Confhic – Colégio São José 2015 – Textos de aluno(a)s sobre As Diásporas Contemporâneas.

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No último dia 13 de outubro,  realizamos uma ATIVIDADE AVALIATIVA sobre AS DIÁSPORAS CONTEMPORÂNEAS.

Clique no link abaixo  e leia!

Avaliação do dia 13 de outubro (1)

  Após a correção, selecionei alguns textos, os quais compartilho com você.

obs. À medida que o(a)s aluno(a)s forem enviando, publicarei todos. 

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Texto 01 – Evinly Roane Reis – 1ºC.

As diásporas no mundo contemporâneo são constantes. Atualmente, vem ocorrendo uma onda migratória por conta dos grandes problemas que vem acontecendo nos países, principalmente na África e no Oriente. Por questões como a guerra civil na Síria, a miséria da África e diversos outros problemas que afetam alguns dos muitos países, está ocorrendo uma grande onda migratória para a Europa.

As condições de embarque para os países europeus são muito precárias; pessoas vem ganhando com esse “tráfico”, muitos barcos naufragam no meio do mar, deixando centenas de vítimas e a Europa “vira as costas ” para a entrada desse necessitados, ameaça bombardear, abater as embarcações antes que passem as fronteiras.

A Acnur (Agência de refugiados da ONU) tenta tomar providências, estabelecendo COTAS para a entrada desses refugiados, mas não adianta. Enquanto isso, crianças, famílias em geral, morrem por tentar uma vida melhor por conta do estrago que, sim, é culpa dos europeus, que no passado exploraram, criaram ditaduras, escravizaram e agora não querem assumir as consequências que o passado trouxe.

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Texto 02 – Bruno Bomfim – 1º C.

As diásporas atuais estão sendo causadas pelo avanço do Estado Islâmico na Síria, pela miséria na África e também pela insistente guerra civil na Síria. Esses conflitos no Oriente Médio e a fome estão causando uma diáspora de tamanho absurdo. E essas diásporas só fazem alimentar o tráfico de humanos e recordar antigos navios negreiros que afundavam e matavam dezenas de pessoas.

As diásporas estão ocorrendo com tanta frequência que alguns poucos países já fecharam suas portas para os migrantes e já deram ordem para abater os navios antes que cheguem à costa. Muitos migrantes já morreram durante a travessia perigosa.

A entrada dos imigrantes na Europa desencadeou também a xenofobia, o racismo e o medo insistente de balançar a integridade cultural da Europa.

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 Texto 03 – Rafaela Morais – 1º E.

Nos últimos anos, está ocorrendo uma Guerra Civil drástica na Síria, onde, de um lado são as forças do governo e do outro, forças rebeldes. Estão tentando, há 4 anos, retirar o ditador Bashar al-Assad, que com sua família governa desde a década de 60, com uma posição altamente autoritária.

Essa guerra mortal que parece para todos, sem fim, está levando a diásporas e uma quantidade extremamente grande de refugiados para outros países. Muitas crianças e adultos não hesitam em passar por rotas de alto risco, a pé ou pelo Mediterrâneo, na expectativa de uma vida melhor. Mas, infelizmente, morrem pelo caminho, afogados, pois seus barcos naufragam, por frio, fome ou doenças, ou se conseguirem chegar ao país desejado não há permissão para entrar, ou são “oportunidades de negócios” para traficantes de pessoas, sendo prostituídas ou exploradas. Até mesmo quando chegam em abrigos privados, muitos com condições precárias de saneamento básico, cabos elétricos expostos, maus tratos, descaso e sem alimentos suficientes.

Devemos ajudar e perceber que eles somente estão fugindo da morte e da destruição e que não são diferentes de nós. Todos querem liberdade e democracia, mas essas são palavras que não existem em seus vocabulários faz muito tempo.

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Texto 04 – Bárbara Stefani – 1º C.

Os conflitos internos existentes na África e no Oriente Médio, em especial a guerra na Síria, vem deixando as populações desses países assustadas, tendo como única alternativa fugir para outros países onde acreditam ter mais segurança e melhor qualidade de vida. Porém, esse deslocamento de um país para outro não é realizado de maneira adequada e com segurança. Por isso, deve-se atentar a questões como: a qualidade de transporte, a segurança do mesmo e os traficantes.

O transporte utilizado pelos refugiados é feito de forma ilegal e amadora pelos traficantes, não dispondo de qualidade mínima de segurança para realizar o deslocamento de um país para outro com segurança e tranquilidade, comprometendo, assim, a vida dos passageiros,que inclui crianças, adultos e idosos, fazendo os mesmos correrem riscos que podem comprometer sua segurança e vida. Antes até de chegar ao seu destino desejado, alguns são acometidos por desidratação, esgotamento físico, podendo ocasionar o falecimento de milhares.

Os poucos que conseguem adentrar em outros países, muitas vezes acabam sofrendo xenofobia, isto é, aversão, um sentimento de ódio e repulsa dos habitantes locais pelos imigrantes, devido a essas pessoas serem de etnia, cultura, idioma e religião diferentes das suas.

A busca por um país digno e longe das guerras acaba sendo um problema social de ordem mundial, que todos os países que vivem longe desses conflitos de guerras poderiam contribuir para amenizar a aflição de tantos que buscam um local digno e em paz para viver com seus familiares.

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Texto 05 –  Giovanna Mororó – 1º B

Atualmente, a mídia vem explorando a situação crítica dos imigrantes do norte da África e do Oriente Médio, que fogem de guerras, perseguição política e/ou religiosa e pobreza, motivações quase sempre interligadas.

Depois de pagar quantias exorbitantes para traficantes de pessoas e experimentarem uma travessia do mar mediterrâneo em condições tão precárias que levam à morte de muitos, esses imigrantes enfrentam a resistência dos países europeus em aceitá-los, justificando esse comportamento com a grave crise econômica que se abate sobre a União Europeia.

A xenofobia de grupos conservadores e radicais ascende rapidamente, com seus discursos de ódio ecoados por uma população amedrontada com a crise. Entretanto, os problemas enfrentados por esses imigrantes em seus países de origem foram provocados por ninguém menos que esses países europeus e seu imperialismo desenfreado (sem esquecer a participação dos EUA). E nesse embate para ver quem deve assumir a responsabilidade, milhões de refugiados sofrem com um futuro incerto.

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Texto 06  Camila Sacramento – 1º C

Atualmente, um dos assuntos mais comentados são as diásporas (principalmente nos países europeus), o que nos força a sair da “zona de conforto” e procurar saber um pouco mais sobre o assunto, pesquisar.

Não é preciso ir muito a fundo para perceber que boa parte dos imigrantes são famílias com crianças sem as condições básicas, onde perdem o pouco que tem à procura de uma vida melhor, de um futuro mais próspero. As viagens geralmente são feitas em barcos improvisados, fazendo com que corram inúmeros riscos, muitas vezes levando até à morte de muitos deles. Mas, e quando conseguem chegar ao seu destino? Geralmente é muito diferente do que eles pensam. A luta contínua, a disputa por uma “quentinha”, um pedaço de pão, a fila para o banho, para o canto onde dormir. O que não pode perder é a esperança e a procura por um emprego, para tentar reconquistar seu espaço na sociedade.

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Texto 07 – Ian Brasil – 1º C

Cada vez mais, as pessoas tentam afastar o perigo do seu país, que só é considerado um país, pois com o passar do tempo foram moldados por conquistas, limites territoriais imaginários.

O papel das muralhas que surgem nas fronteiras é o de passar uma peneira abstrata, para dar a impressão aos habitantes locais, que o processo seletivo – no qual não se sabe ao certo quais são as ameaças – é inexoravelmente fundamental para a segurança nacional. A realidade mostra que a política interna encontra-se numa corda bamba pela impossibilidade da existência de critérios críveis nessa seleção.

Futuros gênios como Einstein, Debussy, Hawking, entre outros, podem morrer na barreira da imigração, ou terem que voltar para o seu país sanguinário e lutar pela sobrevivência; e, também, futuros gênios como Hitler, Bonaparte, Mao, podem ser barrados e salvar assim, milhares de vidas.

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