Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015 – Textos de aluno(a)s a partir da ANÁLISE DE CHARGES em uma perspectiva histórica.

Clique no link abaixo e veja em que consistiu a atividade.

Atividade de análise de charges em uma perspectiva histórica 

A seguir, os primeiros textos que foram enviados para publicação, entre os que eu selecionei.

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Caio Soares e Lorenna Ribeiro – 3º B

Os “pans” e o mundo. Processo ideológico que se intitula como superior e que busca a ascensão de um povo. Logo, quando ouvir uma ideologia começada em Pan, corra. Hitler, por exemplo, acreditava na Grande Alemanha (Pan-germanismo) . O Czar, na Rússia, seguia o Pan-eslavismo). E assim percorreu toda a Europa no início do século XX. E porque isso fez sucesso? Povo em crise econômica é povo desesperado. São nessas dificuldades primárias que essas “ideologias do mal” são implantadas e absorvidas por boa parte da população. O socialismo se deu bem na Rússia porque o povo estava morrendo de fome (causada pelo Pan-eslavismo!!), literalmente. Então, um projeto político com instrumentação teórica e que buscava “igualdade” arrancava brilho dos olhos da população russa. E assim aconteceu em toda história, inclusive no sertão nordestino com Antônio Conselheiro, com um pensamento parecido com o socialismo. E o maior de todos os exemplos, a maior virada de mesa da história: a Revolução Francesa. Monarquia absolutista e o povo na miséria. Burgueses e camponeses se juntaram e derrubaram os monarcas. Igualdade, fraternidade e liberdade. Só entre os burgueses. Os camponeses foram utilizados como massa de manobra e continuaram numa posição social muito ruim, enquanto os burgueses roíam o osso, que nunca mais soltaram. A imagem número um destaca isso, discursos diferentes com a “mesma” desculpa, e sempre o criador dominando a criatura.

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Beatriz Portugal e Larissa Medeiros – 3º A

Exercício 03: 

Muito se sabe que durante a 2ª Guerra Mundial e a Guerra Fria, muitas ideologias foram difundidas pelo mundo. A charge apresentado retrada exatamente a propagação de determinadas ideologias, a exemplo do Nazismo, Comunismo, Judaismo e Cristianismo. Essas doutrinas se assemelham, sob uma concepção crítica, no modo em que são impostas à sociedade. Utilizam os seus pensamentos com um instrumento de dominação, logo, fazendo com que essa população creia em uma verdade sem contestação, pois essa acredita que a ideologia propagada pode ser sua “salvação” ou melhor forma de se administrar politicamente um país.  Caso contrário, as pessoas que se recusam a seguirem esses sistemas estabelecidos poderiam estar sujeitas a repressão, serem perseguidas e censuradas, a fim de eliminar com qualquer oposição a ideologia vigente.

Exercício 04: 

Em nenhum momento da história foi visto um governo justo e democrático, quando um indivíduo, igual a todos na sociedade, autoproclamou-se líder dos demais. O que ocorre, em contrapartida, é um governo ditatorial, em que um só cidadão torna-se líder e decide, baseado em seus ideais, guiar todo o grupo. Esse fato acarreta em um regime no qual a democracia é fortemente passada para trás e a opinião da maioria é subjugada à de uma única pessoa. Geralmente, em regimes como o descrito, as pessoas são submetidas a diversas repressões, censuras e direitos resguardados em prol da manutenção da centralização do poder em uma figura ditatorial.

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Amanda Souza e Julia Gargur – 3º B

EXERCÍCIO 03 

     Crenças, costumes e ideologias fazem parte da construção do homem enquanto cidadão desde as primeiras civilizações. Essas construções permitiram a formação de grupos sociais diversos que, no decorrer dos séculos, deixaram grandes legados para a humanidade.
     A evolução das técnicas comunicativas e o surgimento gradual de meios que aceleram o processo comunicativo foi de fundamental importância para a expansão e disseminação de ideologias que serviram de instrumento não só de divulgação, mas também como manipulação do povo.
     A charge apresenta a diversidade de ideologias compartilhadas em sociedade que, em muitos casos, não se completam, pelo contrário: apresentam ferrenha oposição.
     O fato é que o problema não está no fundamento de determinada ideologia, e sim na forma como ela é transmitida e, consequentemente, absorvida.
     O ser humano necessita da crença, de algo para sustentar/explicar a sua existência e/ou o seu posicionamento em sociedade. Assim, cada pessoa é como uma folha em branco, esperando para ser preenchida. E é assim que os muitos líderes se aproveitam das pessoas. Escrevendo em suas folhas e dando um sentido à existência delas. É daí que saem os grupos extremistas, fascistas, etc.
    A charge propõe uma discussão acerca do que vamos escrever em nossas folhas, em nossas vidas; Em meio a tantas possibilidades, saber escolher em quê acreditar.
EXERCÍCIO 04 
     “É importante perceber que apenas porque alguém está numa posição de liderança, não necessariamente significa que ele deveria estar lá. Colocado de outra forma, nem todos os líderes são criados igualmente.”
     É sabido que, durante os séculos, o mundo viveu lideranças positivas e negativas. Quando negativas, a análise parte inicialmente da figura mais importante da situação: o líder.
    A análise da charge baseia-se exatamente na questão do perfil de um líder; Como ele chega ao poder e como pode fazer de si um herói ou um ditador.
    Segundo Hobbes, o homem, em seu estado de natureza, está destinado a buscar o poder, sem hesitações ou cautelas. É essa busca pelo poder que desencadeia as grandes guerras do homem contra ele mesmo e, por isso, o homem é o lobo do homem.
     Nesse chamado “estado de natureza”, todos os homens são perfeitamente iguais e almejam as mesmas coisas e por isso o estado natural é conflituoso. O homem não se vê semelhante aos outros; vê-se superior. Assim, aquele que consegue chegar ao poder passa a dominar os outros, ignorando qualquer semelhança ou igualdade.
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Carolina Piedade e Gabriel Machado – 3º A.

Texto I

Como já dizia Cazuza, “ideologia, eu quero uma pra viver”. No período entre guerras, muitos dos países europeus encontravam-se em um estado critico. Em consequência da Primeira Guerra Mundial, os estados estavam desorganizados. Havia uma crise política e econômica e a fome se tornava um grande problema. Assim, o ser humano enfraquecido precisa de algo para o fortalecer, seja isso uma religião ou um modelo político. Todo esse cenário é bem representado na imagem. O povo que tem fome, não só física, mas também deu um estado forte e do restabelecimento de sua identidade como nação, estende o prato para o governo pedindo ajuda e o estado (representado por um homem “bem vestido”) tem, nesse momento, o poder de escolher entre vários modelos políticos um que possa reorganizar a nação e saciar  a fome do povo dentro de seus interesses. Entre esses modelos se destacam o capitalismo e o socialismo _um de direita e um de esquerda _ os dois nacionalistas. Assim, se cria a fórmula perfeita para outra guerra: sede de vingança, estado forte e claro, lavagem cerebral da população.

Texto II

Desde a criação da União Soviética, passando pela Guerra Fria e chegando até o ano de 1991, que foi quando todas as alianças se desfizeram, um país sempre teve destaque nesse cenário, mesmo sendo aparentemente igual as outras. A Rússia, com toda a sua inteligência e vivencia de duas grandes guerras, passou a  governar o Estado Socialista com punho de ferro, fazendo com que todos os outros membros a vissem como líder e se tornassem cada vez mais dependentes e subordinadas as suas decisões. Podemos observar todo esse processo na imagem. Os indivíduos aparentam ser iguais, porém um dele (que representa a Rússia) é sagaz e pinta “cabeça” com tinta amarela, passando a se diferenciar dos outros e esse, por sua vez, (representando os outros integrantes da URSS) passam a seguir aquele que pintara a “cabeça”.Assim, fica claro a intencionalidade do autor da imagem ao mostrar que a diferença entre o que manda e o que obedece não existe, é tudo uma ilusão criada pelo interesse de alguém, mas o obediente não sabe.

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