Terceirão Salesiano Dom Bosco 2015 – Textos de aluno(a)s sobre Fundamentalismo- 1ª parte.

  Um dos exercícios do 1º trimestre letivo foi assim proposto ao(à)s aluno(a)s:

A seguir, você encontrará um excelente e polêmico texto sobre o tema citado. Após a sua minuciosa leitura, redija um texto entre 10 e 15 linhas tomando como ponto de partida UM dos aspectos abaixo:

1 – Fundamentalismo e política;

2 – Efeitos sociais e culturais que o Fundamentalismo exerce sobre o mundo atual;

3 – O Fundamentalismo nas Redes Sociais e na mídia em geral.

obs. o texto de referência foi O fundamentalismo não é uma prerrogativa apenas do islamismo, de Jean Wyllys, publicado em 02/07/2014.

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Entre os muitos textos produzidos, selecionei alguns e pedi autorização ao(à)s respectivo(a)s autore(a)s para compartilhá-los aqui no OSPYCIU, pelo que agradeço.

Eis os 04 primeiros textos.

  Boas leituras!

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Texto 01: 

Nazismo, fascismo e, atualmente, fundamentalismo são o exercício do poder de forma forçada e absoluta. Por outras palavras, são regimes políticos que suprimem as liberdades individuais, atribuindo ao estado o poder absoluto. Esta definição de fundamentalismo é totalmente contrária à democracia, assim como à privacidade individual.

Esse modelo de governo “absoluto” oprime todo e qualquer grupo de pessoas que tenha ideias, raça, cor, religião ou cultura diferente da qual esteja sendo passada pelo poder vigente.

Atualmente, os líderes políticos estão tão fanáticos por seus fundamentos, por suas ideias, que chegam a matar e travar guerras com seus opositores e tudo isso aos “olhos” de pessoas esclarecidas e que convivem bem com as diferenças alheias, parecem absurdas.

Thallys Batista – 3º ano B.

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. Texto 02: Fundamentalismo e Política

Diferentemente do que ditam as mídias, o fundamentalismo não é uma prerrogativa exclusiva do islamismo. A interpretação literal do livro sagrado também é extremamente recorrente em outras religiões, podendo ser propagada também por diversos meios, dentre eles na política.

No Brasil, por exemplo, muitos representantes da população são radicais religiosos e utilizam da notoriedade e posição de formadores de opinião para evidenciar e perpetuar seus discursos embasados na religião.

O que muitos desses políticos não param para pensar é que todo ato gera uma consequência, e com eles não seria diferente. Os seus pontos de vista, no mínimo radicais, influenciam muitos seguidores que, partindo do pressuposto religioso e do que absorvem dos dogmas de sua doutrina, resolvem realizar o que consideram correto, com as próprias mãos.

Yanne Ávila – 3º ano B.

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Texto 03: A mídia e o fundamentalismo.

As mídias, em uma espécie de Cruzadas atual, podem ser utilizadas pelo fundamentalismo para recrutar e doutrinar fieis. Nas redes sociais e mídia alternativa, pouco reguladas, espalham-se mensagens e grupos que procuram atrair pessoas e convencê-las da expansão forçada de dogmas religiosos, mesmo em desrespeito a direitos básicos.

Já na mídia formal, onde há mais regulação, procura-se principalmente manter-se imparcial diante de ações de grupos fundamentalistas.  É claro, porém, que às vezes, e erroneamente, transmite-se parcialidade – para agradar ao público ou talvez um governo controlador.

Assim, o fundamentalismo religioso pode encontrar nos veículos de comunicação tanto um meio de propaganda quanto críticas à sua atividade.  Ou ainda, por vezes, um mero incentivo à reflexão.

Caroline Magalhães – 3º ano B.

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Texto 04:    Fundamentalismo religioso.

O termo que atualmente é bastante usado, surgiu no começo do século XX nos Estados Unidos, para se referir à crença na interpretação literal dos livros sagrados. Porém, apesar de ter surgido no século passado, o fundamentalismo só começou a preocupar o mundo em 1979 com uma atitude brusca na Revolução Islâmica.

Os fundamentalistas, que normalmente e erroneamente, são associados à muçulmanos, terroristas e extremistas, são aqueles que baseados em seu livro sagrado, especificamente os islâmicos, apresentam uma visão de mundo calcada em ideologias contemporâneas e interpretações particulares do passado. Porém, a sociedade é etnocêntrica.

Com uma sociedade etnocêntrica e fundamentalistas que a todo momento apresentam ao mundo, uma “crueldade”, instalou-se o clima de insatisfação e desrespeito à cultura islâmica ou a qualquer outra que apresente conceitos fundamentalistas.

O que para muitos é exagero, crueldade, para os islâmicos, cristãos e judeus é apenas parte de sua cultura e devoção à sua santidade. Ao assistir alguém sendo queimado vivo, fuzilado ou relatos de crueldade e severidade com as mulheres, todos devem se questionar ou até mesmo ter certeza, baseados em sua crença, que não é correto. Será mesmo que vale a pena fazer tudo em nome de Maomé, Allah ou Jeová?

Marianna Santana, 3º ano B.

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