Crônicas do Ospyciu- Qualquer semelhança (NÃO) é mera coincidência.

Já faz um tempinho que devo ao mestre, com carinho, esse pequeno texto. Claro, se indivíduos (leia-se SegundoFavorito” e Sementinha do Mal) fossem de alguma ajuda, muitos já poderiam se deliciar (entenda, meu nego, o negócio é esculhambar antes de lhe esculhambarem) com as aventuras vividas diariamente naquele verdadeiro Ospyciu.

Impossível não começar com a lenda, a ídala-mor de nós, meros mortais. Sim, ela existe! Não é lenda urbana não pai, carne e osso mesmo (e booooooota carne nisso). Com um passado de glorias e orgulho (num é que a menina nasceu loira, da roça e ainda mais, descendente de portugueses? Aí é IMPLORAR né?), suas palavras verdadeiramente sábias, repletas de conhecimento, introspecção e pura reflexão são assombrosas. Literalmente. De levantar defunto.

Sementinha do Mal que o saiba. Sem ela, ele não existe. Mas tenho mais é que agradecer mesmo, fonte certa de constantes risadas diárias.

Pobre coitada da não-mais-lenda, deve ter uma paciência do tamanho da casa de Mãe Joana (iiiih rapaz, falei demais). Seja pra agüentar Sementinha revelando sua indisposição estomacal na primeira semana de aula, das constantes averiguações de dever (in)completo, das respostas sem sentido… ai ai, eu dô é risada!

Mas, por sorte, ela não veio ao mundo sozinha. Quis o destino fazer nascer outra criança beeeem especial no mesmo ano, na mesma sala do manicômio. ê ê ê ê belezaaa, ali é risada garantida, mô pai!

Diferente de nossa ídala, essa exótica companheira tem um talento pro futebol que é inigualável. Fecha o gol, mesmo! El Paredón que se prepare, tem uma MURALHA pintando na área!

Mas, ao contrário do bom atleta, a companheira presta atenção na aula; um exemplo de aluna. Impressionante bicho, escuta tuuuuuuuuudo que o mestre fala, não perde um mínimo detalhe! Tambeeem, dadas as proporções…

E atenção, atenção, as mais variadas empresas de satélite! Interferência de sinal é com ela mesmo, cuidado!

E o Segundo “Favorito” pinta e borda ali viu nego? É de dar pena. Sabendo da dificuldade da companheira (vocabulário limita-se ä palavras de 5 letras) tá sempre ali, do lado, traduzindo pra língua nativa da moça, o bebênês – língua que resume-se em murmúrios, grunhidos, sons irreconhecíveis.

E assim vamos vivemos nossos dias, naquele Ospyciu, que, igualzinho no filme de Tropa de Elite 2, tem nossas rixas com os loucos da ala psiquiátrica, logo ao lado: o dotô leitoso tá dando até festinha, só porque o Fantasminha Camarada resolveu aparecer… rai ai, parece mesmo que só tem maluco!

                                   Postado por: Ptero, Sementinha do Mal e Segundo “Favorito”, um trio de alunos muito especial e, digamos, “diferente” (rsrsrsrs, vingança, vingança, vingança!!!),  da 12ª A, Escola Pan Americana da Bahia.

                                                          

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