Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015 – Novos textos de aluno(a)s – Sobre a I Guerra Mundial.

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Recentemente, a questão abaixo fez parte de uma avaliação das turmas do 3º ano.

Alguns textos foram selecionados. Compartilho agora os primeiros que recebi. Vale a pena ler!

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Questão aberta:

 

Com base nos conhecimentos sobre a I Guerra Mundial e em nossas discussões em sala, analise a letra da música abaixo, atentando para as contradições que ela denuncia.

A Canção do Senhor da Guerra

Legião Urbana

Compositor: Renato Russo

Existe alguém esperando por você
Que vai comprar a sua juventude
E convencê-lo a vencer

Mais uma guerra sem razão
Já são tantas as crianças com armas na mão
Mas explicam novamente que a guerra gera empregos
Aumenta a produção

Uma guerra sempre avança a tecnologia
Mesmo sendo guerra santa
Quente, morna ou fria
Pra que exportar comida?
Se as armas dão mais lucros na exportação

Existe alguém que está contando com você
Pra lutar em seu lugar já que nessa guerra
Não é ele quem vai morrer

E quando longe de casa
Ferido e com frio o inimigo você espera
Ele estará com outros velhos
Inventando novos jogos de guerra

Que belíssimas cenas de destruição
Não teremos mais problemas
Com a superpopulação
Veja que uniforme lindo fizemos pra você
E lembre-se sempre que Deus está
Do lado de quem vai vencer

O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças
O senhor da guerra
Não gosta de crianças.

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Andréa Alves – 3º B
    A música em questão retrata a “vida pré-guerra”, isto é, desconstrói tudo que ocorreu por trás da Primeira Guerra Mundial, ou ainda, Grande Guerra. A mesma tratou de um período que ficou conhecido como “Belle Époque”, o que traduzindo para o português resulta em época bela, marcada pelo avanço tecnológico, e principalmente bélico, e também pelo avanço cultural, marcado por produções de pinturas, esculturas, entre outras expressões artísticas. Aliada à concepção de avanço tecnológico, veio à tona a ideia de que era necessário que ocorresse a guerra para “um mundo futuro melhor”, obviamente, uma ideia repassada para a população pelo Senhor da Guerra, que trata-se das pessoas que lucrariam com empréstimos e venda de armamentos e itens que fossem de suma importância para os conflitos. Ledo engano, a população tomada por essa ideia sofreu ainda mais com pesados impostos, mortes, entre tantos outros pontos negativos vindos com a guerra, como falta de comida, logo que a preocupação maior era a Grande guerra, que fez novamente o sofrimento das camadas mais baixas. Com o uso de mulheres e crianças nas tarefas que anteriormente à guerra eram serviços masculinos, viraram femininos e infantis, visto que os homens estavam no combate. É uma canção que nos leva à reflexão: para quem realmente a guerra foi mais “importante” e lucrativa??
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Thaís Assunção – 3º B

A música ”A canção do senhor da guerra” retrata contradições, em certo ponto até irônicas, sobre a I guerra mundial. No primeiro parágrafo, quando representou ”que vai comprar sua juventude” é relacionado à entrada tardia da Itália e da Alemanha na corrida. No segundo é dito ”mais uma guerra sem razão”; contradiz aos motivos que cada país está tentando retomar, como a perda da Alsácia Lorena para a Prússia. No terceiro, é retratado sobre ”uma guerra santa”. Como ser santa se ocorriam inúmeras mortes?! E também quando foi dito sobre o lucro das armas, porém foi um lucro especifico para a burguesia. No quarto parágrafo, apresenta sobre o papel da indução da Inglaterra e da França em relação à Itália: ”não é ele que vai morrer”. E por fim, o quinto parágrafo que remete a várias contradições como ”belíssimas cenas de destruição”, pois eram cenas terríveis. O principal é a citação de um nome bíblico (Deus) para associar a uma guerra, e também a contradição de uma lei criada na época que não existiria vencedor nem perdedor na guerra.

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Amanda Souza, 3º B.

    Assim como foi exposto no texto I da questão 6, a guerra foi tratada (pelos que a almejavam) de forma distorcida. Assim como os românticos  melancólicos da literatura consideravam a morte como solução para os seus problemas, os grandes chefes de estado tratavam a guerra como um fator de favorecimento para a população, visto que esta traria empregos, territórios anexados e o mais importante: o prestígio da vitória. Muitos acreditaram. Ledo engano. Cada nação se preparou inimaginavelmente bem para o grande conflito, de forma que toda a receita de um determinado país fosse direcionada à confecção de artefatos de guerra. Ou seja, o discurso de convencimento promovido pelos chefes de estado não passou de um “golpe sujo” para comprar a lealdade da sua população, garantido muitos avanços quando tudo o que viria pela frente era morte, fome, destruição e crises. Muitas crises.
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 Carolina Cerqueira Piedade- 3º A.    As contradições (muito bem feitas) na música, retratam o descontentamento do autor com a guerra, mas principalmente o modo como o mesmo ironiza a “beleza” e as “razões” para a mesma.”Não teremos mais problemas com a superpopulação”, essa parte da letra, por exemplo, mostra como  a guerra é destrutiva, como a guerra é violenta, ironizando esses fatos como um benefício. Nesse texto também vemos dois lados por trás da guerra: aqueles que lucram com ela e aqueles que morrem lutando por aqueles que lucram. Esse sistema só existe pela alienação que se faz ao que luta (também retratado no texto) onde a guerra é honra, é bela, lucrativa e o nacionalismo é forte. E diante de tantos horrores que virão(como a morte) é bom lembrar que Deus está do lado dos que vencem, então será um ato de sacrifício em função de um motivo maior.

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 Rafaela Barbedo  – 3º B.

A música “A Canção do Senhor da Guerra” deixa evidentes contradições entre o cenário bélico e as artimanhas usadas para convencer, principalmente os jovens, a lutar na guerra. Há vários argumentos utilizados por quem se beneficia com os conflitos para justificá-los. Por exemplo, o desenvolvimento industrial causado pela alta produção de armas, gerando mais empregos e especialização tecnológica. Há utilização de diversos meios para cooptar os jovens, como propostas de melhoria de vida ao fim da guerra, espírito nacionalista, entre outros. Porém, o que acontece é oposto ao que foi dito; o cenário de destruição, fome e morte diverge do pensamento inicial. E todo o trabalho realizado pelas camadas mais pobres, que são também os mais prejudicados com a guerra, gera cada vez mais lucros para a parte rica da população. O que foi descrito acontece com a maioria das guerras, como a primeira mundial, que, ao mesmo tempo que desenvolveu alguns países, prejudicou outros e causou muitas mortes.

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 Beatriz Portugal – 3º A
    A música apresentada aborda a duplicidade de lados que a guerra possui: o lado de quem luta na guerra e o de quem os mandam ir. As propagandas a favor da guerra expressavam pressupostos de que traria principalmente boas consequências, aumento de empregos, de produção e avanços tecnológicos. Além de influenciar o nacionalismo exacerbado, e a ideia de que Deus abençoaria os vencedores. Mas há ainda o outro lado mais realista, como expresso na música “não teremos mais problemas com superpopulação”, dando ênfase para aqueles que foram à guerra e perderam, mais que apenas a sua juventude, mas suas vidas, enquanto eram vistos como “mais um peão” em seu jogo. Os governantes camuflavam o que teria que ser dado em troca dos pontos positivos da guerra para que assim mais pessoas fossem a favor e lutassem, enquanto eles apenas manipulavam jovens armados em péssimas condições para um maior acúmulo de riquezas para eles mesmos.
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Galerinha do CONFHIC – São José – 2015 – textos de alunos* – 2ª parte.

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Ainda estou aguardando o envio de novos textos, mas, publico agora dois textos, muito bons, de Edgar Müller, do 1º A.

Com base nas discussões sobre Fé e comércio, ele escreveu:

Texto 01

            O Deus que cobra

     Nas sempre ocupadas cadeiras, ou bancos, ou até mesmo tronos das luxuosas igrejas católicas, há muito dinheiro envolvido. Nos sacos, que terminam, quase sempre, com uma considerável parte do seu volume ocupado, é cobrada, nesse passa-repassa, uma taxa histórica, que vai muito além de uns trocados, o polêmico dízimo. Onde o mesmo será empregado é sempre um mistério. Essa herança da Idade Média, essa maneira de associar direta e descaradamente a fé e o comércio, não parece algo a ser desconstruído tão facilmente, porque, comprovadamente dá certo, e vem dando nos últimos séculos.

    Fiéis tentam não enxergar por esse viés, mas não é muito difícil observar a discrepância da casa da Dona de Casa que vai toda semana na igrejinha da esquina, e a casa, geralmente bem mobiliada e bonita, dos pastores, que ostentam carros importados enquanto os fiéis chegam ao culto de ônibus. Uma fé imposta, que não se limita apenas ao cristianismo, e invade diversas religiões sendo elas protestantes ou não.

A realidade é que além de se cobrar o tradicional ”moral e bons costumes”, historicamente, tem se cobrado muito mais. O poder de uma religião, mais a habilidade visionária que os ”homens de Deus” tem para impregná-la, têm aplicado uma fórmula única e universal, uma maneira que encontraram de privatizar ninguém mais, ninguém menos, que Deus.

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.  Sobre a análise do vídeo O ritual das Tucandeiras, associada aos conceitos de cultura e aculturação, ele escreveu:

Texto 02

Cultura e Inovação

Uma cultura diferente pode nos causar diversos sentimentos: curiosidade, estranhamento, pena… No final, é tudo uma questão de perspectiva, quase sempre, ignorante, da nossa parte. Devido aos processos de aculturação, da cultura indígena pelo homem branco, séculos atrás, hoje, ver uma tribo mantendo seus costumes, rituais e crenças pode ser, no mínimo, inusitado.

Claro, as tribos não são as mesmas de 500 anos atrás, mas a essência foi preservada. Um processo cultural é também um processo mutável, palpável e dinâmico, onde hábitos são ressignificados, caindo por terra, então, o mito de que a cultura não pode ser modificada e, consequentemente, inovada.

Tudo que queremos hoje em dia é nos apropriarmos, culturalmente falando, sem haver o respeito por cada peculiaridade, mesmo que não explícita, que toda cultura possui.

O que se vê são pessoas usando cocares, pintando o rosto com os dedos e usando roupas indígenas, apenas por mera estética, sem querer se aprofundar no conjunto de valores e significados que cada tribo tem, nem acompanhar as mudanças que foram ocorrendo ao longo do tempo, numa demonstração total de falta de bom senso e respeito.

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Outro bom texto, de Beatriz Passos, do 1º B:

 
 O Comércio da fé

 
     No sentido próprio, fé significa “a coragem de acreditar sem qualquer desconfiança”. Já comércio, “é a permutação de produtos; troca de valores”. Agora, essas duas palavras, junto a seus significados e atos, são o mesmo que dinheiro.
     Não se sabe ao certo, nem há uma mínima noção de quando o ato de acreditar foi visto de forma lucrativa, mas é nítido o suficiente para quem se permite enxergar. Por exemplo, quando Igrejas Católicas efetuam casamentos, não são só juramentos e alianças que são trocados. Troca-se dinheiro, ou melhor, paga-se para receber a bênção de Deus sobre a união do casal.
     O comércio da fé também está presente em imagens de Santos e nas fitas do Senhor do Bonfim, comercializadas na intenção de vender esperança e, muitas vezes, pelas próprias pessoas que creem. Além de bens materiais, a palavra de Deus está sendo vendida. Algumas igrejas mencionam nomes divinos para receberem dinheiro em troca. Aquelas dízimas oferecidas no fim dos cultos é uma prova.
    São tantas formas de extrair dinheiro, quem nem sabemos mais – se é que já soubemos um dia -, quando ou onde acontece. Casamentos, objetos simbólicos, batizados, missas individuais e dízimas são apenas alguns exemplos de como a exploração da fé vem acontecendo.
     Bom, mesmo com todos os argumentos e fatos, sempre haverá pessoas concordando em vender sua fé, mesmo preferindo usar termos como “doando” ou até “ajudando a igreja”. E quem não garante que não estão a fazer exatamente o que dizem?
    Uma coisa é certa: existem realmente igrejas precisando de ajuda, pessoas com boas intenções e até mesmo doações utilizadas da forma correta. Agora, resta saber se encontraremos um dia, um tipo de fé desvinculada do comércio.
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Galerinha do CONFHIC – São José 2015 – Apostila de conceitos – ver ABSOLUTISMO e MERCANTILISMO.

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Direto do Ospyciu

Os CONCEITOS que integram esta apostila são: ABSOLUTISMO – BURGUESIA – CANDOMBLÉ – FUNDAMENTALISMO – IDENTIDADE – IDEOLOGIA – JUDAÍSMO – MERCANTILISMO – MISCIGENAÇÃO.

O ensino da História e a

construção de CONCEITOS.

 

Apostila 2

Esta apostila 2 destina-se a continuar apoiando e fundamentando teoricamente os estudos de mais alguns conceitos essenciais que se articulam aos novos conteúdos que selecionamos para este ano letivo.

Mais do que uma listagem de conceitos, o desejo é que sirva como elemento provocador e ponto de partida para ampliarmos nossa compreensão sobre aspectos importantes do fazer histórico.

Boa leitura!

                                                                    Prof. Paulo Leite

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Fonte: Dicionário de Conceitos Históricos. Kalina Vanderlei e Maciel silva, Ed. Contexto.

_____________Prof. Paulo Leite – BLOG: ospyciu.wordpress.com__________________

e-mail: pergunteapauloleite@gmail.com

 

BASTA CLICAR NO LINK ABAIXO PARA LER SOBRE:

– Absolutismo – burguesia – candomblé – fundamentalismo – identidade – ideologia – judaísmo – mercantilismo e miscigenação.

apostila2conceitos18fevereiropauloleite

Ver o post original

Escrito dia 14 de março 2015 – “O Ministério da Saúde adverte: o texto abaixo é prejudicial àqueles que só conseguem ler até 140 caracteres.

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Seria EU um GOLPISTA COXINHA?!

Sou CIDADÃO, não tenho “varanda gourmet” (mas se tivesse, seria resultado do mais honesto suor de muitas aulas dadas e tê-la não constitui crime, tampouco sinal de ser da ELITE).

Sou TRABALHADOR, não sou burguês, sou PAI DE FAMÍLIA (4 vidas lindas), não tenho bancos privados, sou HONESTO, não tenho cargo de confiança no Governo (nunca tive), FUI SINDICALISTA (com muito orgulho e independência, inclusive política), não tenho rabo preso com o PT, nem com qualquer outro partido político.

JÁ FUI SERVIDOR PÚBLICO DO ESTADO DA BAHIA (aprovado em concurso, não via cabide de emprego), JÁ FUI PETISTA até LULLA assumir e, durante o seu 1º ano de mandato, passei a me considerar um EX-petista; o partido deixou de representar as ideias e os princípios nos quais eu continuo acreditando. Não fui eu que sai da esquerda, foi o ParTido que saiu de mim.

Tenho muito (a)s amigo (a)s, colegas, conhecido (a)s que integram o PT e/ou o defendem (e por mais que pensem o contrário, respeito todo (a)s).

Sou COXINHA para muitos (vide eleições de 2014).

Sou PROFESSOR, porque optei, porque gosto e porque é a profissão que constitui a minha identidade.

“Curriculum” apresentado, por não aguentar ler tantos posts nas redes sociais sobre “IR OU NÃO ÀS RUAS no 15 DE MARÇO?”, “pedir o IMPEACHMENT de DiLLma é ser GOLPISTA”, “panelaço das VARANDAS GOURMETS” e tantos outros, sem me manifestar, resolvi “dedilhar” o teclado.

Para começar, os referidos posts multicoloridos (do AZUL ao VERMELHO, passando até pelo VERDE OLIVA, sim, manifestações militares também acontecem), retratando variadas tendências políticas, partidárias ou não, são MANIFESTAÇÕES LEGÍTIMAS que só a DEMOCRACIA permite.

E, democraticamente, já me manifestei aqui mesmo nesta rede social, afirmando: é bom que se diga para os incautos e, também, para os oportunistas do governo DiLLma, que SER A FAVOR DO IMPEACHMENT DE DILLMA NÃO IMPLICA SER A FAVOR DA DITADURA. Essa jogada não cola, “corações valentes”! DEMOCRACIA SEMPRE, até mesmo com um governo que encobre sujeiras, compactua com atos de corrupção, manipula números, informações, mente em campanha eleitoral de forma descarada, um governo que ACABA COM A EX-MAIOR EMPRESA PÚBLICA DO PAÍS – a PETROBRAS – e, depois, banca o defensor da estatal, um governo que tem tesoureiro do ParTido envolvido em caixas 2, 3, 13 e afins. E que tem ex-governador da Bahia (e ex-1ª dama pluft) tentando botar panos quentes na divulgação da lista dos “sócios” do LAVA-JATO alegando que a divulgação vai criar instabilidade para o país.

E já que VIVA A DEMOCRACIA, FORA DILLMA!

À tropa de choque do ParTido, um lembrete, COLLOR também foi eleito democraticamente, em seu governo também foram praticados muitos atos no melhor estilo DILLMA ‘YOUSSEFF’.

COLLOR também mentiu, disse NÃO SABER DE NADA, portanto, visitem a história recente antes de começar a arrotar os “inéditos” argumentos que só fazem cansar. E rir.

GOLPE?! Estariam os defensores do Governo DiLLma se referindo à reunião entre o ilustre Ministro Dias Toffoli (ex- ADVOGADO DO PT) e a PresidentE para receber o manual (ou devo dizer, a receita da PIZZA ?!) de instruções a ser seguido por ele ao presidir o julgamento da OPERAÇÃO LAVA JATO?

IMPEACHMENT é GOLPE?! Só hoje ou na época de COLLOR também?! Cuidado, muito cuidado, a HISTÓRIA está ai para desmascarar essa farsa! Vamos lá? Na época do IMPEACHMENT de COLLOR, o PT “correu da briga” quando deu ordem à bancada do partido (seus deputados) para se retirar do plenário antes de a votação histórica e decisiva se iniciar. Ou seja, o PT se omitiu em um momento crucial da história recente deste país. Vai ver que era uma visão futurista, profetizando a aliança LULLA + DILLMA + COLLOR realizada nas recentes eleições brasileiras (2014), quando a presidentE afirmou publicamente que COLLOR era o candidato ao Senado, por Alagoas, que tinha o seu apoio e o do PT.

GOLPE?! Estariam os defensores do Governo DiLLma se referindo ao DECRETO de DiLLma, através do qual o STF decidiu EXTINGUIR A PENA DE GENOÍNO, condenado no PROCESSO DO MENSALÃO?

IMPEACHMENT é GOLPE?! Só hoje ou na época de FHC também?! Na Era FHC, o PT e seus fiéis seguidores (á época EU ERA UM DELES) gritavam FORA FHC a cada escândalo denunciado durante o governo do ex-presidente. E foram incontáveis escândalos. FHC VENDEU O PAÍS e privatizou quase tudo, vide a PRIVATARIA TUCANA, houve dezenas de escândalos, dignos de processo de impeachment. Se não abriram o processo para tal, o PT e seus aliados à época PERDERAM O BONDE DA HISTÓRIA. Será que já era outra visão futurista, prognosticando o que aconteceria em um eventual governo petista?!

Nosso país já sofreu DUAS DITADURAS, uma civil, com Getúlio Vargas (1937 a 1945), outra militar, com os 21 ANOS de CHUMBO (sob o comando dos Generais do Exército, Castelo Branco, Costa e Silva, Médici, Geisel e Figueiredo, entre 1964 e 1985). Quem sofreu na pele e/ou estudou sobre o período sabe muito bem que jamais merecemos algo semelhante, sob qualquer argumento. AZUIS, VERMELHOS, amarelos, pretos, multicoloridamente devemos combater sempre e em toda parte a DITADURA. É verdade que há em nosso país muitos setores da sociedade que defendem tal regime político, da mesma forma como ocorreu nos anos que antecederam ao GOLPE CIVIL-MILITAR DE 1964. Também é verdade que amanhã, certamente, os que assim pensam poderão ir às ruas com esse grito. A democracia permite até isso. Combater a DITADURA é responsabilidade de quem acredita na DEMOCRACIA, como princípio, meio e fim para as mudanças acontecerem. As ruas refletem as lutas de classes que caracterizam o dia a dia em nosso país. Não vivemos no paraíso, tampouco somos todos irmãos, mas, burgueses, trabalhadores e suas respectivas frações de classes, como bem ensina Marx. Nesse sentido, a rua é de todos.

Se não há evidências plausíveis do envolvimento de DiLLma nos incontáveis escândalos que envolvem o seu governo, pois bem, não é preciso ter medo do lobo mau, afinal, o processo de impeachment obedece a questões legais bem consolidadas em nossa Constituição Federal. Mas, o que a tropa petista-governista não pode esquecer é que:

– assim como em 1992 (caso COLLOR) as primeiras denúncias surgiram, o processo de abertura das investigações foi impetrado, futucou-se muito e a PRESSÃO DAS RUAS teve seu lugar na história. Dizer que o povo só foi às ruas por manipulação da TV GLOBO é tão ingênuo que soa até ridículo. O ‘fim’ dessa narrativa é por demais conhecido;

– a ARGUMENTAÇÃO MANIQUEÍSTA de querer dividir os debates entre o BEM e o MAL ou, em uma versão mais baiana, a tese do TUDO NOSSO, NADA DELES, é, além de grotesca, superficial, enganadora, manipuladora e denuncia bem a prática do PT (e seus aliados governistas) para inverter os fatos e se colocar na posição de VÍTIMA, quando, na verdade, é ALGOZ.

Vamos às ruas GRITAR, sim, seja do asfalto, das varandas gourmets, do chão das fábricas, das lanchas, das favelas, afinal, se o governo DiLLma é de todos, que mal há em todos irem às ruas?!

Nunca na história desse país se ensinou que É TUDO NOSSO, TUDO DELES.

Um abraço do coxinha que só defende a DEMOCRACIA!”

1º ano 2015 – CONFHIC – Colégio São José – textos de aluno(a)s – 2ª parte.

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 Recentemente, propus aos alunos / às alunas do PRIMEIRO ANO 2015, dois exercícios, a saber:

Exercício 01 – o tema era RELAÇÕES DE PODER. Um subtema foi CORRUPÇÃO.   A partir da leitura de dois textos selecionados, de diferentes autores, deveria ser produzido um texto autoral, coletivamente, pelos grupos do trabalho sobre POLÍTICA e PODER.

Exercício 02 – o tema era ACULTURAÇÃO e CULTURA. Após assistir ao vídeo O RITUAL DAS TUCANDEIRAS, o(a) aluno(a) deveria, individualmente, explicar de que forma os dois conceitos estavam presentes no referido vídeo. Vídeo: https://youtu.be/G1rqW5ya96c

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Os primeiros textos que enviaram para mim, entre os que eu selecionei, compartilho com vocês, ao tempo que agradeço aos autores/ às autoras por terem permitido a publicação dos mesmos. obs. à medida que forem enviando para mim, outros textos serão publicados.

Texto 01: 

Maria Vitória – 1º C

A cultura está presente no vídeo (Ritual da Tucandeira) através das manifestações dos costumes dos indígenas, que estão representados por meio das músicas, danças típicas, pinturas na pele, maneira de pronunciar as palavras e pelo próprio ritual com as formigas, no qual o índio experimentou a dor para comprovar a masculinidade e a capacidade de formar uma família.

Em contrapartida, a aculturação também está presente, representada pela vestimenta dos índios, que adquiriram o costume de usar roupas, ao invés de andarem nus, por conta do contato direto com o homem branco. Além disso, foi mostrado que componentes de diferentes tribos se juntaram e submeteram-se a participar do ritual também, mesmo não sendo o costume desde os primórdios de onde foram criados. Isso se dá por conta do contato contínuo com um indivíduo de uma cultura diferente da sua.

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Texto 02:

Maria Clara Trinchão 1ºB

O Ritual da Tucandeira é um rito de passagem indígena que constitui aquela etnia, mas, observando o vídeo, podemos perceber itens utilizados que não são nativos, ou seja, foram produzidos em fábrica. Isso nos faz entender que aculturação é uma adaptação de uma cultura, utilizando artefatos ou até ideias de um outro grupo étnico.

A cultura não é imutável, como alguns pensam, ela é modificada ao longo do tempo para poder se adaptar àquela realidade, àquela época. Podemos observar no vídeo que o ritual daquele grupo indígena ocorre com o auxílio de utensílios que, comparados aos pertences originalmente nativos, não foram fabricados por eles. Determinando, assim, que uma cultura pode sobreviver à interferências de outras culturas.

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Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015 – Aulas novas – O FASCISMO na ITÁLIA – CRISE de 29 – O FASCISMO na ALEMANHA (NAZISMO) – Neofascismo no mundo e vídeos

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No link 1 abaixo, você encontrará slides sobre o Fascismo na Itália, a Crise de 29 e o Fascismo (Nazismo) na Alemanha.

LINK 1 – FASCISMOCRISEDE29NAZISMOparte1

No link 2  abaixo, você encontrará mais slides sobre o Fascismo (Nazismo) na Alemanha:

LINK 2 – NAZISMOparte2

No link 3 abaixo, você encontrará um artigo muito interessante, de um historiador brasileiro, sobre 15 Fotos e 10 Fatos sobre o Holocausto:

LINK 3 – ArtigodositeHistoriaIlustrada

No link 4 abaixo, você encontrará um material riquíssimo sobre Enciclopédia do Holocausto:

LINK 4 – http://www.ushmm.org/wlc/ptbr/media_list.php?MediaType=am

No link 5 abaixo, você encontrará um texto valioso sobre O Neofascismo no mundo:

LINK 5 – http://www.cartacapital.com.br/internacional/o-novo-rosto-do-neofacismo

Vídeos sugeridos – Os Fascismos (Itália e Alemanha):

A marcha sobre Roma – https://www.youtube.com/watch?v=dgpFVkaWs44

O Tratado de Latrão – https://www.youtube.com/watch?v=SqZ5hYjJ-ZM

Nazismo, Holocausto e Solução Final – https://www.youtube.com/watch?v=ENMIG9DhgQk

Campos de concentração – https://www.youtube.com/watch?v=YrtNsUFr27c&spfreload=10

Como sobrevivi ao Holocausto nazista – https://www.youtube.com/watch?v=YrtNsUFr27c&spfreload=10

Experimentos nazistas – https://youtu.be/7SAiaEuiDXU

A Onda – filme – https://youtu.be/5__2h_SxlwY

A Onda – síntese do filme – https://youtu.be/CIVZ8Z_vGi8

Judeus na Alemanha antes do nazismo – https://youtu.be/Fop1o1CCwcQ

Origem, história, uso e proibição da Suástica – https://youtu.be/3NZtBjBX6iY

Por que Hilter odiava os judeus? – https://youtu.be/9Y9Xf3ypOEE

Dois breves discursos de Hitler – https://youtu.be/CNJ1LLcsQII

Holocausto: imagens raras e inéditas em cores – https://youtu.be/GO73m1tFlTI

Nazismo e suas ideias – https://youtu.be/S2G2oKR2-1M

Vídeos sugeridos – A Crise de 29:

https://www.youtube.com/watch?v=S-ui53vxefY&spfreload=10

https://www.youtube.com/watch?v=P5H_vSxB54w&spfreload=10

Vídeos sugeridos – O Neonazismo no Brasil:

http://www.youtube.com/watch?v=wuJ4nbpdeU8&feature=results_video&playnext=1&list=PLE07F9BBD25960E26

http://www.youtube.com/watch?v=SPhcfty4jsI&feature=results_video&playnext=1&list=PLE07F9BBD25960E26

http://www.youtube.com/watch?v=tFbvdGMCz3s&feature=results_video&playnext=1&list=PLE07F9BBD25960E26

As aventuras do pequeno Hitler:

As últimas horas de Hitler:
Drone da BBC sobrevoa o campo de concentração de Auschwitz
 

Nicholas Winton, o herói anônimo da Segunda Guerra
https://www.youtube.com/watch?v=9Xgmz1O-Rtk

Shindler
https://www.youtube.com/watch?v=RaZVqMOzpQY