Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015: três novos (e excelentes) textos de aluno(a)s.

Gabriel Rios – 3º A

Golpes nacionais: grandes plateias para um espetáculo disfarçado

   Promessas, desejo de mudança e fraquezas sociais. É a partir desses pressupostos que surgem os golpistas governamentais. Estes, são vistos muitas vezes nos meios sociais – principalmente o acadêmico – como proclamadores e herois da sociedade em suas determinadas épocas de atuação.

   Em um âmbito, decifrando a história do Brasil, é possível inferir através de registros que as denominadas proclamações não passaram de uma série de golpes de estado.

   Por outro lado, a atuação e responsabilidade do corpo social nesses golpes quase nunca são recordadas. Pois bem, o povo, maioria absoluta da nação, vive num eterno paradoxo do “poder”. Desde o golpe de 7 de setembro, passando pelo golpe da república e o da ditadura de 64, até os dias hodiernos, o povo está assistindo silenciosamente aos golpes que lhes são impostos.

_____________________________________________________________________

  Nataly Pinho – 3º A

Dizer que um termo é velho é o mesmo que se referir a um termo ultrapassado ou, em alguns casos, um termo que já não faz mais parte da realidade. Porém, estaria a atual República Federativa do Brasil muito à frente do que se chama de República Velha?

Diversos direitos foram conquistados, isso é um fato. As mulheres são um bom exemplo de conquista da cidadania. Muito se mudou. No entanto, assim como no período compreendido entre 1889 e 1930, o povo ainda está submetido a um regime opressor que favorece aos mais poderosos, assim como a elite cafeeira era favorecida.

A democracia em que se vive no Brasil pode ser comparada a uma peça teatral na qual o povo só é protagonista durante o ato do voto, mas no resto do tempo, o cidadão é apenas plateia de um espetáculo de corrupções e mentiras. Por exemplo, pouquíssimos brasileiros lembram em quais candidatos votaram nas eleições passadas e menos ainda são os que acompanham o trabalho dos que foram eleitos.

Desta forma, os políticos se sentem à vontade para favorecer uma minoria na qual estão incluídos,em detrimento de uma maioria da população muitas vezes esquecida. Nesse teatro brasileiro, nada mais confortável para os atores do que o bater de palmas no fim do show sem menor interesse com o que se passa por trás das cortinas.

_____________________________________________________________________

Henrique Gama/ 3º B
  Não se pode mirar na corrida armamentista como causa principal da guerra, muito pelo contrário. Podemos considerar esse processo como uma preparação armada por parte das potências, para a já inevitável guerra.
  No cenário anterior, encontrava-se a Alemanha em ampla ascensão industrial, ameaçando a hegemonia da Inglaterra, o que gerou certo antagonismo, além do revanchismo francês, após a perda de territórios por parte da França para a Alemanha. E para fechar esse ciclo, vale citar o pan-eslavismo e pan-germanismo, que, gerados pela Rússia e Alemanha, respectivamente, tinham um caráter nacionalista de proteção por parte desses países, mas fundamentado em interesses. Todos esses parâmetros firmaram, após uma série de acontecimentos, alianças entre países e, por conseguinte, esses países foram à guerra.
Henrique Gama/ 3º B
______________________________________________________________
Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s