3ão Salesiano Dom Bosco 2016 – Exercício 02 – Textos de aluno(a)s

  Clique no link abaixo e confira como foi proposto ao(à)s aluno(a)s o  2º exercício do ano letivo :

EXERCICIO 02

 

  Entre os muitos textos produzidos, selecionei alguns e pedi autorização ao(à)s respectivo(a)s autore(a)s para compartilhá-los aqui no OSPYCIU, pelo que agradeço. 

Eis os primeiros textos e, tão logo eu receba outros, os publicarei.

 Boas leituras!

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Texto 01 – Mariana Couto – 3º A.

Durante toda a história da humanidade,  o preconceito esteve presente no dia a dia, em relação a tudo e a todos, porém, sempre foi feita uma exigência de respeito mútuo entre as pessoas, ocorreram diversas manifestações a favor da aceitação de todos:  deficientes, mulheres, gays e a favor de religiões vistas com um prejulgamento.

Muitas causas conseguiram o respeito e foram agregadas na sociedade, porém, nos dias atuais, pontos de vista são julgados e massacrados por aqueles que um dia já foram vítimas do preconceito, oprimindo os que um dia já foram seus opressores, uma situação que não deveria ocorrer, já que estas pessoas um dia já foram tratadas com violência, tanto física quanto verbal e deveriam entender e compreender outros pontos de vistas e outras crenças.

Outro ponto que se nota na contemporaneidade é o pedido de liberdade de expressão, contudo, apesar de tão desejada, as suas normas não são cumpridas, nem seguidas, ocorrendo, assim, julgamentos desnecessários contra pessoas que expuseram suas opiniões, ou um antônimo dessa situação, um exacerbamento de discursos que ferem o significado do termo “liberdade de expressão”.

Um dos personagens dos quadrinhos se declara gostar de ser negro, gay, de esquerda e liberal, depois outro afirma que é: branco, hétero, de direita e conservador. Nas próximas falas, o personagem 1 passa a ofender o personagem 2, de maneira que ocorre uma contradição do que foi dito anteriormente, principalmente sobre o vocábulo “liberal” e logo depois julga o outro pelas crenças dele, ofendendo-o. Esta ação acaba contradizendo o sentido da palavra, pois possui como significado defender e aceitar a liberdade individual e da igualdade do próximo, tornando assim o discurso inválido, mostrando um exemplo claro do que foi citado anteriormente.

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Texto 02 – Bruna Andrade Santos – 3º A

  Durante o seu processo de construção, a humanidade estabeleceu e obedeceu a padrões. Padrões esses que no decorrer dos séculos, se apoderou de força e proporção.

A mentalidade de diversas pessoas foi condicionada a reproduzir discursos preconceituosos e impensados.

Há mais ou menos um século, os cidadãos se posicionaram ativamente em seus questionamentos. Tabus nas mais diversas áreas foram quebrados e veio à tona a liberdade do ser. Junto a essa liberdade, opiniões divergentes acerca desses tabus (raça, orientação sexual, credo religioso, etc) passaram a se chocar, e a sociedade que deveria se unir, passou a se contrapor.

Atualmente, os grupos estão tão focados em defender suas opiniões, que acabam por desrespeitar e diminuir aqueles que apresentam visões contrárias. A cegueira social distorce o princípio básico da cidadania: o respeito. Por exemplo: o mesmo religioso que condena o julgamento aponta o dedo para o seu semelhante pelo fato de não partilharem da mesma fé.

Há um dogmatismo e uma hipocrisia explicita reinando nos diversos momentos do dia a dia. Se a população puser em prática o senso crítico, retomar a consciência e der valor ao que realmente importa, com certeza a vida em comunidade será muito mais humana.

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Texto 03 – Mariana Reis – 3º B

  O racismo é o preconceito e a discriminação que tem como base contextos sociais nos quais as diferenças biológicas entre os povos organizam de forma categórica. Na maioria das vezes, as práticas sociais ou sistemas políticos fazem com que as raças sejam classificadas como inferiores ou superiores.

Outra temática é a definição do que é ser homem ou mulher. Vem de uma esfera biológica, mas as experiências humanas mostram que um indivíduo pode ter outra identidade, refletida nas representações de gênero ou orientação sexual. No entanto, referente à tirinha, o personagem negro e homossexual apresenta um discurso de autoafirmação, contra a opressão ainda vigente. Já o outro personagem afirma algo que não foge da norma padrão, o que indiretamente configura uma forma de preconceito por conta de processos históricos de luta e resistência.

Segundo Marilena Chauí, a ideologia tem como função ocultar e dissimular as divisões sociais e políticas, dando-lhes a aparência de indivisão social e de diferenças naturais entre os seres humanos.

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Texto 04 – Amanda Adne – 3º A

 

Não é de hoje que ideais de inferioridade a alguns grupos são perpetuados na sociedade. Desde o período colonial e a escravidão, os negros eram vistos como seres que só existiam para o trabalho e serviam como mercadoria para os brancos, os ditos ”sangue puro”. Além disso, por um longo período de tempo, a mulher era vista como um instrumento de procriação e realização das tarefas domésticas. Portanto, a criação de estereótipos é fruto de uma construção histórica que reflete de forma nítida na sociedade atual. Com a evolução do pensamento do homem, os grupos que sofrem discriminação, seja pela cor da pele, por religião, política, gênero ou orientação sexual, passaram a lutar por uma sociedade justa e igualitária, se manifestam cada vez mais em busca dos seus direitos. Por outro lado, há uma contradição no momento em que os grupos ”politicamente corretos” exigem igualdade e respeito, porém não respeitam a opinião do próximo querendo limitar seus discursos e as palavras que devem ou não ser utilizadas. Basta expressar um desacordo às ideias dos ”incontestáveis”, já se torna sinônimo de ódio e fobia. Lutar por um meio social igualitário é necessário, no entanto, esperar e impor que todos concordem com seus ideais é ilusão. Diante disso, os grupos oprimidos passam a ser protagonistas da opressão, uma vez que criminalizam uma opinião contrária e julgam como intolerância. Portanto, qualquer relação humana deve ser baseada no respeito, cada um com os seus pensamentos, desde que não sejam expressos com o intuito de ferir o próximo.

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Texto 05 – Mario Eduardo – 3º A

  Conceito sem fundamento

Uma grande parcela da sociedade julga e aponta o dedo para o próximo, como se o mesmo fosse o centro dos erros e das diferenças, estabelecendo um julgamento inicial, sem base.

Na tira, pode-se observar uma “oposição” em relação aos conceitos iniciais realmente vistos diante da sociedade, onde o negro que normalmente é oprimido torna-se o opressor.

O conceito preestabelecido sem fundamento não está relacionado apenas com a cor da pele e sim com outros inúmeros fatores como foi visto, existindo o preconceito sexual, o preconceito político e religioso.

Com o passar dos anos, a luta por essa igualdade vem crescendo e gerando novos horizontes, entretanto, existem pessoas com um preconceito interno e aquelas que se fazem de politicamente corretas. Que lutam e não sabem ao menos o motivo da luta ou da real intenção. Muitas vezes são essas pessoas que apenas falam o que está na mídia e que “tomam a frente” da luta fazendo discursos ofensivos e julgando o outro, existindo, com isso, uma grande hipocrisia. Sendo que o real objetivo é acabar com o pensamento preestabelecido e sem verdades!

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Texto 06 – Lara Mourão – 3º B

Por conta de conceitos emoldurados pela mídia, os fatos históricos vêm sendo enfatizados e muitas vezes distorcidos, causando consequente extremismo entre aqueles que não procuram se informar corretamente.

O senso comum acaba atuando como peça-chave para a intolerância, seja religiosa, racial, social ou política. O passado conturbado da “raça” negra deixa sua marca até hoje, mas com o detalhe de que os negros atualmente sabem de seus direitos. Com manifestações constantes que buscam direitos iguais para todos, qualquer comentário ou ato contrário é tido como preconceito.

Como todas as revoluções históricas exigem certo tempo para adaptação, com a “igualdade de direitos” será a mesma coisa. Ainda existem aqueles que acreditam em tudo o que ouvem, e aqueles radicais que querem a mudança “para ontem”, e esses são os principais motivos para conflitos.

A ideologia atual exige que você seja revolucionário: “100% negro”, “Love wins”; “Fora Dilma”. Caso você não demonstre publicamente seu desejo de mudança, é considerado preconceituoso.

Nessa era “Igualitarismo”, por que um “branco” não pode ter orgulho de sua cor? É direito e não implica em desrespeito com as demais etnias. Um hétero pode ter o mesmo orgulho de sua orientação sexual  que aquele que é homossexual. Por que só olhar um lado da história? Aquele que pensa diferente tem o mesmo direito que você. Quando todos forem respeitosos com as diferenças, a revolução poderá acontecer de forma mais rápida.

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Texto 07 – Maria Clara Rosendo – 3º A

 

A sociedade atual sofre diversos impactos devido às consequências dos acontecimentos históricos sociais, políticos e também religiosos, que tiveram e ainda têm grande relevância nos meios para boa convivência do serhumano.
O preconceito, no sentido literal da palavra, significa um conceito formado antecipadamente, sem fundamento sério. Diante disso, a tirinha sugere algumas interpretações. Entre elas, a primeira é percebida pela questão racial na qual de acordo com os ocorridos históricos, o negro geralmente é a vítima da aversão e a tirinha transmite outra concepção, pois o alvo do preconceito é um branco.

A leitura imagética abre portas para uma segunda visão que é o comportamento de parte da população que acredita que toda opinião e escolhas pessoais são preconceituosas ou inaceitáveis por serem diferentes do que querem ou gostariam de ouvir.
De acordo com o mencionado, é perceptível que a sociedade ainda tem um posicionamento inconveniente em relação ao julgamento e respeito às opiniões pessoais alheias. Além disso, a maioria dos desentendimentos ocorridos atualmente é decorrente dos conflitos raciais que existem na humanidade desde o início dos tempos. Portanto, este assunto ainda está em evidência e merece muitas discussões.

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Texto 08 – Letícia Meirelles e Silva – 3º A

 

Somos inseridos em uma sociedade a qual foi construída com alguns pensamentos equivocados de superioridade em relação ao próximo. Por este motivo sempre existiram grupos, que de acordo com seu lugar na sociedade, eram beneficiados, pois se encontravam numa posição de poder. A exemplo os grupos dos brancos, heterossexuais, homens, etc.
Por conta dessa questão de superioridade e inferioridade, a história possui diversos relatos de  revoltas de grupos minoritários, os quais reivindicam a igualdade, tais como a inconfidência baiana, a revolta dos malês, movimentos gays e as manifestações das feministas, com bastante repercussão no século XXI.
No entanto, como demonstra a charge, os grupos que eram, numa época, os oprimidos, em algumas situações assumem o papel de opressor, pois ao afirmar que gostar de ser branco ou hetero, em uma sociedade na qual essas vertentes favorecidas oprimiam seus diferentes, entende-se que os grupos majoritários preferem possuir o poder e de fazer parte da classe dominante. Entretanto, a realidade não é essa. Porque é possível  identificar-se com grupos os quais historicamente foram opressores, sem possuir as mesmas ações e ao contrário, agir de forma igualitária.

 

Texto 09- Juliana Brito – 3º A

 

Em um Estado laico e democrático, no qual vivemos hoje, é impossível não reparar nas diferentes ideologias formadas ao nosso redor. Entretanto, será que aqueles que gozam da liberdade de defendê-los têm o devido discernimento para respeitar as outras?
Residimos em um país de altos contrastes, estes estão presentes na cultura, nas classes sociais e também nas opiniões. O recente empoderamento de grupos sociais — como o das mulheres — vem gerando sérios conflitos entre pessoas.
A questão é que muitas vezes ocorre a generalização do comportamento de um indivíduo, partindo do qual ele defende. Por exemplo, o fato de uma pessoa sentir-se orgulhosa em ser homem, necessariamente não se pode chamá-la de machista, ou alguém que sente orgulho em ser branca implica dizer que é racista.
Além disso, estamos presenciando um aumento da empatia no ser humano, homens que lutam sob a bandeira feminista, heterossexuais que defendem os direitos dos homossexuais, estes movimentos atraem uma diversidade de raça, sexo, religião, devemos ficar alegres por isto.
Dito isto, devemos evitar impor rótulos às pessoas e aceitá-las como são, assim deixaremos a ignorância, e viveremos em um lugar onde seremos respeitados, não por sermos iguais, mas por sermos todos diferentes.

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Texto 10 – João Vitor de Souza Reis – 3º A

O quadrinho aborda um tema frequentemente visto atualmente. Junto com o advento da internet e mídias sociais, o compartilhamento e discussões acerca de pensamentos e valores ficam mais acessíveis e, com isso, trazem consigo vícios e falácias que são problemas frequentemente vistos em um debate. Tais problemas só causam conflitos desnecessários e não servem para enriquecer os argumentos discutidos. Nós, inclusos nessa realidade, vivemos um estado de constante separação de ideologias, um “binarismo social”, ou seja, quando um indivíduo defende a bandeira ou ideias de uma certa linha de pensamento, ele é automaticamente taxado pelo extremo oposto daqueles valores como inferior, exemplificando, como visto na tirinha, quando alguém assume a posição de direita, é fascista, conservador, é intolerante, e por aí vai…

Essa falsa dicotomia promove diálogos e reflexões ignorantes e acaba gerando ódio e fanatismo.

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Texto 11 – Maria Anathaise – 3º A

 

O estereótipo existe no mundo há muito tempo. Não apenas como uma palavra bonita, a qual é usada para classificar outras pessoas, de acordo com suas atitudes, pré-condicionadas por seu ponto de vista, antes mesmo de conhecê-las.  Contudo, as pessoas continuam com este costume, que é reforçado através da sociedade em que é inserida.

Muito do que se vê no dia-a-dia, são os papéis se invertendo, alguns grupos, de certa forma a minoria, com a voz menos ativa, estão fazendo com o seu opressor o mesmo que lhes foi feito. Tendo uma atitude imprudente, partindo do pressuposto de que o que deveria acontecer seria a reeducação desses que os oprimiram.

O espaço de cada um, virou público, e aqueles que são contra sua posição e seu ponto de vista, não são vistos como alguém com quem irá aprender, a partir da troca de ideias para maior conhecimento e argumentação. O que se presencia é o bombardeio de acusações. Se outra pessoa não concordar com determinado ponto de vista, já é denominado do contra, e até mesmo radical. Como no exemplo em que um gay afirma para um hétero sua sexualidade, e o hétero logo após assume a sua, a partir daí já é taxado como homofóbico. Isso ocorre por que em muitos dos casos, os grupos “contrários” exercem uma postura firme quanto a seu ponto de vista. Porém, muitas vezes, a maioria desses grupos, realmente exclui e falta com respeito a outros. Cada um acredita possuir uma verdade absoluta, e muitos posicionamentos já estão predestinados a certa ação e ao preconceito.

As redes sociais, em sua maioria, tem empoderado muitos desses grupos de modo geral. Por um lado, dá voz àqueles que realmente tem argumentos interessantes e construtivos, por outro, também dá voz àqueles que só sabem criticar e depreciar o outro. Os cidadãos politicamente corretos estão espalhados por todos os lugares, os que são livres e isentos de qualquer forma de preconceito.

Uma suposta política que consiste em tornar a linguagem neutra em termos de discriminação e evitar que possa ser ofensiva para certas pessoas ou grupos sociais como a linguagem e o imaginário racista ou sexista Será que todos esses senhores autossuficientes, são politicamente corretos como descrito acima? Ao que parece não, já que muitos olham apenas para o próprio umbigo.

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Texto 12 – Tainá Dantas – 3º A

Com uma crescente ascendência da representatividade e militância que podem ser observadas atualmente em relação às minorias discriminadas, podemos perceber também uma inquietação provinda das então maiorias que buscam explicar esse incômodo nomeando tais lutas como vitimismo.

Um breve exemplo do descaso e falta de importância para com as pessoas que sofrem preconceitos diariamente é a nova propaganda da Pepsi, marca de refrigerante, em que os dois famosos limõezinhos falantes já vistos antes, opinam sobre como “o mundo está chato”, sobre como as pessoas estão se ofendendo com qualquer coisa, porém a verdade é que não é exatamente assim.

Indivíduos que proclamam orgulho pela cor da sua pele, sexualidade, posição política ou social possuem determinada propriedade para falar sobre isso, pois há uma imensa carga histórica injusta para que tantas mudanças estejam acontecendo nos dias de hoje e aqueles que sempre estiveram encaixados no padrão do homem branco ou hetero ou de direita ou conservador nunca foram capazes de sentir fortemente o que é ser menosprezado e inferiorizado pelas suas escolhas.

Obviamente, não precisamos que o oprimido venha a virar um opressor e que reproduza ofensas buscando atingir o próximo. Revoluções podem triunfar de modo educado e sutil e não há ninguém no mundo que seja capaz de mudar isso.

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Texto 13 – Leonardo Andrade – 3º A

O negro, hoje, é o afrodescendente, o aleijado é o deficiente físico, o gay é o homossexual, o viciado é o dependente químico e quem não se encaixa em nenhum desses aspectos é errado, taxado de mal educado por usar palavras que em suas índoles não são ofensivas.

Com o advento do avanço das lutas por minorias, como o feminismo e a maior aceitação dos homossexuais, que ganham destaques e são importantíssimas para a nova sociedade, criou-se  um paradigma sobre o politicamente correto, que desrespeite as diversas faces da moeda.  No entanto, o pior ocorre quando não existe debate entre esses dois lados, pois o novo paradigma dita que o desacordo à contrariedade é puro discurso de ódio, ou seja, ter uma opinião diferente de um determinado    grupo é fobia, e motivo para que não deixem a pessoas se expressarem.

Este processo claramente crias problemas para todos os envolvidos, como, por exemplo, quando o cristão defende o conservadorismo sexual ele é dito como homofóbico, e se um homossexual se contrapõe, logo é taxado de Cristofóbico. Essa generalização apenas crias intrigas e não expõe fielmente nenhum dos lados retratados

O que sobra a muitas pessoas é não se pronunciar, pois movimentos sobre liberdade de expressão estão calando muitas pessoas.

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Texto 14 – Luane Mercuri – 3º B

O mundo tem passado por grandes manifestações e mudanças nos últimos anos. A sociedade entrou em um processo de consciência e tornou-se mais exigente sobre os seus direitos, principalmente aqueles que, por cultura social e histórica, sofreram (e ainda sofrem) um forte preconceito, a exemplo dos negros, das mulheres e dos homossexuais.

Com uma forte mudança social, e também política, a parte opressora de toda a situação passou a condenar e denominar o ato de protesto desses grupos como “vitimismo”. O que seria isso? Bom, vitimismo seria a interpretação exagerada e dramática de todo preconceito sofrido, ou seja, toda forma de preconceito seria interpretada com preconceito.

O direito de liberdade de expressão é para todos no nosso Estado, evidente, mas deve atender a um contexto de ética social. Até onde o seu direito de opinião deve ir? Será mesmo que os oprimidos e invisíveis sociais estão dentro de um contexto vitimista? Se sim, até que ponto? Logo, tiro algumas conclusões em reflexão com a charge. O seu direito de expressão e opinião não deve invadir o direito do indivíduo ser o que ele é e, também, tem o direito de ser. E àqueles que têm conquistado e lutado por seus direitos podem sim parecer gritantes, exagerados e “dramáticos vitimistas”, mas é preciso levar em consideração que para quem nunca teve voz, um microfone é artigo de luxo. O direito é de todos, mas o de um não deve interferir no de outro e, assim, vivemos em sociedade.

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Texto 15 – Leonardo Nascimento – 3º B

Na contemporaneidade, é fato que existem conflitos e polêmicas quando se põe em discussão assuntos marcados historicamente pela opressão e discriminação. No decorrer dos anos, ideologias e grupos foram montados com a finalidade de estabelecer a defesa do ponto de vista dos oprimidos, seja no âmbito religioso, político, na questão da cor da pele ou orientação sexual. Porém, praticantes iniciaram uma espécie de autodefesa radical, utilizando da intolerância e muitas vezes do desrespeito.

Após décadas de preconceitos e repressão, classes que antes sofriam demasiadamente estão, atualmente, adquirindo espaço no meio no qual estão inseridos. Através do enfrentamento e de julgamentos defensivos pré-conceituados, indivíduos tentam se manter no patamar social que tem sido gradualmente conquistado. Contudo, cidadãos de mente pouco aberta persistem em ultrapassar os limites da ética e da moral em seus pronunciamentos. Observa-se como consequências a intensificação de conflitos, embates e aumento de extremismos, que, por sua vez possui correlação com a aflição e insegurança por parte de seus praticantes.

A falta de respeito e de compreensão para com pontos de vista divergentes foi gerada, certamente, da necessidade humana em adotar métodos e análises favoráveis a si próprios. Entretanto, deve existir o respeito e a tolerância com o próximo, pois cada cidadão possui liberdade de crer e adotar ideologias de acordo com suas vontades e desejos, contanto que não desconsidere e nem desrespeite os direitos e as diferenças humanas. Então, palestras e aulas referentes a orientações, informações devem ser promovidas com o objetivo de favorecer a paz e tranquilidade na sociedade do século XXI.

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Texto 16 – João Victor Alves Costa Cruz – 3°A

Nessa charge, são colocados 4 casos que acontecem com frequência em nosso cotidiano, onde certas opiniões, escolhas e pontos de vista são vistos com muito extremismo e intolerância.

No primeiro caso, o fato do personagem ter orgulho de ser branco, não o faz racista e preconceituoso, pois, ter orgulho da “raça” à qual pertence muitas vezes é atrelado a um preconceito à outra raça, neste caso, os negros. Atualmente, presenciou-se um caso de um pai fantasiado de Aladdin acusado de racismo por colocar o filho adotivo negro nos ombros, fazendo apologia ao macaco do personagem (o filho também estava fantasiado de Aladdin). Infelizmente, muito preconceito e intolerância das pessoas descontextualizadas que criticaram esse pai.

No segundo caso, traz uma polêmica muito forte. Os grupos homossexuais, hoje, sofrem com a intolerância constante de alguns heterossexuais, de religiões, que abominam a forma de amor gay. Infelizmente, a intolerância é tão forte, que às vezes é ligada à violência, como pode-se ver vários casos de homossexuais mortos por homofóbicos. Não obstante, a escolha final do personagem no orgulho de ser heterossexual, não o faz homofóbico ou inflexível. Ora, o extremismo está naquele que o considera homofóbico.

No terceiro e no quarto casos, é uma grande questão política que provoca na maioria das vezes o extremismo e intolerância. Ser de direita não o torna fascista ou elitista, defensor voraz de ideologias que desfavorecem os menos assistidos, é um grande equívoco. Põe-se também a malevolência no julgamento das diferenças do liberalismo e conservadorismo. Ora, ser conservador, não o torna intolerante ou incapaz de repeitar as ideias liberais.

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