3ão Salesiano Dom Bosco 2016 – Textos de aluno(a)s sobre Imperialismo

No último dia 04, realizamos a AV1 do II trimestre, da qual fez parte a questão discursiva a seguir:

PARTE II – QUESTÃO DISCURSIVA (valor = 1,0)

QUESTÃO 01

Imagem1http://www.google.com.br/imagens

   Com base nos conhecimentos sobre Imperialismo, analise o texto não verbal apresentado acima.

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Selecionei algumas respostas e, com autorização do(a)s autore(a)s, compartilho a seguir os primeiros textos que já recebi.

Boas leituras!

Texto 01 – João Pedro Rocha – 3º A

Depois de feita a análise do texto não verbal, é possível identificar vários elementos importantes para entender o imperialismo x globalização.  Primeiramente, a bandeira dos EUA está como destaque na análise, pelo fato de, durante a história, ter seu país ligado ao imperialismo muitas vezes. Esse imperialismo está presente em alguns países da América Latina, nos blocos econômicos, nos quais os EUA estão presentes, na ONU, onde mantém relações extra-diplomáticas a favor dos seus interesses políticos, entre outros. O segundo elemento são as transnacionais presentes no mundo todo, com os seus produtos de altíssima qualidade, entretanto produzido por uma mão de obra com condições análogas à escravidão. Como, por exemplo, a Nike, que já sofreu denúncias de trabalho escravo no Vietnã. Todos esses elementos transparecem ao mundo que este é totalmente globalizado, onde as fronteiras sociais e geográficas não existem mais. Um mundo também com a cultura americana disseminada entre quase todos os países ocidentais. Todavia, ignoram o fato de que essa globalização é erguida pelos que não tem vozes e que pode ser conceituada com a famosa frase de Maquiavel, “os fins justificam os meios “.

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Texto 02 – João Pedro Rego de Oliveira – 3º B

Os Estados Unidos, a partir da Primeira Guerra Mundial, começaram a construir um grande poder econômico e militar, o que proporcionou a eles o “comando” de diversos países. Com um elevado índice de lucro e representatividade, muitas são as empresas, as quais querem ter demasiadas fábricas, produtoras de suas mercadorias, o que leva os Estados Unidos a engrandecerem seu “marketing mundial”. Muitas empresas como a “Apple” e a “Disney” aproveitam-se do alto índice populacional estadunidense e o utilizam para ampliar este número quando as pessoas viajam exteriormente com destino a outros países e até internamente, em pouquíssimas regiões, onde não há, ainda, uma grande taxa de pessoas aproveitando as mercadorias e reproduzindo o que veem nas televisões. Analisar um fato como este, em que os logotipos influenciam e modificam o modo e a maneira de agir e pensar é de extrema importância, o que se leva à conclusão de que os Estados Unidos, por mais mínima que seja, estão vinculados a quase todos os países, a partir de suas empresas, que não são poucas.  .

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Texto 03 – Lara Teixeira – 3º B

O imperialismo, sistema político, social e cultural de uma potência econômica sobre outras nações, tem caráter expansionista, onde impõe suas características, principalmente no cinema, na música, e nos sistemas de “Fast food”, pelos Estados Unidos, e pela expansão de suas marcas e mercados sobre outros países “dominados”.

Com a constante globalização e expansão dos sistemas norte americanos imperialistas, este espalha pelo mundo, de forma inteligente, seus produtos, e cada vez mais cresce como potência capitalista.

A imagem faz alusão ao avanço da cultura estadunidense que funciona como um modelo ao mundo, impondo seus valores e suas construções, de forma a abranger toda população mundial e potencializar suas marcas e seu país de forma devastadora, o que traz poder e riqueza à sua nação.

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Texto 04 – Lorena Barreto – 3ºB

A imagem pode ser entendida como a ação imperialista dos EUA na atualidade. Através das multinacionais espalhadas nos vários países e em diversos setores, os Estados Unidos conseguem participar direta e indiretamente tanto na economia dos países-sede, quanto na estrutura social, disseminando sua cultura e alienando a sociedade em favor dos seus produtos, criando então certa dependência desses Estados em relação ao capital americano. Além disso, conseguem ampliar seus mercados consumidores e a expansão capitalista, fortificando mais sua economia e “supremacia”.

O avanço da globalização é bastante importante para que os EUA consigam abranger maiores áreas com seu imperialismo, pois é um meio de fácil e rápida pulverização de informações e que aos poucos vai homogeneizando os diferentes povos, fazendo com que essa potência cresça ainda mais e dissemine seus objetivos e o imperialismo capitalista.

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Texto 05 – Agni de Jesus – 3º B

Os Estados Unidos, enquanto uma nação imperialista, conquistaram um largo espaço mundial de uma forma bastante particular. Enquanto o mundo estava acostumado a um imperialismo militar, os Estados Unidos o fizeram de forma diferente; por meio dos produtos, marcas e empresas multinacionais que levavam consigo a ideologia e a cultura do país e também por meio de empréstimos monetários com o FMI, que mantinham os países com dívidas e dependentes. Tais fatos podem ser associados à imagem acima, quando é exposta a tão conhecida bandeira dos EUA com uma significativa modificação; no lugar das estrelas foram representadas as logomarcas de grandes empresas americanas. Essa modificação serve para lembrar a forte influência dessas empresas em quase todo o mundo, ou seja, estão sendo expostos símbolos do imperialismo americano no mundo através de seus produtos.

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Texto 06 – Matheus Loureiro – 3º B

A bandeira dos EUA, potência mundial, traz consigo marcas que são extremamente ricas e que são referências mundiais. Essas corporações, cada vez mais, procuram expandir o seu mercado consumidor e área de influência, levando em conjunto uma forma de dominação oculta aos vossos olhos, que conhecemos como imperialismo.
Essa forma de dominação influencia arduamente na cultura dos países dominados, como Brasil e Canadá, que tentam acompanhar o estilo de vida norte americano. É comum visualizar nos países citados, o valor social que se dá a produtos de marcas presentes na imagem como Iphone, tênis da Nike, café do Starbucks, dentre outros.
O valor social agregado de certos produtos é uma consequência do fetiche da mercadoria, previsto em ”O capital” de Karl Marx. Essa ferramenta age na massa social que insere um valor sentimental a certos bens de consumo, além de ser um instrumento utilizado pelos Estados Unidos com o objetivo de garantir a sua influência em diversos territórios.

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Texto 07 – Esaú Moreira – 3º A

O texto não verbal apresenta as grandes marcas dos mais variados setores que têm origem estadunidense, deixando de forma clara o poder que o país tem no mercado internacional. Com o fenômeno da globalização cada vez mais presente no mundo inteiro é natural que a maior potência mundial (os Estados Unidos da América) esteja presente. Um exemplo disso são as redes de fast-food que estão espalhadas no mundo todo, ou até mesmo na montagem de veículos que na maioria das vezes, envolve peças de vários países. Uma estratégia muito comum utilizada pelos norte-americanos é a compra de patentes visando um lucro futuro, como uma nação imperialista vale muito á pena “ostentar” suas grandes marcas.

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Texto 08 – Fernanda Pascoal – 3º A
A globalização fez com que as transnacionais (empresas que tem sede em local desenvolvido e que colocam filiais em outros locais do mundo por mão de obra mais barata e fornecedor de matérias primas) ficassem conhecidas popularmente no mundo. Como no imperialismo, em que países como a Inglaterra queriam dominar outros países, expandir seu mercado e seus negócios a fim de ampliar cada vez mais, é o que acontece com essas marcas como McDonald, Google, Apple, para ser muito consumidas, que são marcas também totalmente capitalistas e por fim colocar várias outras filiais espalhadas pelo mundo. Todo esse processo desencadeia o poder do capitalismo, a ampliação dos seus mercados, expansão das marcas, mão de obra barata e mais matéria prima, tudo o que os países imperialistas queriam.

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Texto 09 – Teila Almeida – 3º A
O imperialismo, como sendo uma forma de domínio e disseminação de poder, foi uma grande influência para a expansão de ideais e do comércio de alguns países. Para alcançar a escala global, muitos países precisaram adotar medidas imperialistas que os colocavam como superiores, como por exemplo, os Estados Unidos, que usavam justificativas como o Destino Manifesto, que afirmava que o povo estadunidense era superior e viera ao mundo com a missão de civilizar e dominar todas as nações.
Atualmente, os EUA são a maior potência mundial, pois usam de artifícios e acordos comerciais para intensificar cada vez mais o seu desenvolvimento. Dentre esses acordos, pode-se citar a Emenda Platt, que concedia a sua intervenção em Cuba, a construção do canal do Panamá e também a diplomacia do dólar, que gerava dependência econômica dos países para com os Estados Unidos. Conclui-se que o imperialismo foi/é, a principal causa da globalização, sendo também o influenciador do avanço estadunidense, em escala tão grande.

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Texto 10 – Mariana Reis – 3º B
A maioria das empresas e marcas que circulam o mundo são de origem estadunidense, o que configura em um imperialismo, que pode ser econômico, cultural ou social. Tal fato movimenta a economia do país e o transforma em uma potência mundial. O consumismo é fundamental para a propagação desses simbolismos nas redes globais. Em relação ao contexto contemporâneo, o imperialismo cultural pode ser definido como interferências às instituições e a identidade de povos oprimidos para fins das classes imperialistas, que é propagado de modo agressivo que suprime as tradições locais. Tem-se como exemplo, a indústria cultural dos EUA, que é a mais expressiva, propagando costumes, filmes, marcas, símbolos, livros entre outros, para todo o mundo e consequentemente dando a ideia de homogeneidade, além de ser uma forma de manutenção da sua hegemonia.

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Texto 11 – Juliana Brito – 3º A
A imagem acima representa bem o Imperialismo estadunidense, pois os EUA sempre quiseram dominar todos, valendo-se de justificativas fajutas como a defesa de ser uma raça especial e ter o “peso” de nortear todos os outros que não são. Defendem também que é este o destino da nação estadunidense; quando se referem a si mesmos como americanos, estão excluindo todos da América Central e Sul, quando na verdade, todos são americanos, inclusive nós brasileiros. Como os Estados Unidos não podem implantar o colonialismo no mundo todo — apesar de quererem –, praticam o imperialismo através da criação de multinacionais que movem a economia do mundo todo, sendo elas no meio do entretenimento, como a Disney e a Warner, ou no meio alimentício como a Coca-Coca e a Pepsi. Por meio das empresas, reafirma o posto de maior economia do mundo, deixando subentendido que além de país, Estado, é um Império.

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Texto 12 – Amanda Adne – 3º A

A mundialização do capital é reflexo dos interesses das grandes potências capitalistas na busca por mercados consumidores, mão de obra barata, matéria prima e expansão. Com o advento tecnológico, a rapidez da circulação de informações e a facilidade da comunicação, esses interesses foram firmados. Diante disso, o mundo se tornou uma grande aldeia global em que os países desenvolvidos exercem uma espécie de liderança sobre os países subdesenvolvidos. Somado a isso, as grandes potências instalam multinacionais dentro desses países subdesenvolvidos, e estes fornecem mão de obra barata, espaço e matéria prima. Além disso, os países menos desenvolvidos ainda serão consumidores dos produtos fabricados em seu território. Portanto, esse fenômeno que permeia sobre o imperialismo e o processo de globalização, favorece cada vez mais as grandes potências, dando destaque aos Estados Unidos.

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Texto 13 – Juliane Schmitt – 3º A

As ações imperialistas são em sua maioria de cunho de dominação, seja ela econômica, política, territorial ou social. As marcas são selos que representam a dominação, criando assim verdadeiros fiéis de um mercado consumidor globalizado. Os símbolos usados, sempre são remetidos aos países de sua origem, como a exemplo dos Estados Unidos, que são cotidianamente citados no mundo todo por conta de suas marcas. A Mc Donald’s e a coca-cola são a demonstração de como as mentes são dominadas por invenções estadunidenses. No Nepal, em regiões montanhosas, é possível encontrar a venda de coca-cola. Um lugar recentemente destruído por um terremoto, que possui um “símbolo de felicidade”, que carrega em sua essência o império americano.

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Texto 14 – Mariana Couto – 3º A

Desde o fim da segunda guerra é perceptível o domínio imperialista dos Estados Unidos da América (EUA). Fato esse que se consumou ainda mais com a era da informática se espalhando pelo globo, através da globalização.

Empresas e marcas locais viraram as multinacionais que comandam pessoas de todo o mundo, viraram grandes exploradoras de mão de obra infantil. Onde já se viu crianças escravas fazendo bonecos e bonecas para outras brincarem? Grandes continentes explorados e minados, adultos, crianças, adolescentes e idosos sonhando com o modo de vida americano. Famílias norte americanas viraram objetivos de vida, criaram-se consumidores frenéticos por produtos importados. Pessoas agora são rótulos. Todos nós somos o fruto de uma ideologia expansionista e imperialista que comanda o mundo.

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