Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015: textos de aluno(a)s após a avaliação do dia 13 de julho

No último dia 13 de julho, realizamos uma avaliação discursiva complementando a AV1 do 2º trimestre (link abaixo). Alguns textos foram selecionados e merecem ser lidos.

avaliação do dia 13 de julho 

obs. 1 – Clique no link acima para ver as opções de questões.

obs. 2 – à medida que o(a)s autore(a)s enviarem seus textos, os publicarei aqui. Seguem os dois primeiros:

Texto 01: Beatriz Portugal – 3º A

 Imagem número 1
   O momento vivido durante a Guerra Fria foi de profunda tensão em todo o mundo. As grandes potências do pós Segunda Guerra eram os EUA e a URSS, que compartilhavam de uma “coexistência passiva”, na qual não se atacavam diretamente – o que corroborou para esse período ser denominado de Guerra Fria posteriormente. Ambos os países, que formavam a bipolaridade mundial, investiram intensamente em tecnologias e na indústria bélica como modo de competir para o cargo de maior potência. Entretanto, a essa altura, após terem ficado evidentes os problemas causados na guerra, nenhum dos países pretendia entrar em confronto direto, ainda mais por terem conhecimento dos armamentos alheios pelos serviços secretos (CIA e KGB), a exemplo de mísseis e bombas nucleares prontas para reagirem (como demonstrado na figura 1). Mas isso não impedia que pequenos confrontos ideológicos, diretos e indiretos, acontecessem, como as contribuições nas Revoluções cubana, chinesa e outras, representados na imagem pelos soldados com arcos e flechas que nada seriam comparados à potência de seus armamentos bélicos e nucleares.
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Texto 02: Carolina Cerqueira Piedade- 3º A

Guerra Fria, um momento da história em que a tensão era sentimento constante no mundo, principalmente para a URSS e os Estados Unidos. Esses dois “gigantes ideológicos” da época iniciaram o que seria uma segunda corrida armamentista (e também tecnológica e espacial). Os dois possuíam uma grande reserva de armas, o que incluía a bomba atômica. Tinham um poder destrutivo tão grande nas mãos que, como é mostrado na imagem 01, tenderam a não se enfrentar de forma bélica e direta, mas ainda estavam fincando uma guerra ideológica (comunismo x capitalismo) que a qualquer momento poderia ser uma “guerra quente”, onde sairiam com ferimentos mais graves do que a alfinetada de uma flecha. Os dois poderiam se destruir. “O inimigo pode retaliar”, dessa forma, era bom ter um arsenal de ameaças e medo do seu lado.

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Texto 03: Leticia Sampaio – 3º A

Durante a Guerra Fria, após a Segunda Guerra Mundial, a Alemanha foi dividida em duas partes: a República Federativa Alemã (RFA), que era a Alemanha Ocidental e capitalista, comandada pelos Estados Unidos, França e Inglaterra, e a República Democrática Alemã (RDA), a Alemanha Oriental e socialista, comandada pela União Soviética. O lado capitalista, apoiado pelos Estados Unidos, investiu muito no bem estar social e na qualidade de vida da população, enquanto no lado socialista, a qualidade de vida não era tão boa assim. Muitas pessoas da RDA fugiram para a RFA, com isso, a RDA criou o Muro de Berlim, que separava as duas Alemanhas, e tinha o objetivo de evitar a migração de pessoas para o lado capitalista e proteger a Alemanha Oriental. Como mostra a imagem de número 04, houve, em 1989, a derrubada do Muro de Berlim do lado socialista, simbolizando o fim da divisão da Alemanha, tanto física como ideologicamente.

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Texto 04: Thayná Almeida  – 3º B

Após o fim da II Guerra Mundial, o mundo, mais uma vez, encontrava-se em guerra de nível mundial, porém de forma mais “eufemista”, denominada de Guerra Fria. O momento pós-45 foi caracterizado pelo mundo dividido “ao meio”. De um lado, os capitalistas, representados pelos Estados Unidos, de outro, os comunistas, representados pela União Soviética.

O termo “Guerra Fria”, de maneira metafórica, qualifica o momento pós-II Guerra, pois Estados Unidos e União Soviética não se enfrentavam diretamente, ou seja, outros países, menos desenvolvidos, eram peões no tabuleiro de War na vida real, como Cuba, Coréia, Vietnã, entre outros.

A imagem 01, de modo crítico, representa a Guerra Fria, especificamente, a Guerra dos Mísseis. Momento em que a União Soviética coloca mísseis, em Cuba, apontados para Miami (EUA). Como resposta, os estadunidenses colocam mísseis, na Turquia, em direção à Rússia.

Entretanto, como na imagem, o jogo não saiu das regras, muito menos do manual, ou seja, nenhum míssil foi lançado, só ameaças foram feitas.

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Texto 05: Fábio Lima – 3º A

A imagem conceitua, de forma bem abrangente, o período pós Segunda Guerra, que se estende até os anos 90, popularmente conhecido como Guerra Fria. O mundo se via dividido em dois blocos: capitalista e socialista, em que ambos, por meio de alianças políticas e planos econômicos, (Marshal para os capitalistas, Molotov para socialistas) visavam o controle mundial. Neste período é intensificada a corrida tecno-armamentista, a exemplo das missões espaciais e o surgimento da própria internet. Sendo assim, uma “guerra” extra-oficial é declarada, visto que era nítida a disputa entre os dois pólos, seja por países alinhados á estes, seja por armamento. Contundo, ela não chega ás vias de fato, resumindo-se á uma medição de força. Isso foi possível graças ao poder destrutivo alcançado pelas armas químicas (Bombas atômicas, de hidrogênio, Napalm, entre outras), visto que um conflito poderia levar não apenas uma derrota, mas a aniquilação de um povo, ou até mesmo da humanidade.

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Texto 06: Ramon Góes – 3º A

O termo “presente grego” se refere a qualquer má intenção disfarçada de boa ação, é uma estrategia muito antiga mas que foi marcante graças aos contos heroicos da guerra de troia. Apesar de antiga, essa tática é utilizada até hoje. A diferença da época de Sun tzu (Do livro a arte da guerra), os contos heroicos gregos e os tempos atuais, é que nos tempos atuais, a diplomacia -boa ou ruim- está mais entrelaçada com a guerra, a opinião publica não tolera conflitos julgados desnecessários, mas para o mudo em foco, os Estados Unidos, o mundo não gira sem guerra, a economia não esquenta e a tecnologia não avança, por isso, para os americanos é necessário incentivar guerras e a melhor forma de iniciar uma guerra sem ser mal visto pela opinião publica é fingir ter boas intenções, preferivelmente levando a famosa “democracia e liberdade americana” onde se vê benefícios para conquistá-los em meio à confusão como um presente grego. Os exemplos mais famosos são a suposta “democratização” do oriente médio por petróleo e a separação do panamá, fomentada pelos americanos em busca de um canal de transporte.

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Texto 07: Caio Soares – 3º B

Mundo pós 2ª grande guerra. Alemanha colocada na posição de grande culpada, viu seu território ser dividido em 4 partes de influência: URSS, EUA, França e Inglaterra. Antes aliados, agora rivais, EUA e URSS vão iniciar a proposta da guerra fria e sem combate direto, vão brigar ideologicamente dentro do espaço geográfico alemão. Recebendo capital dos EUA, e possuindo as indústrias de grande porte, a parte ocidental (França, Inglaterra e EUA) vai crescer economicamente numa razão muito maior que a oriental (URSS). Com isso, intelectuais e civis vão migrar rumo à parte capitalista em busca de melhoria de vida. Para acabar/diminuir esse processo migratório, a região oriental decide implantar um muro e dividir, agora fisicamente, a Alemanha. Muro esse batizado com o nome da capital, Berlim, era muito militarizado. Em 1989, a população consegue a unificação do Estado germânico. Na charge, a ironia está que após quebrar o muro físico construído pela URSS, se deparam com um muro econômico construído pelo governo estadunidense, revelando a dependência monetária do lado capitalista para com os líderes do bloco capitalista.

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