Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015 – Textos de aluno(a)s sobre Fundamentalismo- 2ª parte.

Texto 01: 

                                       Fundamentalismo e política

De acordo com o dicionário informal,a palavra ”fundamentalismo” refere-se à ”prática das religiões que interpretam de modo literal as escrituras sagradas.” O  fundamentalismo   é um fenômeno universal, utilizado pelas várias religiões, com o intuito de pregar seus conceitos e valores como uma verdade absoluta, um dogma, trazendo inúmeros conflitos  com aqueles que não reconhecem sua religião como um segmento divino.

Os mais frequentes tipos de fundamentalismo pertencem às religiões monoteístas (judaísmo, islamismo, cristianismo). Um ser fundamentalista é aquele que detém fé e  crença no livro sagrado e é capaz de tudo para influenciar as pessoas a acreditarem que  sua religião é a correta, não podendo ser contestada de nenhum modo, caso contrário, sua ira pode ser fatal. O fanatismo religioso pode ser considerado um sinônimo de fundamentalismo, podendo  ser praticado de várias formas, desde ofensas à condenações de morte terríveis, apenas   por ”desobedecer” o livro sagrado.

Esse termo pode ser aplicado também nos diversos  movimentos políticos atualmente;  um exemplo disso, são os presidentes, governadores e cia, que se elegem e prometem acabar com a ”raça” do movimento LGBT, afirmando que esse comportamento é uma falta de respeito com a sociedade, e o pior, que eles  não têm  a benção de Deus, caso queiram  laçar algum tipo de matrimônio. Mas a política, em especial, não deveria tratar a todos igualmente? Todos possuem os mesmos direitos, apesar de suas escolhas homoafetivas  e religiosas. O mundo seria bem mais saudável sem esses tipos de preocupações conservadoras e reaceonárias. Devemos lutar pela paz, e não nos privar dela.

Laís Firpo – 3º B

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 Texto 02:  Fundamentalismo e Política

Partindo do pressuposto que o fundamentalismo não é característica exclusiva de grupos islâmicos, percebe-se então, no Brasil, com a crescente notoriedade da comunidade LGBT e a valorização da cultura de matriz africana, uma grande representatividade do fundamentalismo cristão. Desta forma, a comunidade cristã – guiada por seus diversos líderes – utiliza seus aprendizados como verdades absolutas, e deseja, assim, implementar e difundir seus dogmas por toda a sociedade.

O problema maior, por fim, dá-se no momento em que grandes líderes cristãos são, também, políticos. Sendo assim, tais líderes utilizam de sua influência e poder político para aprovar ou criar projetos de lei que transfiguram o caráter laico e livre da nação, beneficiando tão somente a implantação e propagação de seus dogmas, os quais estimulam cristãos a perseguirem integrantes do LGBT e terem aversão a outras linhas religiosas, principalmente de matriz africana.

Gabriel Carneiro Rios – 3º A

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Ainda que seja um país laico, o Brasil não segue à risca o que realmente seria respeitável ao cidadão. Não privilegiar religiões em mídias públicas (TV e rádios), ou sequer fazer uma espécie de partidarismo religioso seria o ponto mais importante d que é tratado nesse texto em questão. O fundamentalismo midiático é bastante presente e facilmente perceptível no mundo atual, onde emissoras aumentam a cada ano o número de horários vendidos para igrejas que, de acordo com dados divulgados pela Folha de São Paulo, o televangelismo ocupa 140 horas semanais da TV brasileira.

Já o poder público tem se esquivado de enfrentar os interesses das igrejas e garantir que o sistema de comunicação não sirva a espécie de partidarismo religioso. E isso é perceptível quando esses grupos usam seus representantes no Congresso Nacional para manter e até mesmo ampliar suas redes de comunicação, transformando a mídia e o parlamento em espaços para tornar público discursos baseados no tradicionalismo, na defesa da família e da moral cristã.

Com maior liberdade de expressão e igualdade de recursos para todos, fica mais fácil expressar sua opinião em meio às redes, que, atualmente, são um verdadeiro “fio condutor” de todos os assuntos polêmicos, com a diferença de que suas interferências em meio aos discursos são de forma muito mais direta, deixando seus usuários mais à vontade, onde em muitos casos, acabam “se enforcando com as próprias palavras”.

Juliana Rodrigues Ferreira Batista – 3º A

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Texto 03: 

 Fundamentalismo e Política
 
A resistência aos efeitos da Ocidentalização é a principal característica do Fundamentalismo Cristão que, agora, se estende às bancadas do Congresso Nacional de um Estado Laico: o Brasil. 
Posturas dogmáticas e conservadoras de representares como Marco Feliciano, Pastor Everaldo ou Levy Fidélix causam um grave retrocesso sociocultural num âmbito que precisa ser exclusivamente progressista: a política.  Esses representantes agem de acordo com seus preceitos religiosos, impondo à nação algumas regras que devem ser mantidas entre aqueles que partilham da mesma crença.
O Estado Democrático surgiu para assegurar a liberdade de crença de cada indivíduo, então, é preciso instruir estes parlamentares para que eles não acabem confundindo política pública e religião. 
Amanda Souza, 3º ANO B
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Texto 04:

Efeitos sociais e culturais exercidos pelo fundamentalismo

A sociedade sempre foi intolerante com o diferente, com o novo, e isso não mudou em pleno século XXI. As religiões se atacam, mesmo que indiretamente, para provar a verdade que lhes é passada. É esse fanatismo que destrói cidades, pessoas, culturas, fundamentalistas acreditando que a violência exacerbada fará com que seus ideais sejam brutalmente aceitos. Isso afeta todas as camadas sociais, todos exilados de qualquer contato com o novo e o diferente. Qualquer reação ao sistema vigente pode trazer consequências severas e até mortais. O fundamentalismo é de fato uma agressão às pessoas, é uma forma que muitas religiões e até seitas encontram de impor suas ideologias e abominar as diferenças que, inevitavelmente, surgem ao passar dos anos, como o casamento entre homossexuais. Esse ato está aprovado por lei pelo Brasil, porém, dentro desse país, ainda resistências violentas se fixam nas suas raízes históricas e impedem ou tentam impedir tais diferenças. O problema é que os fundamentalistas acreditam estar investindo no certo, no que Deus determinou, no caso dos cristãos. A questão fundamentalista é um caso a ser tratado urgentemente, antes que a influencia atinja a nova juventude da sociedade, isso se não já tiver influenciado.

Mateus Santana Barbosa – 3º B

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