3ÃO Salesiano Dom Bosco 2016 – Textos de aluno(a)s

 Clique no link abaixo e confira como foi proposto ao(à)s aluno(a)s o  1º exercício do ano letivo :

 Exercício 01

  Entre os muitos textos produzidos, selecionei alguns e pedi autorização ao(à)s respectivo(a)s autore(a)s para compartilhá-los aqui no OSPYCIU, pelo que agradeço. 

Eis os 06 (seis) primeiros textos e, tão logo eu receba outros, os publicarei.

  Boas leituras!

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TEXTO 01 – Mariana Couto – 3º A

Durante cada período histórico, as pessoas, os acontecimentos, o governo e as guerras foram guiados por ideologias. Cada um recebendo influências que privilegiaram seus líderes, escolhendo e manipulando o caminho a ser seguido.

Será que desde o nascimento, o ser humano foi marcado para ser e seguir ideias pré- estabelecidas? Quantas e quantas vezes, bebês são fotografados com roupas dos times dos seus pais? Eles provavelmente não decidiram a camisa que vestem, assim como a maioria das pessoas não possui a total liberdade de escolher a teoria ou doutrina que mais se identifica: religião, roupas e costumes já são pré- estabelecidos, seja pela família ou pela sociedade.

Os grandes “chefes”, selecionam para seu povo o que deve ser consumido e seguido, a moda da vez. Os grandes líderes, por exemplo, seja religioso, político ou artístico, selecionam o que acham mais agradável para ser levado ao conhecimento dos olhares curiosos. Mesmo sendo uma convenção ou informação que desrespeite ou violente alguém, pode-se dizer que a maioria da população aceita, pois aquela informação manipulou os ouvintes, a mensagem foi pregada e consagrou a população.

Nazismo, Fascismo, Cristianismo, Judaísmo, todos possuem filosofias que os mantiveram, motivaram seus seguidores, o fizeram fiéis, por consequência da ideia passada, levando milhares de pessoas a guerras e discussões. Após se passarem décadas, algumas destas filosofias continuam sendo seguidas, outras deixaram de existir, mudaram o que já foi dito para se ajustar à nova época, aos novos pensamentos e mudaram também o modo de como a mensagem é passada, conquistando novos fiéis e criando novas ideologias de acordo com o objetivo final, manipulando e escolhendo o destino da população. Mais uma vez, lideres prometem liberdade e proporcionam um confinamento disfarçado, para o sorriso e a satisfação estarem presentes em todos.

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TEXTO 02 – Letícia de Castro – 3º A

A religião é, e de certa forma sempre foi, algo indispensável para a nossa civilização. Pelo simples fato de o ser humano precisar de algo no qual ele possa basear e explicar a sua existência, além de utilizar a sua crença como demonstração de fé e de participação em meio à sociedade.

O grande porém de toda essa situação, como é perceptível nas charges, é que existe uma força maior que tenta, e muitas vezes consegue, manipular e impor certos extremos nas religiões, e como as pessoas tem essa “necessidade” de crer em algo, estes grandes poderes controlam e transformam o real objetivo dessas crenças, criando, desta forma, os extremistas.

Assim, as charges propõem que em meio a diversas opções, em qualquer uma delas há a possibilidade de tentativas de controle pelos que nos dizem sermos inferiores e tentam nos manipular. Sendo assim, cabe a cada um escolher no que crer e se impor diante dos extremos criados por essa força maior.

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 TEXTO 03 – Letícia Meirelles e Silva – 3º A

“Você tem fome de quê?” Como na música de titãs, a charge mostra que não temos fome apenas de comida.

Como cidadãos inseridos em uma sociedade com diversas crenças e ideologias, as quais muito se diferem, você precisa se posicionar e decidir o que vai saciar sua fome, pois, muitas vezes, como na charge, o poder se aproveita dessa situação para oferecer qualquer “comida”. Desse modo, acaba trazendo a sensação de que somos favorecidos, entretanto, o contrário acontece.  O poder é que está sendo favorecido com nossas escolhas.
Na charge, o homem bem vestido claramente representa superioridade e o povo, por sua vez, está com necessidade de uma ideologia, de uma crença que possa seguir. Então, o governo faz com que a população pense que tem escolhas, assim como numa democracia, porém suas opções são restritas. Portanto, independente de qual for sua escolha, o poder é favorecido. Por isso é indispensável saber quais são as necessidades e assim ir à busca de saciá-las. E você, tem fome de quê?

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TEXTO 04 – Tainá Dantas – 3º A

 Os seres humanos são os únicos seres vivos do planeta Terra que possuem a capacidade de pensar, questionar e raciocinar. A partir dos seus pensamentos e vivências, junto á criatividade, eles foram capazes de criar as então chamadas ideologias, ou seja, visões do que seria um mundo ideal para os mesmos, sejam elas políticas, filosóficas ou religiosas.

Ao observamos a história, veremos que apesar de em tempos passados não existir nem sequer a possibilidade de fazer escolhas, hodiernamente no sistema político democrático em que vivemos, é visível a liberdade existente que nos é garantida, mesmo que de forma restrita, porém, não se pode negar também, a existência de uma manipulação exercida por indivíduos que ocupam os mais altos patamares de poder em uma sociedade, os ideais que mais lhes favorecerem, claramente serão os mais difundidos.

As pessoas buscam por esperança nos diferentes tipos de doutrinas que resolvem seguir, e é através da propagação de ideias, que as crianças, por exemplo, são direcionadas a acreditar no que seus familiares acreditam. O fundamentalismo se trata de qualquer corrente que enfatiza de forma rigorosa, conservadora e literal um conjunto de princípios e é partindo dele que toda uma ideologia pode ser destruída, afinal, toda criança, que um dia será um adulto, poderá fazer sua própria interpretação sobre determinadas palavras e algumas interpretações podem não ser tão favoráveis a todos, trazendo á tona uma onda de terror, ódio e mortes.

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 TEXTO 05 – Maria Anathaise – 3º A

Há uma necessidade do ser humano, como ser atuante e protagonista de suas ações, de acreditar em algo maior que si próprio como suas crenças, sua fé, ou seja, uma visão intelectual da sociedade atribuída pelo senso comum.

O que acontece é a utilização dessas ideologias como forma de conquistar o poder, através daqueles que são os manipuladores. Desde o nascimento, muitas pessoas são “marcadas” pelo meio em que vivem, sobre a forma de agir, pensar e se portar perante algumas situações. Portanto, encontram-se em uma vida de escolhas pré-selecionadas e atitudes condicionadas.

Tais pessoas, após receberem a sua “marca” permanecem predispostas a certas escolhas, assim como um animal com cabresto, preso e com limites.

Aqueles que possuem o poder de “alimentar”  a massa, passam a firmeza e a segurança em suas palavras para que as pessoas continuem satisfeitas e, desta forma, como resposta, financiem o sistema.

Não se trata apenas de seitas, movimentos sociais e religião, trata-se daquilo em que se acreditar, naquilo em que se tem fé. É o sistema definindo aquilo que lhes convém e a maiorias das pessoas através da alienação aceita sem discussão e sem revolta o que lhes é dado.

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 TEXTO 06 – Victória Milner/ 3ºB. 

 As duas charges, teoricamente, remetem a uma mesma mensagem. A primeira, expressa, de um modo geral, o poder de uma autoridade sobre a população, notoriamente, sem questionamentos. Quando possuímos em mãos um recipiente próprio para se colocar alimento, supõe-se que desejamos nos alimentar. A partir do momento em que entregamos o mesmo para alguém com algumas opções de refeições, sem escolher a de nossa preferência, ou sem argumentar o porquê de não possuir outras opções, estamos deixando essa pessoa escolher por nós. Talvez por falta de conhecimento, medo, ou só por existir aquelas mostradas (comodismo).

Em seguida, mostra-se um ser humano que acabara de nascer, sendo segurado por médicos (ou seus pais), que supostamente aplicará uma espécie de carimbo no bebê.

Atrelando-se os dois textos não verbais, percebemos que ambos não possuem o poder de escolha, já sendo imposta a religião (nesses casos) que melhor convém ao “ditador”. As pessoas da charge 1 se assemelham ao recém-nascido pelo fato de não obterem o pensamento crítico, e deixarem outras pessoas escolherem por eles, o que é bem contraditório, já que pela idade, seriam os únicos que poderiam lutar (através do conhecimento) por algo mais democrático.

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TEXTO 07 – Vinicius Simoni – 3º A

Durante o período de guerras, a grande maioria da população se mostrava insegura do que aconteceria com o passar do tempo, e certamente o sentimento de vazio no peito em ver suas pátrias devastadas era grande. Como já foi dito pelo grupo de rap carioca Oriente “Um mundo sem ideais é como um corpo sem coração”. E a partir dessa necessidade de crenças do que é certo ou errado dentro de um meio, seja ele político religioso ou econômico, pessoas que em tal período eram detentoras do poder começaram a enxergar uma oportunidade em preencher o vazio no peito desses famintos de um “coração” com as ideologias que eram defendidas por eles, visando o aumento do poder já obtido.

E aos famintos o que resta é “escolher” com o que se alimentar. O que traz uma maravilhosa ideia de igualdade em saber que tem poder de escolha, já que vivem em uma democracia. Entretanto, pode se perceber que na verdade tudo não passa de uma falsa democracia em que as opções são pré-selecionadas por um grupo muito pequeno de poderosos, fazendo com que os interesses desses chefões sejam atendidos e a maioria da população não tenha participação tão ativa quanto propõe a ideia de democracia. Mas, como esse processo ficava “debaixo dos panos”, o sistema criado nesse período de guerra tornava-se cada vez mais forte, podendo assim combater atos de repressão recebidos, o que apenas fortalecia a hegemonia dos governos.

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TEXTO 08 – Lara Mourão – 3º B

Ao analisarmos o personagem acima do palco, podemos perceber que há certa desproporção comparada aos outros personagens. Isso acontece porque, na charge, é ele o personagem que possui poder concentrado, já que a escolha do alimento (ideologia) da população está em suas mãos. Por outro lado, a feição dos demais mostra que há desconhecimento perante a situação. A ignorância e/ou falta de oportunidade da população leva à aceitação da ideologia imposta pelo personagem que se deleita do poder absoluto.

Diferente das pessoas famintas esperando uma rotulação ideológica, a criança recém-nascida sequer terá estudo ou conhecimento prévio para escolher o que é melhor para si. Ao nascer, imediatamente foi ‘’marcada com ferro quente’’, fazendo alusão aos animais carimbados e numerados (que são seres irracionais e sem escolha), como se houvesse uma predestinação e ‘’objetificação’’ de propagação da filosofia religiosa.

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 TEXTO 09 – Maria Clara Rosendo– 3º B

A charge aborda a fome ideológica da população. Em momentos difíceis (representados pela população faminta) a classe dominante (representada pelo homem no púlpito) podia controlar a massa através de diversas formas, entre elas, as mais visíveis: a religião – que quando a sua base é alimentada por dogmas muito fundamentalistas, torna-se um fator dizimador de povos -, e os regimes totalitários que se desenvolveram em uma época em que o capitalismo passava por crises, no caso, a Crise de 1929, após a Primeira Guerra Mundial.
Além disso, esses regimes tinham uma marcante característica que era a prevalência dos interesses de grupos, sem quaisquer relevâncias para o desenvolvimento do ser humano, e assim, consequentemente, a liberdade de escolha deu lugar à repressão e à censura. Ressaltando que na charge, a massa está à espera de um prato ideológico, ou seja, dessa lavagem cerebral que é fornecida pelo homem que tem o poder de disseminar os diversos ideais.
O fenômeno histórico ao qual a situação tratada na charge faz alusão, refere-se ao período pós-primeira guerra, que foi um alerta sobre a crise que desestruturou a Europa e também estimulou as contradições do capitalismo, ao ponto de provocar o aparecimento de uma sociedade nova: a socialista como, por exemplo, a União Soviética. Nesse sentido, tornou-se evidente que a elite já demonstrava medo de perder o poder para a sociedade, aliado à crise pós-guerra ocasionaram a formação de governos autoritários e o surgimento do nazifascismo, que tem como foco unificar o bloco ideológico e político, também simbolizado na charge.
Dessa forma, é compreendido que a Primeira Guerra Mundial causou diversas sequelas na população, na economia e na política, gerando a fome ideológica na sociedade que está à mercê das decisões da classe dominante.

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TEXTO 10 – Lara Teixeira – 3º B

Condução das Massas

Baseado nas charges apresentadas e na interpretação inicial da segunda imagem traduz-se que o ser humano, ao nascer, já é literalmente marcado e direcionado a ideais que não expressão a visão, o sentimento e o caminho que um povo deve sempre seguir, tornando-o escravo de uma doutrina política socioeconômica adotada em grande parte do mundo, tirando do ser, a sua capacidade de externar seu livre pensamento e arbítrio, suas ideias e quiçá a sua interação na sociedade.

Em relação á primeira imagem, a política adotada visa o domínio das massas través de falsos pregadores, com falsas ideologias, aproveitando, principalmente das condições humanitárias e visão sócio- cultural de um povo, manipulando os indivíduos através de propagandas e discursos enganosos, embora esses lideres tenham uma visão corporativista, visando apenas a defesa dos seus interesses e das organizações, as quais pertence. Como visto na imagem, esses lideres, ou governantes se apresentam como idealizadores mágicos e, suas opções, como soluções para uma nação.

O truque de condução da massa através da lavagem cerebral pode não funcionar quando encontrarmos uma sociedade mais harmônica e que possua uma nova voz de esclarecimento em que enxergue que atrás de toda mágica há um truque.

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 TEXTO 11 – Lucas Mota Freitas – 3º

   Analisando as charges propostas, pode-se perceber que ambas fazem alusão às ideologias apresentadas pelas religiões e por grupos que tiveram grande poder e domínio sobre uma grande massa da população. Tais grupos com imenso poder como o catolicismo, judaísmo, islamismo, socialismo e comunismo na União Soviética e a tropa alemã comandada por Adolf Hitler, lançam seu processo ideológico na população. Podendo ser observado que o povo não tem escolha, já que um bebê é rotulado e pré-determinado a seguir determinada religião, como apresentado em uma das charges.

Dessa forma, já que as ideias são plantadas desde o princípio da vida e prolongadas até o seu término, as vítimas desses atos se acostumam com o modelo proposto, uma vez que se tornam submissas a essas instituições. Consequentemente, o vício ao alimento ideológico faz com que exista uma dependência da população para com esses grupos dominadores. Logo, é possível perceber que a população mostra-se feliz e esperançosa com as ideologias que lhe são impostas.

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TEXTO 12 – Beatriz Costa Pereira – 3º A

A imagem representa primeiramente religiões, doutrinas, movimentos que marcaram o mundo. Até hoje ainda estão inseridos na humanidade, como por exemplo, o cristianismo, que até hoje possui milhões de fiéis pelo mundo, mas, alguns fenômenos históricos foram extintos da humanidade, como o nazismo.

Também traz a imagem de um homem que está distribuindo as ‘’religiões, movimentos e governos’’ para o povo, que está aparentemente sem escolha, ou seja, deve aceitar o que lhe for oferecido, representando  assim o poder, que trabalha de forma manipuladora. A manipulação das pessoas é demonstrada com a figura de uma criança que está prestes a ser marcada. Portanto, entende-se que cada pessoa, assim que nasce tem sua religião, sua doutrina marcada, não por ela própria, mas pelos seus responsáveis.

Um grande exemplo sobre o que foi salientado no parágrafo anterior são as famílias do oriente médio, onde os responsáveis pelas crianças definem o que elas serão, quais religiões seguirão, sem dar chance de escolha para a pessoa definir seu destino. Outro exemplo foi o de Malala Yousafzai, que foi baleada por defender o direito das mulheres paquistanesas de estudar, pois, por causa da cultura do povo do Paquistão, as mulheres eram proibidas de estudar.

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Texto 13 – Luane Mercuri – 3º B

A necessidade social estende-se além dos recursos básicos para a sobrevivência, como a alimentação e a água, por exemplo. A miséria da integridade humana tornou indispensável a carestia a política, religião e, associada, a economia como formas, também, de manter-se vivo.

A criação de movimentos que influenciam o comportamento social, atribuindo a sensação de livre escolha aos crentes de tais políticas, leva para a humanidade uma aparente esperança. Para a religião existe a fé, um enorme poder de comunicar-se com algo perfeito; para a política existe o domínio, que facilita o controle; para a economia existe a organização, que classifica e prioriza todos os elementos sociais pelo valor que possui.

A partir disso, questiono: como poderia viver uma sociedade sem a fé, o domínio e a organização? Não é possível saber. Já nascemos habituados e cercados por influências políticas, religiosas e econômicas que são servidas aos pratos vazios e carentes de esperança, por pessoas necessitadas de intelecto, mas que foram atarefadas para preencher a necessidade humana. A sociedade está cercada de de opções, mas não tem muitas escolhas.

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Texto 14 – Camila Guerrieri – 3º B

Na primeira charge são retratadas as divisões que são impostas à sociedade mundial e uma crítica, acompanhando, mostrando de onde se origina tais divisões. O homem grande e gordo que está servindo tem essa abundância de tamanho (em relação aos outros) representando o poder, podendo ser comparado com governantes e líderes. A “refeição” que ele distribui representa os vários grupos, onde ele escolhe qual vai servir a quem. Podendo ser observadas ainda a aceitação, tristeza ou seriedade nas expressões dos cidadãos que estão vivenciando a situação.

A segunda imagem reforça a crítica feita na primeira, mostrando que somos rotulados e direcionados desde o nascimento, enquanto não temos nenhuma capacidade para fazer escolhas. Isso acontece por culpa do povo, que se deixa enganar e se acomoda com a falta de informação e discursos prontos, pensados e repensados para continuar a prendê-lo à ignorância. Quando na primeira charge, o autor retrada alguns dos cidadãos rindo, fica clara a abordagem que ele quis fazer, exatamente em relação à falta de informação daquela gente, que simplesmente não vê- ou não quer ver- algo que está explícito.

Trazendo para o momento presente, se encaixaria perfeitamente em situações de guerras, posicionamentos políticos e etc. Por exemplo, pessoas que vivem próximas ou dentro de territórios que estão tomados, são obrigadas a se incorporarem àquele lado, viram apenas números, peças de jogo, ninguém as respeita e trata como seres humanos inteligentes, capazes de escolher em que lado quer estar e se quer estar. O mesmo – e ainda pior – acontece com crianças nascidas já no meio, onde grupos como o terrorista “estado islâmico”, desde a infância faz treinamentos para instruí-las e “injetam” nelas sua filosofia, a fim de criar novas gerações de homens-bomba.

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Texto 15 – Bárbara Jennifer – 3º A

“Um Estado laico, na teoria, simboliza um país que assume uma postura imparcial sobre a liberdade religiosa de seus cidadãos. Não podendo menosprezar, supervalorizar, discriminar e nem interferir na crença dos mesmos. Sabemos que no Brasil -e em inúmeros outros países- a ideia de Estado laico não é corretamente aplicada.
Presenciamos, diariamente, a repercussão dos discursos intolerantes impostos por ideólogos cujas religiões têm maior poder sobre a sociedade. Porém, se esse mesmo discurso for proferido por alguém pertencente a uma religião pouco praticada no Brasil, torna-se uma blasfêmia. Com isso, é visível notar que todo esse falso arbítrio religioso não passa de interesses particulares de quem está no poder do Estado.
Esses interesses podem ser de âmbito econômico, social, financeiro ou até mesmo a ânsia por popularidade. Provando que a religião “mais importante” é aquela que possui um maior número de adeptos. Adeptos esses que darão mais votos ao governo que os assistirem, com isso, ganham benefícios, como uma espécie de escambo. Para ganhar mais benefícios, é necessário que o número de fiés aumente e, para isso, tiram a liberdade de escolha de seus filhos, obrigando-os a seguir a sua religião.
O mesmo acontece em outras situações no contexto brasileiro: a massa economicamente ativa sempre está em vantagem, como por exemplo na ideologia de gênero, onde homens heterossexuais encontram-se em vantagem em relação à mulheres e homossexuais. Restando apenas, a dúvida se o Brasil realmente é um país democrata e laico.”

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Texto 16 – Agni de Jesus – 3º B

Ao refletir acerca do tema, foi possível elencar alguns elementos que fazem referência a situações reais que estão representadas nos textos. Nos caldeirões e nos ferros de marcar, estão representados símbolos de ideologias religiosas e políticas que serão dadas ao povo, representado como animais esperando por ração e marcação, como rótulos recebidos de bom grado pelas pessoas alienadas por aqueles que representam aquilo que elas passarão a acreditar e seguir, como foi feito nos contextos Nazista e Fascista, por exemplo. Para simbolizar isso, estão representadas as figuras do político e de médicos da obstetrícia.

Assim, está implícita a ideia de renascimento e renovação de valores que essas ideologias oferecem às pessoas nos sorrisos dos cidadãos e do bebê recém-nascido. Com a aceitação dessas rotulações, instaura-se na sociedade o conflito ideológico, com a constante tentativa das ideologias de se sobreporem às outras, como o Catolicismo e o Protestantismo, o Nazismo e o Judaísmo, o Islamismo e o Cristianismo, que são exemplos reais desse controle de massas que as ideologias exercem sobre a população, sobretudo a parcela ignorante.

Por fim, esse modo essencialmente apelativo de atingir as pessoas é um método comum a essas vertentes ideológicas, ainda que muitas delas, senão todas, sejam opositoras entre si, pois elas projetaram em seus discursos seu modo de alcançar ou manter-se no poder e controle de determinada época, como a Igreja Católica na Idade Média, ou de determinada massa, como o Islamismo no Iraque, com os fundamentalistas.

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Texto 17 – João Pedro Rego de Oliveira –  3º B  

Impor e/ou obrigar um grupo de pessoas a pensar de modo limitado já ocorre há muito tempo, como verifica-se nas imagens, mas a questão a ser analisada é como os indivíduos necessitam da informação para se manterem vivos e que muitos já, desde a infância, possuem em seus corpos, a decisão para toda a vida. Mas, quais decisões são essas? E o que eles almejam atingir? As ilustrações proporcionam a visualização de cinco fundamentais movimentos históricos, e que até hoje modificam a ideologia da população, são eles o socialismo, doutrina política e econômica que surgiu no final do século XIX e se caracteriza pela ideia de transformação da sociedade através da distribuição equilibrada de riquezas e propriedades, diminuindo a distância entre ricos e pobres, o nazismo, ideologia de caráter totalitário que deu importância central ao papel do Estado e com pensamentos fascistas que exaltaram a supremacia da raça chamada de ariana, o judaísmo, primeira religião monoteísta a aparecer na história, tendo como crença principal a existência de apenas um Deus, podendo-se fazer uma analogia ao líder da imagem, cristianismo, doutrina dos seguidores de Jesus Cristo, o Messias, islamismo, religião monoteísta que significa submissão referente àqueles que obedecem a Alá. Então, a partir do exposto, deduzi-se que a sociedade precisa de valores, independente de quais sejam, para sobreviver.

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Texto 18 – Bruno Sousa Machado – 3º B

A imposição cultural/ideológica se faz presente na sociedade há tempo. Na época da colonização e da expansão marítima, as sociedades dominadas incorporavam os hábitos das sociedades dominantes, como, por exemplo, a catequização dos índios feita pelos jesuítas que buscavam expandir a fé católica pelo mundo. Casos do tipo não ocorreram apenas na época da colonização. Na segunda guerra, os nazistas perseguiram os judeus e, atualmente, temos os grupos radicais islâmicos, como por exemplo o Boko Haram, que mata pela fé aqueles que são considerados infiéis.

Na primeira charge, é possível verificar a presença de 5 ideologias, cada uma dentro de um caldeirão que será distribuído para a população, que busca  matar a fome, entretanto, essa fome é diferenciada, é uma fome de esperança.

Muitas vezes o radicalismo, o qual faz pensar que a sua crença é superior, acarreta em conflitos inter-religiosos e entre diferentes pessoas de diferentes ideologias, causando assim a imposição cultural. Essa imposição é feita de diferentes formas, seja de uma sociedade a outra, ou até mesmo da classe dominante, através da mídia, para os demais, alienando o próximo e promovendo um genocídio.

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Texto 19 – Leonardo Viana – 3º B 

Em pleno século XXI, o mundo apresenta uma crise ideológica considerável. A massa, submissa, sofre pela falta de assistência e informação, tornando-se alvo fácil de manipulação. Desta forma, manipuladores, aqueles que são os detentores do poder e do controle, espalham ideologias com a finalidade da autopromoção, ou seja, buscam atender seus interesses e necessidades sem se importar ou se preocupar com o povo necessitado.

A manipulação anda em conjunto com a alienação, intensificando as ações da elite do governo (mais poderosos) sobre a mídia (meios de comunicação: TV, rádio…), leis e, principalmente, escolas, pois trata-se da base da educação de uma população. Desta forma, utilizando-se da opressão e da alienação, os populares, indivíduos que muitas vezes não possuem nem poder de escolha, de decisão.

Assim, sem estabilidade social e ideológica e com o poder de pensamento crítico reduzido, a população acaba sendo passiva, aceitando as determinações de seu opressor, reduzindo drasticamente as possibilidades de revoltas.

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Texto 20 – Amelia Muniz Pereira -3 º A

Ao analisar as imagens, é notória a presença do fenômeno histórico religioso. Numa dimensão crítica, a religião pode ser um instrumento para o bem ou para manipulação, e ter um controle da religião é ser dono de uma força ideológica muito grande.
Não generalizando, mas a religião tem servido para usufruto dos opressores para adquirir poder, priorizando seus próprios benefícios.
A exemplo temos os índios das Américas, que foram massacrados e tiveram suas terras “roubadas” pelos europeus que por aqui aportaram a partir do século XV.
Não é coincidência que, na maioria das vezes, os governantes, (como, por exemplo, a imagem 1 da apostila), tendem a se apropriar dela de modo que possa usá-la priorizando a manipulação. A modernidade custa acreditar que o nascimento científico decodifica a dimensão religiosa, porém, existe uma relação de continuação das manifestações religiosas (como observamos as duas forças na imagem 2).
De uma forma geral, a religião cumpre os mais diversos papéis ná humanidade. O que precisamos é encarar com respeito a religiosidade, não no aspecto do outro, mas de nós mesmos. E acabar com essa crença de que a melhor forma de controlar um povo ignorante e simples é enchê-lo de falsas ideologias.
Será que nessas condições o povo pode ter sua própria” voz” ?
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Texto 21 – Isabel Gontijo – 3º B

“Uma ideia é como um vírus. Resistente. Altamente contagioso… Uma vez que uma ideia se apodera do cérebro, é quase impossível erradicá-la”. Essa citação, presente no filme A Origem, traduz o resultado final do processo histórico de transmissão de ideologias.
Um dos principais meios usados para se espalhar um ideal é a manipulação em massa através da persuasão de pessoas em estado de miséria, pois essas pessoas, até então sem perspectivas, absorvem os ideais passados como alimento para a esperança de melhorias. Foi assim na Revolução Russa, por exemplo, quando o proletariado viu no comunismo a chance de melhores e mais justas condições de vida e trabalho. Também foi partindo dessa mesma estratégia que Adolf Hitler usou do momento de caos econômico e social que vivia a Alemanha para difundir seus ideais nazistas.

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