
República Populista – 1945 a 1964 
 
 

Dutra

 
https://www.youtube.com/watch?v=-I4jjV0ZCyoObservatório Republicano – 3min
 

Vargas

https://www.youtube.com/watch?v=2_emEu7hq1QCarta Testamento – 6 min

http://www0.rio.rj.gov.br/memorialgetuliovargas/conteudo/expo8.htmlTexto com o teor da Carta Testamento

https://www.youtube.com/watch?v=AL04DWXAslwMorte de Getúlio – 1min22
https://www.youtube.com/watch?v=BJt3tJWrAlMPetrobras na Era Vargas – 1min28
https://www.youtube.com/watch?v=L90HKDRPWVMObservatório Republicano – 4min
https://www.youtube.com/watch?v=herDC1W_knIObservatório Republicano – Governo Café Filho – 5min
__________________________________________________

Sobre Prestes e Olga Benário:

Trailer oficial do filme OLGAhttps://www.youtube.com/watch?v=-JyTxwszqGI

parte 4 – O parto
parte 5 – Anita Leocádia sendo tirada dos braços da mãe
VERSÃO RESUMIDA PARA FINS DIDÁTICOS – 32 min
Entrevista com Anita Leocádia Prestes – 1ª parte – https://www.youtube.com/watch?v=TfqUVnRorxM
obs. quem tiver interesse em ver toda a entrevista, basta acessar o youtube e encontrará.
Luís Carlos Prestes – 
Entrevista no Roda Viva – Tv Cultura – parte 1 –  https://www.youtube.com/watch?v=XN9ITdiWdCI
Parte 1 do Filme “O Velho” sobre a história de Luis Carlos Prestes

________________________________________________

Infográficos

1 – Sobre as Constituições do Brasil: 

http://noticias.uol.com.br/ultnot/infografico/2008/10/09/ult6886u1.jhtm

2 – Algumas medidas entre 1930 e 1945:

https://historiadebuteco.wordpress.com/2013/09/15/infografico-da-era-vargas/

3“Revolução” de 1932:

http://www.terra.com.br/noticias/infograficos/revolucao32/estopim.htm

__________________________________________________

Textos

1 – Ecos de Getulio – Seis décadas após sua morte, as contradições do ditador e líder trabalhista continuam pautando a política nacional:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/heranca-perene

2 – Quando perder é vencer – Com mais de 600 paulistas mortos, o resultado do embate entre as forças constitucionalistas e o governo foi considerado uma vitória moral:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/dossie-imigracao-italiana/quando-perder-e-vencer

3 – Em cada página uma pista – Documentos secretos da URSS, denúncias e desabafos de Prestes fazem de seu acervo pessoal uma mina de fontes para o estudo da História do país:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/em-cada-pagina-uma-pista

4 – Coisa do passado? – Caso ouça “anauê” pelas ruas, não se assuste. O movimento integralista continua vivo e atuante:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/coisa-do-passado

5 – Quase dois irmãos – As semelhanças e diferenças entre os integralistas e nazistas brasileiros:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/quase-dois-irmaos

6 – Vargas para todos os gostos – De dez em dez anos, celebrações reconstruíram a memória de Getulio:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/vargas-para-todos-os-gostos

7 – Brasil teve campos de concentração em 1942:

http://www1.folha.uol.com.br/folha/brasil/ult96u43301.shtml

8 – Durante a 2ª Guerra, também tivemos nossos campos de concentração – onde japoneses, italianos e principalmente alemães ficaram confinados. Conheça as histórias dessas pessoas:

http://jornalggn.com.br/blog/luisnassif/brasil-tambem-teve-campos-de-concentracao

__________________________________________________

Imagens:

 

 

 

Anúncios

Sobre Estudos Africanos e Afrobrasileiros: 24 vídeos/ filmes, 05 infográficos, 02 sites sugeridos, 03 apostilas, 20 textos e imagens.

0

Vídeos / Filmes:

África-Brasil – 1ª parte – 12 min
 
África-Brasil – 2ª parte – 11 min
 
Goli Guerreiro e as Diásporas Africanas – 15 min
 
 
AMISTAD – algumas cenas – 8  min
 
 
12 Anos de Escravidão – dublado – 2h 13 min
 
 
A história do racismo e do escravismo – BBC – 2h 56 min
 
 
Documentário sobre Tráfico de Escravos – 1ª parte – 16 min 23
 
 
Conexão Repórter – parte 1 – 13 min
 
 
Racismo e Injúria Racial – 5 min
 
 
Racismo e Injúria Racial – qual a diferença? – 4 min
 
 
Cotas Raciais – Leandro Karnal – 2 min 46 –
África na Escola – a Lei 10.639 – 7 min
Emicida fala sobre Racismo – 7 min
Joaquim Barbosa falando sobre Racismo – 6 min
Experimento revela que o Racismo é mais forte do que todos pensam – 4 min
Onde você guarda o seu racismo? – 3 min
Os 3 melhores comerciais contra o racismo – 3 min
Por uma infância sem racismo – vídeo do Unicef com Lázaro Ramos – 4 min
Sobre a Lei de Cotas – 6 min
Sobre a Lei de Cotas – 5 min
Racismo na Escola – Caminhos da Reportagem – 52 min
Personalidades Negras – 4 min
Mulheres Negras – Manana – Yzalu – 3 min
Área de anexos

Visualizar o vídeo África-Brasil (Semente, Raiz e Tempo) 1° parte do YouTube

África-Brasil (Semente, Raiz e Tempo) 1° parte

Visualizar o vídeo África-Brasil (Semente,Raiz e Tempo) 2° Parte do YouTube

África-Brasil (Semente,Raiz e Tempo) 2° Parte

Visualizar o vídeo goli guerreiro fala sobre antropologia e culturas urbanas no programa aprovado do YouTube

goli guerreiro fala sobre antropologia e culturas urbanas no programa aprovado

Visualizar o vídeo 3.tráfico negreiro – AMISTAD.mpg do YouTube

3.tráfico negreiro – AMISTAD.mpg

Visualizar o vídeo 12 Anos de Escravidão Dublado do YouTube

12 Anos de Escravidão Dublado

Visualizar o vídeo A História do Racismo e do Escravismo (BBC). do YouTube

A História do Racismo e do Escravismo (BBC).

Visualizar o vídeo Documentário sobre Tráfico de Escravos – Parte 1 do YouTube

Documentário sobre Tráfico de Escravos – Parte 1

Visualizar o vídeo Conexão reporter – RACISMO – parte 1 do YouTube

Conexão reporter – RACISMO – parte 1

Visualizar o vídeo Racismo e injúria racial são crimes que têm leis e penas do YouTube

Racismo e injúria racial são crimes que têm leis e penas

Visualizar o vídeo Curta Jurídico | Racismo e Injúria racial. Qual a diferença? do YouTube

Curta Jurídico | Racismo e Injúria racial. Qual a diferença?

Visualizar o vídeo Cotas raciais ● Leandro Karnal do YouTube

Cotas raciais ● Leandro Karnal

Visualizar o vídeo África na Escola lei 10.639 do YouTube

África na Escola lei 10.639

Visualizar o vídeo Emicida fala sobre racismo para a #pontejornalismo do YouTube

Emicida fala sobre racismo para a #pontejornalismo

Visualizar o vídeo Joaquim Barbosa falando sobre racismo no Brasil … do YouTube

Joaquim Barbosa falando sobre racismo no Brasil …

Visualizar o vídeo Experimento Revela que o Racismo é Mais Forte do que Todos Pensam (LEGENDADO) do YouTube

Experimento Revela que o Racismo é Mais Forte do que Todos Pensam (LEGENDADO)

Visualizar o vídeo Onde Você Guarda o Seu Racismo.flv do YouTube

Onde Você Guarda o Seu Racismo.flv

Visualizar o vídeo OS 3 MELHORES COMERCIAIS CONTRA O RACISMO do YouTube

OS 3 MELHORES COMERCIAIS CONTRA O RACISMO

Visualizar o vídeo Por uma infância sem racismo. Vídeo do UNICEF com Lázaro Ramos do YouTube

Por uma infância sem racismo. Vídeo do UNICEF com Lázaro Ramos

Visualizar o vídeo Que tipo de cotas instituiu a chamada “Lei das Cotas”? do YouTube

Que tipo de cotas instituiu a chamada “Lei das Cotas”?

Visualizar o vídeo Marta faz brilhante defesa das cotas raciais e sociais do YouTube

Marta faz brilhante defesa das cotas raciais e sociais

Visualizar o vídeo Racismo na Escola – Caminhos da Reportagem do YouTube

Racismo na Escola – Caminhos da Reportagem

Visualizar o vídeo Personalidades Negras do YouTube

Personalidades Negras

Visualizar o vídeo Mulheres negras – Manana (Yzalu ) do YouTube

_________________________________________________

Infográficos:

01 –  A condição da mulher negra no Brasil em números:
 http://www.ceert.org.br/noticias/genero-mulher/12687/infografico-a-condicao-da-mulher-negra-no-brasil-em-numeros

02 – O reflexo do racismo no Brasil:

http://www.innovarepesquisa.com.br/blog/infografico-o-reflexo-racismo-brasil/

03 – Mapa da Intolerância:

http://veja.abril.com.br/multimidia/infograficos/mapa-da-intolerancia

04 – Dez casos de racismo que envergonham o futebol:

http://infograficos.oglobo.globo.com/esportes/dez-casos-de-racismo-que-envergonham-o-futebol.html

05 – Dados sobre racismo no Brasil:

http://www.otempo.com.br/interessa/veja-dados-marcantes-sobre-racismo-e-viol%C3%AAncia-no-brasil-1.950051

____________________________________________

Sites sugeridos:

Fundação Cultural Palmares – http://www.palmares.gov.br/

Geledés – Instituto da Mulher Negra – http://www.geledes.org.br/

_________________________________________________

Apostilas: 

Apostila de EstudosAfricanos / Exercício quilombos Exercício Heroínas negras 

__________________________________________________

Textos:

Destaque

Falar em racismo reverso é como acreditar em unicórnios

Não existe racismo de negros contra brancos porque este é um sistema de opressão. Negros não possuem poder institucional para serem racistas:

01 – Símbolo de resistência: fogo olímpico vai ao Quilombo dos Palmares: 

http://www.ceert.org.br/noticias/quilombos/12048/simbolo-de-resistencia-fogo-olimpico-vai-ao-quilombo-dos-palmares

02 – As novas cercas dos quilombos:

http://www.ceert.org.br/noticias/quilombos/11708/as-novas-cercas-dos-quilombos

03 – ‘Rio dos Macacos é quilombo’, diz Incra:

http://www.ceert.org.br/noticias/quilombos/2555/rio-dos-macacos-e-quilombo-diz-incra

04 – Em nome do Pai, do filho e da Real Fazenda: europeus buscavam na religião as justificativas para o comércio de escravos…

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/o-injustificavel

05 – Cálculos de risco – Para garantir o lucro da operação, traficantes de escravos contabilizavam custos e tentavam diminuir perdas, principalmente mortes:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/investimento-de-risco

06 – Senhora de si – A história da escrava que comprou sua liberdade, juntou patrimônio próprio e ainda entrou com ação de divórcio contra o marido:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/senhora-de-si

07 – Angola é aqui – No vocabulário, na cultura e nos costumes, a identidade brasileira tem origem no outro lado do Atlântico:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/angola-e-aqui

08 – Herança negra – Quilombolas interagiam com comunidades locais e criaram núcleos locais que sobrevivem até hoje:

http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/heranca-negra

09 – Diáspora Africana – Diáspora Africana é a denominação dada a um fenômeno sociocultural e histórico ocorrido nos países africanos, caracterizado pela imigração forçada da população africana a…

Diáspora Africana

10 – Racismo no Brasil/ Apartheid na África do Sul:

http://racismo-no-brasil.info/

11 – Discriminação Racial:

http://racismo-no-brasil.info/discriminacao-racial.html

12 – Lei e Penalidade:

http://racismo-no-brasil.info/lei-e-penalidade.html

13 – Racismo Virtual:

http://racismo-no-brasil.info/racismo-virtual.html

14 – Racismo no Esporte:

http://racismo-no-brasil.info/racismo-no-esporte.html

15 – Sistema de cotas:

http://racismo-no-brasil.info/sistema-de-cotas.html

16 – Religiões de matriz africana surgiram como resistência à colonização e à escravidão:

http://www.brasil.gov.br/intolerancia-religiosa/textos/religioes-de-matriz-africana-surgiram-como-resistencia-a-colonizacao

17 – Brasil: onde racistas só se surpreendem com o racismo dos outros:

Não dá pra ter indignação seletiva, revoltar-se com o que aconteceu com a jornalista, mas calar-se quando é com o porteiro, com o menino da periferia
18 – Mulheres, Negras, Empoderadas:

19 – Mulheres negras em marcha sim: persistir e avançar sempre!

Marcha quer afirmar que mulheres estão alertas e prontas a ocupar espaços, mesmo que esses espaços tenham sido ocupados por outrem

20 – Uma mulher negra feliz é um ato revolucionário’

Esta coluna é da feminista negra Juliana Borges como parte do movimento #AgoraÉQueSãoElas
____________________________________________

 

Imagens:

Sobre os Kamikazes: vídeos, textos e imagens.

0

Vídeos:

__________________________________________________

Texto 01:

Significado de Kamikaze

O que é Kamikaze:

Kamikaze é um termo em japonês que significa vento de Deus ou vento divino, na língua portuguesa.

Esta palavra tornou-se conhecida por ser o nome de um tufão que, supostamente, teria salvo o Japão de ser invadido por um exército de conquistadores do Império Mongol.

O termo também ficou conhecido por designar umgrupo de pilotos suicidas na época da Segunda Guerra Mundial, conhecidos na época por Taiatari Tokubetsu Kogekitai (“Grupo Especial de Ataques por Choque Corporal”).

Os kamikazes eram uma unidade de ataque especial na Segunda Guerra Mundial.  Eram conhecidos por realizarem ataques suicidas por aviadores militares do Império Japonês contra navios dos Aliados, para destruir o maior número possível de navios de guerra.

Alguns ataques aconteciam porque os aviões não tinham combustível suficiente para chegar em uma base segura. Apesar disso, muitos dos ataques eram completamente intencionais, e mesmo antes de levantar voo, os pilotos já estavam preparados para a sua morte.

Os kamikazes eram pilotos japoneses jovens, que arremessavam seus aviões contra os navios inimigos. O ataque kamikaze era um tema muito polêmico, pois nesse caso o piloto ou a tripulação inteira de um avião atacante morria, eliminando probabilidades de salvamento.

Uma vez empenhado no mergulho mortal, era impossível sobreviver ao ataque.

Os aviadores japoneses tinham a cultura de que a derrota ou o fracasso em sua missão era motivo de desonra, não hesitavam em executá-las da melhor forma possível.

Além do mais, o Japão não reconhecia a existência de prisioneiros de guerra, ou seja, a captura pelo inimigo era muito mais temida que a morte.

Fonte: http://www.significados.com.br/kamikaze/

__________________________________________________

 

Texto 02:

Quem eram os camicases?

por Roberto Navarro | Edição 21

Camicases

Esses aviadores não eram uns malucos prontos para se matar, mas uma arma efetiva do Exército e da Marinha japonesa. Eles faziam parte de grupos de pilotos organizados para realizar ataques suicidas contra navios americanos e britânicos no oceano Pacífico durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945). Essa tática desesperada dos camicases (“deuses do vento”, em japonês) refletia a crise do Exército nipônico, quando a derrota para os Aliados era iminente. Tanto que eles apareceram apenas em 1944, quando as Forças Armadas do Japão sofriam com grandes baixas e inúmeras perdas de equipamento. O que movia esses homens para a morte certa era um fervor genuinamente religioso, baseado em valores tradicionais do Japão. Culturalmente, o suicídio em determinadas circunstâncias era visto por eles como demonstração de honra. Uma atmosfera sagrada envolvia os aviadores: na véspera de suas missões eles participavam de rituais religiosos e embarcavam para a morte com espadas de samurai, símbolo máximo da bravura nipônica. Mesmo com todo esse glamour, os camicases geralmente eram pilotos novatos que utilizavam qualquer avião que pudesse voar. Apesar disso, uma aeronave especializada chegou a ser feita exclusivamente para os suicidas. Equipado com motores-foguete, esse avião 100% camicase era minúsculo e pesava só 480 quilos – fora a bomba de mais de 1 tonelada que ele carregava. Pelas contas dos americanos, os camicases não eram muito eficientes: calcula-se que três em cada quatro aviões suicidas eram destruídos antes de atingir o alvo, e apenas um em cada 33 conseguia afundar um navio. Ainda assim, eles espalharam terror no front oriental da Guerra. “As estimativas dão conta que os camicases destruíram mais de 30 navios e mataram 5 mil americanos em uma única batalha”, diz o historiador americano Jon Guttman, editor da revista americana especializada Military History (“História Militar”).

Mergulhe nessa

Na livraria:

Kamikazes

A.J. Barker, Renes, 1975

Kamikaze: Japan’s Suicide Gods

Albert Axell e Hideaki Kase, Pearson Longman Publishing, 2002

Na internet:

http://www.tcr.org/kamikaze.html

Mergulho para a morteAviões japoneses carregavam 1 200 quilos de explosivos e voavam a quase 1 000 km/h1. O avião camicase era basicamente uma bomba pilotável. Tanto que era transportado por um bombardeiro e não tinha trem de pouso. A miniaeronave era solta nas imediações do navio a ser atacado, mas como os bombardeiros eram pesados e lentos, os aviões viravam alvo fácil para os caças inimigos

2. O piloto suicida viajava dentro do bombardeiro. Quando a aeronave chegava às proximidades do alvo, ele descia pelo compartimento de bombas e acomodava-se no avião camicase. Então, ele se desprendia e iniciava um vôo planado por cerca de 80 quilômetros, a 470 km/h

3. A cerca de 5 quilômetros de distância do alvo, o piloto do avião suicida disparava os três motores-foguete da aeronave, movidos a pólvora, e iniciava seu mergulho final em direção ao navio. Nessa hora, sua velocidade passava de 960 km/h, quase 300 km/h mais rápido que os caças americanos encarregados de interceptá-lo

4. Na hora do mergulho, o piloto tentava atingir o navio inimigo no ângulo mais reto possível, para dificultar a ação da artilharia defensiva. Os aviões suicidas não causaram destruição ainda maior por serem comandados por aviadores inexperientes, que não acertavam os pontos mais vulneráveis dos alvos

5. Nas missões suicidas, pilotos camicases usaram também aviões convencionais. Equipadas com cargas de explosivos e tanques extras de combustível para garantir a destruição na hora do impacto, essas aeronaves podiam causar danos graves o bastante para colocar os navios atacados fora de combate, mesmo que não conseguissem afundá-los

6. Para dificultar a ação dos ataques camicases, os americanos reforçaram sua artilharia antiaérea, aumentaram a blindagem dos navios e adotaram manobras defensivas, como evitar concentrações de barcos. A partir de dezembro de 1944, destróieres equipados com radar passaram a ser posicionados a 100 quilômetros das frotas principais. Eles davam um alerta antecipado para orientar os caças que revidavam o ataque

Fonte: http://mundoestranho.abril.com.br/materia/quem-eram-os-camicases

 

__________________________________________________

Texto 03:

Hoje na História: 1945 – Pilotos japoneses receberam primeira ordem para se tornar um kamikaze

Max Altman | São Paulo – 05/01/2014 – 08h00

Blitz dos kamikazes revelavam o desespero do Japão nos meses finais da Segunda Guerra Mundial no Pacífico

Atualizada em 05.jan.2015 às 6h00

Em 5 de janeiro de 1945, pilotos japoneses receberam a primeira ordem para se tornar um kamikaze – Vento Divino, em japonês. A blitz dos kamikazes revelava o desespero do Japão nos meses finais da Segunda Guerra Mundial no Pacífico. A maior parte dos pilotos de ponta havia morrido, e pilotos jovens precisavam de pouco treinamento para fazer explodir seus aviões carregados de explosivos contra navios aliados. Em Okinawa conseguiram afundar 30 navios em que morreram cerca de 5 mil marinheiros norte-americanos.

O termo kamikaze foi utilizado originalmente pelos estadunidenses para referir-se aos ataques suicidas efetuados por pilotos de uma unidade especial da Armada Imperial Japonesa contra embarcações da frota dos Aliados no final da Segunda Guerra Mundial. Os ataques pretendiam deter o avanço dos aliados no Oceano Pacífico e evitar que chegassem às costas japonesas. Aviões carregados com bombas de 250 quilos impactariam contra os objetivos com o fim de afundá-los ou avariá-los severamente.

Kamikaze japonês tenta se aproximar dos barcos da marina norte-americana, em 1945, em Okinawa, mas sofre queda sem acertar o alvo

A origem do mito kamikaze data do século 13, quando uma frota procedente da Mongólia, sob o comando de Kublai Kahn, se aproximou da costa japonesa com o fim de invadir o país. Afortunadamente, um tufão arrasou a frota invasora. Dito tufão foi chamado de Vento Divino, como sinal de que o Japão era o eleito pelos deuses a garantir sua segurança e sobrevivência.

O Japão viveu um crescimento acelerado durante a dinastia Meiji, pasando de país agrário a uma potência industrializada, enfocado no desenvolvimento da tecnologia. Criou um exército forte e moderno, o que levou a uma forte militarização do país. Baseado no modelo colonialista europeu, empreendeu uma quantidade de conflitos armados no continente asiático como a Primeira Guerra Sino-Japonesa de 1894, a Guerra Russo-Japonesa de 1904-1905 e a Segunda Guerra Sino-Japonesa de 1937.

Durante o verão de 1941, Estados Unidos, Reino Unido e Holanda exerceram embargo petroleiro como protesto contra a ocupação japonesa da China. Fracassados os esforços diplomáticos, o Imperador deu ordem para atacar Pearl Harbor em 7 de dezembro. No dia seguinte os Estados Unidos declararam guerra ao Japão.

Nos 6 meses seguintes, o Japão havia conseguido quase todos os seus objetivos navais, tendo afundado ou danificado seriamente importante quantidade de barcos inimigos.

Porém, em 5 de junho de 1942, bombardeiros estadunidenses avistaram uma poderosa  força japonesa e afundaram 4 de seus melhores porta-aviões, um encouraçado e 275 aviões durante a Batalha de Midway, a um custo de um só porta-aviões, o Yorktown. Foi uma vitória decisiva e marcou o ponto de inflexão na Guerra do Pacífico.

Depois de Midway, as forças dos Estados Unidos iniciaram um avanço implacável. Rapidamente os aviões de combate japoneses se viram superados tanto em número como em características técnicas pelos novos aviões norte-americanos. Somente durante a Batalha do Mar das Filipinas, os japoneses perderam mais de 400 aviões e pilotos.

Desde 1942, vozes dentro do exército japonés defenderam o recurso a táticas suicidas para tratar de reverter a situação. Um dos principais opositores era o vice-almirante Yokoi. Eram 3 os motivos fundamentais: alto custo para adestrar um piloto e destruir o avião em uma única missão; os aviões não teriam força para destruir um porta-aviões a menos que se estrelasse contra a pista coalhada de aviões; dificuldade de analisar os resultados.

Finalmente, em meados de 1944, o primeiro-ministro Hideki Tojo deu instruções para que os Corpos de Ataque Aéreo organizassem uma unidade especial, que daría nascimento aos kamikazes.

Os japoneses estavam profundamente influenciados por sentimentos ultra-nacionalistas. Em outubro de 1944, o Nippon Times citou o comandante Sekio Nishina: “O espírito da Unidade de Ataque Especial é o grande espírito que corre pelo sangue de todo japonês. A ação de espatifar-se que simultaneamente mata o inimigo e o piloto é chamado Ataque Especial […] Todo japonês é capaz de converter-se em membro dessa unidade.”

Antes da saída do piloto eram levadas a cabo cerimônias nas quais se lhe entregava a bandeira do sol nascente – insignia da frota naval – com inscrições espirituais, uma pistola e geralmente era oferecido uma taça de sakê ou de chá antes de decolar.

Um grupo especial de ataque suicida formado por caças Zero, carregados com bombas de 250 kg, realizou a primeira missão oficial bem-sucedida, quando a Unidade Shikishima localizou a noroeste da ilha de Suluan uma esquadra norte-americana. O primeiro avião impactou contra um porta-aviões, o mesmo com o segundo, e o navio afundou. O terceiro piloto atirou-se contra outro porta-aviões e o incendiou. O quarto piloto alvejou um cruzador e o afundou.

Desde começos de 1945, os chefes militares discutiam como deter o implacável avanço dos aliados. Após a queda de Iwo Jima, a invasão do territorio nipônico era questão de tempo. As operações suicidas então não só se incrementaram como se coordenou pela primeira vez ataques conjuntos das forças navais e aéreas. Pelo menos 1450 kamikazes saíram das bases japonesas, causando baixa de pelo 5 mil combatentes aliados, as baixas mais numerosas das forças norte-americanas em uma só batalha, Okinawa.

Depois dos dramáticos bombardeios atômicos sobre Hiroshima (6 de agosto) e Nagasaki (9 de Agosto) e a entrada da União Soviética na Guerra do Pacífico, o alto comando começou a preparar a rendição incondicional do Japãp.

Na madrugada de 15 de agosto, o vice-almirante Matome Ugaki convocou 11 bombardeiros para efetuar o último ataque suicida contra a frota inimiga. Quatro desses aviões não conseguiram decolar.

Não há um consenso quanto as cifras definitivas de barcos afundados debido a ação dos kamikazes. Alguns historiadores incluem navios afundados debido aos ataques kaiten (torpedos), pelo que os números vão desde os 34 até os 57 barcos afundados. Uma das listas mais completas e documentadas são as do historiador norte-americano Bill Gordon, quem asegura que a cifra mais exata é de um total de 49 navios afundados.

Fonte: http://operamundi.uol.com.br/conteudo/historia/33285/hoje+na+historia+1945+-+pilotos+japoneses+receberam+primeira+ordem+para+se+tornar+um+kamikaze+.shtml

__________________________________________________

Texto 04:

Cartas reveladas em museu japonês guardam despedidas de kamikazes

Textos que revelam como a guerra pode ir fundo na vida das pessoas. Kamikazes mergulhavam aviões carregados de bombas contra inimigos.

Na Segunda Guerra Mundial, o Japão criou os kamikazes. Pilotos suicidas que mergulhavam seus aviões carregados de bombas contra os navios inimigos. Há exatamente 70 anos, os kamikazes participaram de sua última batalha.

E antes de partir nessas missões sem volta, eles escreviam cartas de despedida para suas famílias. Cartas que só agora foram reveladas.

Uma planície cercada por montanhas é coberta por plantações de chá, em Chiran, no sul do Japão. Nem sempre foi calmo assim. De lá, decolavam os pilotos mais famosos da Segunda Guerra Mundial: os kamikazes.

Eram os momentos finais da pior guerra da história. As tropas americanas avançavam e para detê-las, a tática suicida: lançar diretamente os aviões nos alvos, para causar mais estragos no ataque.

Chiran, na década de 1940, abrigava um centro de treinamento. Só restaram antigos depósitos de óleo e munição. Mas a história também é contada em um museu, bastante visitado. Os mais de quatro mil soldados que morreram nas missões kamikaze são lembrados.

Como todo bom museu, este também vai além de apenas apresentar algumas peças antigas. Ele tenta nos fazer entender aquela época, aquelas pessoas. Para isso, guarda um acervo valioso, feito de papel e tinta: cartas.

Os kamikazes ficavam sabendo das suas missões apenas na véspera. Era quase um ritual: tomavam saquê e deixavam escrita uma última mensagem. Textos que revelam como a guerra pode ir fundo na vida das pessoas.

O senhor Takeshi é um dos responsáveis pelo museu e se emociona sempre que lê o que escreveu Fujio Wakamatsu, como tantos kamikazes, um jovem de 19 anos. “Querida mãe, não tenho nada a falar neste momento. Estou indo, com sorriso, para uma missão, que considero como meu último ato de devoção a você. Não chore: deposite doces no meu altar pela tarefa cumprida”, diz a carta.

“Eles sabiam a importância de defender o país”, explica o senhor Takeshi. “Tinham medo do que poderia acontecer no caso de uma invasão inimiga”.

Em outro ponto do Japão, em Nagasaki, oeste do país, um senhor de 89 anos conhece bem as cartas. Ele reuniu todas as mensagens do museu. Tadamasa Itatsu quis honrar os colegas de farda: ele foi treinado para ser um piloto kamikaze.

Escapou da morte em duas ocasiões: na primeira, o avião em que estava falhou e fez um pouso de emergência. A segunda foi cancelada pelo mau tempo.

“Carreguei durante anos um sentimento de culpa, de vergonha, por não ter morrido como os outros colegas. Para esquecer essa agonia, me dediquei ao trabalho de recuperar os textos”, diz Tadamasa Itatsu.

O senhor Itatsu leu todas as cartas e garante que em nenhuma delas há arrependimento. Segundo ele, havia tristeza, sim, mas eram todos voluntários.

Elas podiam ser curtas, como a de Toyoje Shimote, que escreveu simplesmente: “pela minha nação”. Ou ainda, símbolos do sacrifício a que esses homens se lançavam. O tenente-coronel Masanobu Kuno morreu em maio de 1945. Escreveu para os dois filhos, de cinco e dois anos de idade. “Apesar de invisível, sempre estarei olhando para vocês. Escutem bem o que a mamãe diz e sejam obedientes. Quando crescerem, sigam seus desejos e se tornem japoneses dignos. Não tenham inveja dos outros que têm pai”, escreveu.

O governo japonês quer que as cartas sejam reconhecidas pela Unesco em um programa chamado ‘Memória do mundo’. Documentos que registram ações que influenciaram, positiva ou negativamente, o curso da história. “Queremos mostrar a crueldade da guerra para o mundo e o que ela é capaz de fazer, como as missões kamikaze. Que essa tragédia não se repita nunca mais”, afirma Takeshi.

Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2015/07/cartas-reveladas-em-museu-japones-guardam-despedidas-de-kamikazes.html

__________________________________________________

Imagens:

Sobre a ONU: vídeos, textos e imagens.

0

Vídeos:

Como funciona a estrutura da ONU – Xadrez Verbal – 30 min
 
 
Nações Unidas – Xadrez Verbal – 28 min
ONU: criação e atuação nos dias atuais – 4 min
A ONU é seu Mundo – 7 min
Geografia – ONU – Ginga Soluções – 12 min
ONU – Caiu no Enem – Se Liga Nessa História – 4 min 18
ONU completa 70 anos de fundação –  3 min 25

______________________

Texto 01:

Saiba tudo sobre a ONU, organização mundial que luta pela paz

Criado em 22/06/15 10h52 e atualizado em 22/06/15 11h01

Você já deve ter ouvido falar dela, mas talvez não saiba como ela surgiu e para que ela serve. Então, convidamos você a conhecer melhor essa importantíssima associação.

Tudo começou quando os países que venceram a Primeira Guerra Mundial se reuniram em Paris, na França, no ano de 1919, para assinar um acordo de paz e fundar a Liga das Nações. O objetivo dessa organização era evitar que outras guerras acontecessem. Em setembro de 1939, Adolf Hitler, o ditador nazista da Alemanha, começou a Segunda Guerra Mundial. E a Liga das Nações, como fracassou em manter a paz no mundo, foi extinta oficialmente em 1942.

Mas aí a Segunda Guerra terminou, e, no dia 24 de outubro de 1945, representantes de 47 países participaram de uma conferência em San Francisco, nos Estados Unidos, e criaram a Organização das Nações Unidas. O objetivo? O mesmo da Liga das Nações: lutar pela paz no mundo.

Assim, a ONU foi resultado do trabalho de pessoas que queriam resolver os conflitos mundiais por outros caminhos que não fossem a guerra. Esse ideal de paz resultou na elaboração, em 1948, da Declaração Universal dos Direitos Humanos, um dos feitos mais destacáveis da ONU.

Atualmente

Hoje a ONU conta com a participação de 193 países. Seus objetivos também cresceram: agora ela quer manter a segurança no mundo, construir relações amigáveis entre as nações, promover progresso social, melhores condições de vida e proteger os direitos humanos.

Mas não são só países que fazem parte da ONU. Ela também é formada por organismos especializados, como a Organização Internacional do Trabalho (OIT), a Organização Mundial de Saúde (OMS) e o Banco Mundial, além de outras entidades especializadas em comércio, agricultura e meteorologia.

Desde a época de sua fundação até hoje, a Organização só tem aumentado. Alguns países entraram bem cedo na ONU e continuam firmes e fortes, como o Brasil, que foi um dos 51 países fundadores e participa desde 1945. As principais reuniões acontecem uma vez por ano pelo menos, com os líderes de todos os países-membros, na Sede, que fica em Nova Iorque, nos Estados Unidos.

Por ser uma organização tão grande, é claro que alguém precisa coordenar e pôr ordem nas reuniões, certo? A ONU é liderada pelo secretário-geral, que normalmente é nomeado pelos países-membros nas assembleias gerais. Ele não pode ser presidente de nenhum país, mas deve ter um papel político importante e ser engajado na defesa da paz mundial. O atual secretário-geral da ONU é o chanceler sul-coreano Ban Ki-Moon.

E como a ONU é sustentada? Alguém tem de arcar com as despesas, não é mesmo? O orçamento da ONU funciona assim: cada país pode doar uma quantia de dinheiro para a organização. Esse dinheiro é principalmente usado nas missões de paz da ONU, que acontecem em regiões conturbadas, com o objetivo de dissolver os conflitos.

ONU e as crianças

Tudo isso parece muito bonito e importante, mas o que a ONU tem feito pelas crianças de todo o mundo? A Organização conta com um órgão específico para a infância. É o Fundo das Nações Unidas para a Infância, o famoso Unicef, criado em 11 de dezembro de 1946. Seus primeiros programas ajudaram milhões de crianças após a Segunda Guerra, na Europa, no Oriente Médio e na China.

A ONU também promulgou a Convenção sobre os Direitos das Crianças, que é uma espécie de Carta Magna para as crianças de todo o mundo, pois tem força de lei nos países que a ratificaram. A propósito, a Convenção sobre os Direitos da Criança é o documento de direitos humanos mais aceito na história universal, além de contar com 54 artigos! Você pode conhecer mais sobre os direitos da criança no portal infantil do Unicef.

No Brasil, o Unicef teve participação fundamental em várias medidas destinadas às crianças. Na década de 50, logo quando começou, ele promoveu a política de merenda escolar no Brasil, além de campanhas de vacinação e nutrição. Ao longo das décadas, o Unicef propôs diversas campanhas no Brasil, juntou-se aos governos, às empresas e à sociedade, fez campanhas no rádio, na TV, nos jornais e nas revistas, sempre buscando garantir uma vida melhor para os brasileirinhos.

Fonte:

http://www.ebc.com.br/infantil/voce-sabia/2015/06/saiba-tudo-sobre-onu-organizacao-mundial-que-luta-pela-paz

_________________________________________________

Texto 02:

Organização das Nações Unidas completa 69 anos: veja fatos e curiosidades sobre a ONU

Publicado: 24/10/2014 08:22 BRST Atualizado: 24/10/2014 08:22 BRST
UN Peacekeepers in South Lebanon

392566 01: A soldier from the Indian Battalian of the United Nations Peacekeeping Force of Lebanon patrols along the border with Israel and Syria in an effort to maintain peacekeeping in the former Israeli occupation zone, July 25, 2001. The soldiers oversee the disputed Shebaa Farms closed military area, run medical clinics, and provide other humanitarian assistance to the local population. The Israeli Army has recently demanded that the UN release a videotape shot after three Israeli soldiers were kidnapped by Hezbollah guerrillas last October. (Photo by Courtney Kealy/Getty Images)

“Precisamos das Nações Unidas hoje mais do que sempre, pois este é um momento de múltiplas crises.”

As palavras do secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, ressaltam o cenário de incessantes conflitos ao redor do mundo.

A aparente paz em que vivemos denota tão somente a falta de sensibilidade da sociedade para enxergar que, além das nossas fronteiras, pessoas morrem diariamente em conflitos armados.

Seria ideal um mundo em que a ONU não precisasse existir — significaria que o homem encontrou, enfim, a paz. Até chegar este dia, precisaremos da ONU, que nesta sexta-feira (24) completa 69 anos.

Veja abaixo, números e curiosidades sobre a organização.

193 países
são membros da ONU.

3 nações
não fazem parte da Organização

– Kosovo: declarou a independência da Sérvia em 2008, e não obteve reconhecimento internacional completo para se tornar um membro das Nações Unidas.

– Taiwan: sua adesão à ONU é barrada pela China, que argumenta que Taiwan não é um estado soberano, mas sim parte de seu território.

Vaticano: o estado independente foi criado em 1929 e, por escolha, não faz parte da ONU.

14 de julho de 2011
foi a data que o Sudão do Sul, membro mais recente da ONU, ingressou na Organização.

6 idiomas
são falados oficialmente na ONU: árabe, chinês, inglês, francês, russo e espanhol.

4h30min
foi a duração do discurso mais longo de uma assembleia geral. A fala foi proferida pelo então presidente cubano, Fidel Castro, na Assembleia Geral em 1960. Atualmente, recomenda-se que os chefes de estado falem por 20 minutos.

Castro Speech

Cuban President Fidel Castro addressing the United Nations General Assembly in New York. (Photo by Keystone/Getty Images)

44.000
pessoas trabalham na ONU atualmente

Oscar Niemeyer
foi o responsável por desenhar a sede da ONU junto com outros dez arquitetos do mundo. O edifício está localizado em território internacional na cidade de Nova York.

The Queen Visits The United Nations In New York

NEW YORK – JULY 06: A general view of the UN Headquarters on July 6, 2010 in New York City. Queen Elizabeth II and Prince Philip, Duke of Edinburgh have just completed an eight day tour of Canada and the visit to New York is final day before the royal couple head back to the UK. After paying a historic visit to the United Nations they will visit ground zero and the British Memorial Garden. The Queen last addressed the United Nations in 1957 and it will be the first time she has visited ground zero. (Photo by Chris Jackson/Getty Images)

22%
do orçamento da ONU vem atualmente de doações dos EUA. O país é o que mais colabora com a Organização hoje em dia.

U$5.404 bilhões
é o orçamento da ONU para o biênio 2014-2015

50 nações
assinaram a carta que fundou a ONU em 1945, durante a a Conferência das Nações Unidas sobre Organização Internacional nos EUA. O Brasil está incluído nesse grupo. A Polônia, que não teve representante na conferência, assinou a declaração mais tarde e se tornou o 51º Estado fundador da ONU.

15 países
compõem o Conselho de Segurança da ONU. Cinco deles tem poder de veto: EUA, Rússia, Reino Unido, França e China. As outras dez são eleitas pela Assembleia Geral e ficam dois anos no Conselho.

Mais de 60 nações
que fazem parte da ONU nunca fizeram parte do Conselho de Segurança.

United Nations Security Council Holds Meeting On Situation In Ukraine

NEW YORK, NY – AUGUST 28: The United Nations Security Council (UNSC), meets about the ongoing Ukrainian-Russian conflict on August 28, 2014 in New York City. Russia continues to move troops and men into Ukraine to arm Ukrainian separatists. (Photo by Andrew Burton/Getty Images)

Fonte: http://www.brasilpost.com.br/2014/10/24/curiosidades-onu_n_6035122.html
________________________________________________
Imagens:

Sobre Nazismo no Brasil: texto e documentário.

0

Entre a suástica e a palmatória

Nos anos 1930, órfãos eram escravizados em fazenda no interior de São Paulo por simpatizantes do nazismo

Alice Melo

1/1/2012

 

  • Uma briga de porcos derrubou a primeira barreira que encobria uma história existente apenas nas lembranças de velhos personagens. O obstáculo rompido nos idos da década de 1990 era a parede gasta de um chiqueiro imundo que outrora fora habitado por empregados de uma fazenda localizada no município de Paranapanema, interior de São Paulo. A Cruzeiro do Sul, que hoje beira os 72 hectares de terra. Na ocasião, quem tentava conter os suínos em sua disparada era Tatão, então proprietário das terras, e seu empregado, Aparecido. A dupla falhou ao apartar a rixa; os bichos abriram um buraco na parede e escaparam rumo ao capinzal numa corrida ensurdecedora. Aparecido seguiu os porcos para evitar prejuízo, mas Tatão permaneceu atônito no chiqueiro destruído. Os tijolos maciços caídos no chão, antes encobertos pela argamassa, revelaram ao homem a marca inconfundível, cravada no centro de um losango: a suástica nazista.

    “Eu chamei: hômi, volta aqui, hômi, vem ver isso”, lembra Tatão – apelido de José Ricardo Rosa – fixando os olhos verdes no horizonte, entre uma e outra baforada no seu tradicional cigarro de palha. “Quando ele chegou, eu mostrei a marca pra ele. Ele me disse que era a marca do tijolo. Eu falei: como assim? É a marca da Alemanha! E ele disse que não, era a marca do tijolo. Por anos, eu fui ridicularizado na cidade. Ninguém desconfiava que aquele tijolo, com aquela marca, era a prova de que existiu, naquela fazenda, uma filosofia nazista no passado.”

    A descoberta do tropeiro permaneceu como peça solta de um quebra-cabeça complexo até 1998, quando a enteada de Tatão, Suzane, durante uma aula sobre a Segunda Guerra Mundial, reconheceu, nas imagens do livro didático, a marca encontrada nos tijolos de sua fazenda, e avisou ao professor. O historiador Sidney Aguilar Filho, que trabalhava na cidade de São Roque, a 160 quilômetros da fazenda, não acreditou na história da menina. Foi preciso que ela levasse o material na aula seguinte para que ele iniciasse uma investigação. Esta durou dez anos e culminou na tese de doutorado “Educação, autoritarismo e eugenia: exploração do trabalho e violência à infância desamparada no Brasil (1930-1945)”, defendida na Unicamp em 2011. Com aquele objeto em mãos, o pesquisador rumou à região e se instalou no município vizinho, Campina do Monte Alegre, ou Campininha – cidade hoje com 5 mil habitantes. Lá, teceu os primeiros fios de uma teia tortuosa de significados. Em meio a polêmicas, a teia liga a simbologia nazista presente na propriedade rural a um contexto de simpatia a ideais de racismo e autoritarismo no Brasil das décadas de 1930 e 1940.

    Boi premiado e ficha de documentação de gado da Fazenda Cruzeiro do Sul na década de 1930.Boi premiado e ficha de documentação de gado da Fazenda Cruzeiro do Sul na década de 1930.

    Entrevistando moradores antigos da cidade e revirando arquivos Brasil adentro, Aguilar Filho se deparou com um caso tão curioso quanto o dos tijolos marcados com a suástica: a escravização de 50 garotos órfãos, na maioria negros, numa propriedade rural vizinha. A Fazenda Santa Albertina, com extensão estimada em quase 4 mil hectares de terra. Para sua surpresa, descobriu que tanto a Santa Albertina quanto a Cruzeiro do Sul pertenciam à mesma família no passado: Rocha Miranda. Família tradicional, cujos membros viviam no Rio de Janeiro há gerações, mas mantinham quatro propriedades rurais no interior de São Paulo. Osvaldo, Otávio, Sérgio e Renato Rocha Miranda repartiram as terras do pai, Luís, depois que ele faleceu, em 1915. O caso ilustra, na prática, o ideário eugênico relacionado principalmente à educação por meio do trabalho que permeava o país naquele momento.Ao que tudo indica, Osvaldo Rocha Miranda, ex-proprietário da Santa Albertina, um dos “benfeitores” do orfanato masculino carioca Romão de Mattos Duarte, que pertence até hoje à Irmandade de Misericórdia, no Rio de Janeiro, escolhia as crianças pessoalmente e as retirava para trabalhar em suas terras sob um contrato de tutelato. O documento tinha o aval tanto do juiz de menores da época quanto da madre superiora da instituição. Os meninos que não fugiram ou morreram permaneceram na localidade entre 1933 e 1945. Nunca receberam salário e, por vezes, eram submetidos a castigos corporais. Trabalhavam na lavoura junto aos adultos. Não tinham nomes, eram chamados por números, e permaneciam sob vigilância constante de um capataz. Este levava consigo instrumentos para castigar fisicamente os meninos e andava sempre acompanhado de dois cães pastores-alemães adestrados: Fiança e Veneno.

    A ligação entre as fazendas Cruzeiro do Sul e Santa Albertina, além de familiar, é ideológica. Por mais que as histórias sejam distintas, elas se cruzam em determinados pontos. Os irmãos eram simpáticos à ideologia autoritária: Sérgio Rocha Miranda marcava com a suástica tijolos da estrutura de todas as construções da fazenda, o lombo do gado de exposição, a bandeira da propriedade, que era erguida no mastro, ao lado das bandeiras do Estado de São Paulo e do Brasil. Já o irmão Osvaldo era membro da Câmara dos Quarenta da Ação Integralista Brasileira, com outros dois irmãos, também proprietários de terras na mesma região. Em sua fazenda, os órfãos, mesmo sem ter sapatos, recebiam uniforme de cor verde, engomado, contendo o sigma integralista na braçadeira e no chapéu, para ir a festas nos fins de semana na cocheira da fazenda Cruzeiro do Sul. Os moradores da Santa Albertina, segundo relatos de pessoas que viveram ali, se cumprimentavam gritando “Anauê”, com a mão erguida acima da cabeça.

     

    [Essa reportagem virou documentário. Assista aqui]

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/entre-a-suastica-e-a-palmatoria-1

Segunda Guerra Mundial: as Conferências de Yalta e Potsdan – texto e vídeos

0

A repartição do mundo

Além de definirem os acordos do fim da Segunda Guerra, conferências de Ialta e Potsdam podem ter determinado o início da Guerra Fria

Angelo Segrillo

1/5/2015

 

  • A guerra ainda não tinha acabado, mas as nações que se anunciavam vitoriosas  não pederam tempo: era preciso negociar os termos de rendição e tratar do complexo arranjo futuro entre os países. Como ficaria o mundo depois da Segunda Guerra? As conferências de Ialta, na Crimeia, e Potsdam, na Alemanha, reuniram os líderes dos Estados Unidos, da União Soviética e do Reino Unido em torno de discussões que impactariam o futuro da humanidade.
    Muitos historiadoes consideram as concessões feitas pelo presidente americano Franklin Roosevelt para o líder soviético Joseph Stalin, em relação ao Leste europeu, como determinantes para a formação do bloco da “Cortina de Ferro”, e consequentemente para a bipolaridade que dividiria o mundo por décadas: a Guerra Fria. Outros dizem que as diferenças ideológicas entre o Ocidente democrático e a União Soviética comunista eram tão grandes que a aliança na Segunda Guerra foi um mero “casamento de conveniência” – destinado a ser desfeito de qualquer maneira ao final da contenda, independentemente dos acertos em Ialta e Potsdam.
    Na conferência de Ialta, realizada em fevereiro de 1945, a guerra na Europa já estava claramente entrando em seus estágios finais. Após provações terríveis – como o bloqueio de 900 dias sobre Leningrado, a luta casa a casa em Stalingrado e a maior batalha de tanques da história em Kursk – a União Soviética conseguira não apenas expulsar os alemães de seu território, mas também de toda a Europa oriental. Naquele momento, os soviéticos já haviam avançado pela Alemanha e estavam a apenas 65 quilômetros de Berlim. Diante desse sucesso avassalador, o presidente Roosevelt teve que aceitar a hegemonia de facto da União Soviética sobre os países do Leste europeu, onde suas tropas estavam estacionadas. “Não era uma questão de o que nós permitiríamos aos russos fazer, mas do que poderíamos conseguir que os russos fizessem”, afirmou James F. Byrnes, um dos membros da delegação e o futuro secretário de Estado americano.
    Por um lado, Stalin fazia questão de ter a Europa oriental sob seu controle, como uma espécie de Estado-tampão, para evitar futuras invasões pelo lado oeste. Por outro, as grandes prioridades de Roosevelt eram outras: conseguir a colaboração de Stalin para que a União Soviética declarasse guerra ao Japão ao final do conflito na Europa, e para que seu país participasse da futura Organização das Nações Unidas. No hiato entre estes dois objetivos, ficou subentendido que a Europa oriental ficaria para os soviéticos, assim como a parte ocidental estaria sob domínio anglo-americano.
    A reunião de Ialta resultou nas seguintes deliberações: rendição incondicional da Alemanha e sua divisão em quatro zonas de ocupação (russa, americana, britânica e francesa); desmilitarização e desnazificação do país, com pagamento de reparações aos soviéticos; consentimento da União Soviética em fazer parte da Organização das Nações Unidas e sua declaração de guerra ao Japão dois ou três meses após a batalha na Europa terminar; reconhecimento do governo provisório comunista na Polônia, com promessa de futuras eleições democráticas nesse país e nos outros do Leste europeu onde as tropas soviéticas expulsaram os nazistas.
    A conferência seguinte, em Potsdam, foi realizada entre julho e agosto de 1945, após o final da guerra na Europa. A Alemanha capitulara em 8 de maio – o dia “V” – e o encontro trataria de assuntos práticos de como o país seria administrado no pós-guerra. Colateralmente, seriam feitas discussões relacionadas à guerra com o Japão, que ainda prosseguia.
    Detalhes pessoais foram muito importantes nessa reunião. Roosevelt havia morrido em 12 de abril e foi substituído por seu vice-presidente, Harry Truman. Pelo lado britânico, o resultado das eleições no país seria conhecido exatamente durante a conferência, o que levou o primeiro-ministro Winston Churchill a chegar ao encontro acompanhado de seu rival Clement Attlee. Como o Partido Trabalhista acabou vencendo a disputa, Attlee tornou-se primeiro-ministro do Reino Unido e substituiu o adversário na parte final das negociações.
    As decisões de Postdam foram no sentido de implementar, na prática, o que havia sido acordado em Ialta: divisão da Alemanha, da Áustria e das cidades de Berlim e Viena em zonas de ocupação; desnazificação; desmilitarização da economia alemã, tirando parte de sua indústria pesada como reparação de guerra e impondo ao país a ênfase na agricultura e na indústria leve; reparação à União Soviética em dinheiro, materiais e mão de obra; remoção de populações alemãs da Polônia, Tchecoslováquia e Hungria; alteração da fronteira da Alemanha, com entrega de terras à Polônia, para compensar as perdas dos territórios que ficaram com os soviéticos. Como os soviéticos oficialmente ainda não estavam em guerra contra o Japão, Churchill, Truman e o líder chinês Chiang Kai-Shek emitiram a declaração de Potsdam, que estabelecia os termos para a rendição dos japoneses.
    Durante a conferência, o presidente americano Harry Truman confidenciou a Stalin que os Estados Unidos haviam desenvolvido uma nova arma “extremamente poderosa”. O líder soviético já sabia da informação por meio de seus espiões, e permaneceu impávido. A bomba atômica teria consequências impactantes no restante da guerra com o Japão –  terminada em 15 de agosto após as bombas serem lançadas sobre Hiroshima e Nagasaki – e posteriormente.
    Primeira sessão da Conferência de Potsdam, que aconteceu entre julho e agosto de 1945Primeira sessão da Conferência de Potsdam, que aconteceu entre julho e agosto de 1945

    As tratativas de Ialta e Potsdam foram fundamentais para determinar o curso final da Segunda Guerra. Em vez de uma “corrida a Berlim”, para ver quem dos aliados conquistaria primeiro a Alemanha, os lados ocidental e soviético realizaram uma ocupação conjunta daquele país. Estabeleceram também uma “divisão de condomínio” sobre a Europa como um todo, com a parte oriental sob domínio soviético e a ocidental com hegemonia dos Estados Unidos, Reino Unido e, secundariamente, França. O lado asiático também foi tratado, porém de forma mais difusa: ali a participação da União Soviética foi mínima e as realidades acabaram se formando caso a caso, mas sob hegemonia básica ocidental, em especial norte-americana.
    O mais importante talvez tenha sido não tanto o final da guerra, mas o período posterior a ela. Nessa fase, a aliança entre os soviéticos e os países ocidentais se rompeu e teve início a chamada Guerra Fria, cujas origens são controversas: fruto daqueles acordos ou consequência inevitável de uma polarização prévia? Talvez uma liderança mais hábil e menos belicosa pudesse ter mantido a aliança dos tempos de Segunda Guerra para depois de seu final. Há quem suponha, por exemplo, que se o presidente Roosevelt, mais conciliador, tivesse sobrevivido e liderado as negociações no lugar do hostil Harry Truman, provavelmente teria emergido um status quo mais pacífico na relação com a União Soviética no pós-guerra. Há uma corrente de autores revisionistas que coloca a culpa do início da Guerra Fria mais nos Estados Unidos do que na União Soviética: arranjos como o sistema de Bretton-Woods e o plano Marshall seriam um prosseguimento da tradicional política imperialista das “Portas Abertas” já empregada pelos Estados Unidos no século XIX em relação à China e ao Japão.
    Seja como for, as conferências de Ialta e Potsdam tiveram uma importância que possivelmente transbordou os arranjos relacionados ao fim da Segunda Guerra Mundial: ao apontar os caminhos do fim do conflito, podem ter incubado a Guerra Fria e uma longa bipolaridade mundial.
    Angelo Segrillo é professor da Universidade de São Paulo e autor de Os Russos (Contexto, 2012) e De Gorbachev a Putin (Prismas, 2014).
    Saiba Mais
    FERRO, Marc. História da Segunda Guerra Mundial. São Paulo: Ática, 1995.
    GADDIS, J.L. História da Guerra Fria. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2006.
    MEE, Charles L. Paz em Berlim: a conferência de Potsdam e seu mister de encerrar a Segunda Guerra Mundial. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2007.
    WAACK, William. “Conferências de Yalta e Potsdam (1945)”. In: MAGNOLI, Demétrio (org.). História da Paz. São Paulo: Contexto, 2008.

Fonte: http://www.revistadehistoria.com.br/secao/capa/a-reparticao-do-mundo

  • _____________________________________________________

VÍDEOS:

 

 

Eleições Presidenciais nos Estados Unidos – Infográficos e textos.

0

Infográfico 1 – eleições-presidenciais-americanas-1

Fonte:

Infográfico: as eleições presidenciais dos EUA em 10 passos

__________________________________________________

Infográfico 2 –

__________________________________________________

 

Infográfico 3 – http://www.estadao.com.br/infograficos/o-sistema-eleitoral-norte-americano,internacional,321392

__________________________________________________

Tentamos resumir o funcionamento das eleições nos EUA em 15 passos

10/02/201616h00

do BOL
Se você acha complicado o sistema eleitoral brasileiro, prepare-se para conhecer a regra do jogo nos Estados Unidos.
Em novembro deste ano, os norte-americanos vão escolher o sucessor de Barack Obama através de eleições indiretas.

Reprodução/Playbuzz
Reprodução/Playbuzz

1

Gigantes e nanicos

Os EUA têm 75 partidos políticos. Destes, seis apresentam candidatos à presidência, mas só dois se destacam – o Republicano e o Democrata. Eventualmente, algum candidato sem partido também ganha espaço na mídia
Reprodução/Slate
Reprodução/Slate

2

Vai quem quer

O voto é facultativo nos Estados Unidos. Com isso, os candidatos têm de convencer os eleitores a votar e a votar neles
Reprodução/Abcnews
Reprodução/Abcnews

3

Todos querem

Cada partido pode ter diversos pré-candidatos à presidência. Para escolher qual deles concorrerá, são realizadas eleições primárias nos Estados
Reprodução/Wbur
Reprodução/Wbur

4

Escolha do pré

Nas eleições primárias, os eleitores de cada Estado votam em quem consideram o melhor pré-candidato de cada partido. Em 2016, os dois partidos principais reúnem 15 pré-candidatos à sucessão de Barack Obama
Reprodução/mapsof.net
Reprodução/mapsof.net

5

Foi dada a largada

O primeiro Estado a realizar eleições primárias é Iowa e, por isso, atrai a atenção do eleitorado de todo o país para saber quem sai na frente
Reprodução/thetacomaledger
Reprodução/thetacomaledger

6

Caucus quê?

O Estado de Iowa usa um sistema eleitoral chamado caucus. No caucus, cada região faz uma assembleia e indica seus delegados em número proporcional ao de seus habitantes. A palavra caucus tem origem indígena
Reprodução/Business Insider
Reprodução/Business Insider

7

Tipo futebol no campinho

No caucus, não se usa cédulas eleitorais: quem apoia um candidato a delegado vai para um lado da sala, e quem apoia outro, vai para o outro lado
Reprodução/am1170theanswer
Reprodução/am1170theanswer

8

Eu prometo

Os delegados eleitos são apoiadores de algum pré-candidato à presidência, e o pré-candidato que tiver mais apoiadores eleitos é considerado o vencedor do caucus de seu partido
Reprodução/Scholastic
Reprodução/Scholastic

9

Cada um na sua

Em 2016, 35 estados escolherão seus candidatos por eleição convencional, 10 estados através de caucus e oito por convenções dos partidos
Reprodução/NPR
Reprodução/NPR

10

Agora vai

Depois das eleições primárias, os nomes dos candidatos são definidos e acontece a eleição para presidente. Ou quase isso
Reprodução/Khou
Reprodução/Khou

11

A hora da urna

Na primeira terça-feira de novembro de cada ano bissexto, os eleitores inscritos para votar vão às urnas e escolhem quem deve ser o presidente e o vice-presidente
Reprodução/Frontloading
Reprodução/Frontloading

12

Voto indireto

Os votos dos eleitores são computados em cada Estado, e apenas indicam aos deputados e senadores daquele Estado em quem eles devem votar no Colégio Eleitoral. Por exemplo: se o candidato republicano vencer na Califórnia, todos os deputados e senadores da Califórnia devem votar no candidato republicano
Reprodução/USnews
Reprodução/USnews

13

Colégio eleitoral

Finalmente, 538 pessoas, entre senadores, deputados e delegados de Washington (o distrito federal deles) decidem quem será o próximo presidente dos EUA, respeitando a decisão popular de cada Estado
Reprodução/Slate
Reprodução/Slate

14

Primeiro turno

Se nenhum dos candidatos obtiver mais de 270 votos no Colégio Eleitoral, os deputados escolhem o presidente, e os senadores escolhem o vice
Reprodução/
Reprodução/

15

Maioria simples

Mas esta etapa também não é simples: cada grupo de representantes de um Estado vale um voto. Assim, se o candidato à presidência do Partido Republicano tiver maioria de representantes em 20 Estados e o candidato do Partido Democrata tiver maioria em 21 Estados, vence o democrata. E a mesma regra vale para a definição do vice-presidente, que até pode ser do partido de oposição ao presidente

Fonte: 

http://noticias.bol.uol.com.br/bol-listas/tentamos-resumir-o-funcionamento-das-eleicoes-nos-eua-em-15-passos.htm