Direito de resposta contra Ptero, Sementinha do Mal e Segundo Favorito…

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            Tendo sido dada a oportunidade de resposta, nao pude deixá-la passar como minha querida companheira que tudo escuta fez. Como o ilustrissimo Ptero, que em sua grande cabeça carrega conhecimentos inigualáveis, uma vez disse, “o negócio eh esculhambar antes de lhe esculhambarem” assim devo me defender, ao retratar todos os que fazem parte deste verdadeiro Ospyciu, afinal, se vamos cair, levaremos todos juntos, né?

            Por onde comecar… Somos um grupo tão diversificado que adere todos os tipos de pessoas, que fica dificil de escolher apenas um elemento. Mas, por que não iniciar pelos que começaram esta baderna? Sementinha do Mal, que de sementINHA nao tem nada, nossas vidas nao seriam as mesmas sem sua presença. Afinal, não podemos viver sem o sol em torno do qual a nossa Terra gira, certo? E o que falar sobre esse tal de Segundo “Favorito”? O pobre coitado grita tanto por atenção, mas acaba sendo ofuscado pela dimensão estupenda do nosso Ptero. Eh uma inconveniência ser amigo de um dinossauro, não concordam?

            No entanto, estes elementos não são os únicos que alegram o dia de nosso querido instrutor ao qual amamos chamar de Tio. Sei que ao ler isto, lasers sairão do olhar desta pessoa, então,cuidado! Abaixem-se todos, pois os olhares penetram até os mais fortes materiais. Mas, não se preocupem, qualquer coisa acolham-se todos entre a cancela na incalável boca de um dos nossos amigos. Apesar de todas essas personalidades fortes, ha uma adorável panda entre nós, que está sempre disposta a acolher seus parceiros ou apenas hibernar entre aulas. Dura vida esta, enquanto uma faz dever de casa em outras aulas, a outra dorme. Pra que escola melhor que essa?!

            Para aqueles que adoram esportes, temos uma montanha que o Everest nem se compara! Infelizmente, eh denominado da mesma forma que um ser de apelido íntimo… Opa, não podemos entrar em assuntos como esse, pois temos uma criança de apenas 12 anos na sala; fato bastante intrigante, já que temos outra criança de 32 anos. Depois disso, como não afirmar que essa instituição eh um legítimo Ospyciu?

            Por enquanto, isso eh tudo que entrará na resposta da portuguesa que não eh lenda. Tenho certeza que ainda surgirão bastante histórias para serem contadas neste diário do Ospyciu. Durante esse tempo, espero que Ptero continue voando em seus ares, enquanto o Segundo “Favorito” tenta se prender em uma de suas asas, do mesmo jeito espero que Sementinha do Mal continue iluminando nossas vidas.

Você gosta de GOIABA?

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Domingo, volta pra casa, início de noite na estrada do coco.

Eu juro, ela pediu uma goiaba, pensei que já tivesse comido na casa da tia, mas, só na estrada, ela se deu conta que ainda queria …GOIABA. Optei por não retornar, já que o acesso de volta a jacuípe é longooooo e o cansaço já tomava conta.

“Paaai, eu não comí minha GOIABA”. Primeira vez…

Tentei contornar, aleguei que não dava mais pra voltar e que depois a gente resolveria isso. E ela, con sua deliciosa voz rouca…”Paai,mas, tia Bá disse: ‘quer GOIABA?’ e depois eu não peguei quando saí da piscinaaaa. Eu quero GOIABA !” Segunda vez…

Confesso que ela não teve culpa, mas, imaginei que a vontade de comer GOIABA fosse ser esquecida. Que nada!!!

Na estrada, prometí que se eu visse alguma ‘venda de GOIABA’, eu iria parar e comprar, mas, à noite, nada de encontrar algum lugar aberto para saciar o desejo da pequena.

Clarinha e Juju conversavam, Tia Cris ajudando a distrair, sem perder a chance de uma saudável provocação bem baixinha, “viu, você negou GOIABA à  menina?!” Mas, eis que a minha doce, sapeca e persistente pequena se pronunciou de novo…”eu só quero uma GOIABA”. Terceira vez…

Comecei a ficar irritado!!!

Mais uma vez, virei-me para a pequena e disse que antes de chegar em casa, compraria a tal da GOIABA. mas, desta vez, impus uma condição: se você pedir GOIABA de novo, eu não comprarei. Pelo olhar dela, cheguei a acreditar que não pediria mais. Pai é um bicho bestaaaa e a pequena mais esperta do que eu poderia imaginar.

Você pensa que ela deixou de pronunciar a bendita fruta?! Não mesmo, mas, saiu-se com esta: “Paaai, não passou ninguém vendendo GOIABA”. Quarta vez…

Rapaaaazzzzz…respirei fundo e antes que eu pensasse em reclamar, ela disse: “eu só falei que não tem ninguém vendendo…”. Engolí a seco, não sem vontade de rir, mas Tia Cris disfarçou e riu, acho que muito mais da minha cara….tenho certeza!

Puxa conversa daqui, respira fundo de lá…a minha gostosura de pequena fez mais um ‘pronunciamento à Nação’: “Paaai, se aqui no carro estivesse cheeeeio de GOIABA, eu pegava uma, né?”.  Quinta vez…

Como não rir?!

As três brincavam pra passar o tempo na ‘viagem’, eu já planejando onde parar pra comprar A FRUTA….nisso já estávamos no meio da Paralela…

Lá pelas tantas, um ‘engarrafamento’ básico (sim, baiano que se preza ,fala engarrafamento!!) e ela comenta: “vai demorar…”. mas, não falou em….deixa pra lá.

Eis que chegamos em nosso bairro, já umas 20h, vejo a padaria aberta, lá tem frutas e eu só bolando o discurso para o caso de não ter….recuso-me a pronunciar a fruta. A agonia era tanta que parei o carro intencionalmente no passeio da padaria, fala baixo, elas não perceberam, no sentido contrário da rua. Uma forma mais educada de dizer…na contramão. Foi parar e a pequena nem piscou…”eu ví, tem GOIABA”. Quinta vez…

E não é que os olhinhos de jaboticaba (como diz a minha grande amiga Tiquim) bateram direto no que ela tanto desejava?!

Entrei, peguei umas 3 e quase esquecí de comprar o pão. Ela disse logo: “êbaaa, vou comer!”. Mas, eu pedí pra segurar um pouco, tinha que lavar. Nisso ela foi obediente, mas aquele saco com 3 GOIABAS estava colado em suas mãozinhas como um trófeu.

A pequena comeu sua GOIABA com tanto gosto que é uma cena inesquecível, destas que ficam pra serem contadas aos netos e netas.

Sim, eu quero ter muito(a)s!!!

E você, gosta de……. GOIABA?

Memórias do Buzu – Ela é muito religiosa….e só quer o Bem de todos, acredite!!

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   Daniel Lisboa – R1/R2…quem precisa dele já sabe o que vem por aí…demoraaaaaaaaaaaaa e depois vc faz uma viagem interurbana sem sair de Salvador. Mas, vou te poupar dessa parte, direto aos finalmentes….

  A demora foi compensada por um lugar vazio bem próximo das cadeiras preferenciais, acho que elas me atraem. Vem de lá mais uma memória de buzu…

   Sentei numa boa, curtindo o belo visual da Av. Centenário, Cristo, Farol, Porto, ladeira da Barra, Corredor da Vitória, Campo Grande, nunca sei se este é R1 ou R2, mas, demora da mesma forma. Campo Grande, a verdadeira Praça 2 de julho, Politeama, Lapa, entra, sai, parecia uma eternidade adentrar aquela ‘visão do inferno’. Ufa!!!

  No Cristo, um vendedor ambulante entra, vai para o fundão e de lá retorna com uma verdadeira pirâmide de chocolate, sai dando boa tarde pra cada passageiro, prostra-se à frente do buzu e anuncia em ‘bom’ português: “boa tarde, pessoal, desculpa interromper o silêncio de cada um dos pessoal, eu tenho a oferecer esse tabrete de BIS. É BIS que a gente acha de R$ 3,50 a R$ 4,00 nas lojas, mas eu tô vendendo um tabrete por “2 real“, com 20 unidades e vocês, pessoal, podem até ver a validade, tá valendo”.  Nisso, ele pede todo educado ao motô: “seu motô, quando o senhor fizer o balão lá na frente , eu vou abrir o gás, valeu?”. Uma figura, dei o maior valor, arranha o português, mas se comunica bem, isso é que importa. E vende bem o seu peixe.

  E ela, quem é ela?! 

  Uma senhora, já ultrapassando a barreira dos 60, certamente, entra pela porta dianteira, senta em uma cadeira preferencial bem à minha frente. Isso era alí pela saída da LAPA. Foi sentar, o celular tocou. Ela fala: “alô, tudo bem? Eu quero te falar uma coisa, você sabe que eu só quero o bem de todos, vou te falar porque eu sou uma mulher de Deus, tenho fé Nele e  não desejo nada de ruim aos meus irmãos, né?!”. Fiquei impressionado com tamanho ‘prefácio’, só podia se tratar mesmo de uma serva de Deus das melhores. Deus benza!!!

  Sabe-se lá o que a outra dizia do lado de lá, mas, pela conversa de cá, até o motô olhou de canto numa parada pra pegar mais passageiros e, patapata na mão, deve ter ficado tão curioso quanto eu. A conversa mais parecia uma pregação, era Deus isso, o Senhor aquilo que eu até nem pensava mais em nada, só imaginando o quanto ela deve estar se garantindo para ter seu cantinho lá no céu de tão boa alma que é. Mulher digna de admiração. Mas…..

…de repente, ela solta: “olha, minha amiga, seu marido ainda não pagou a conta que ele abriu lá na minha venda. Eu estou te ligando porque somos irmãs de igreja e nós temos que ser verdadeiras, o Pastor fala todo dia ‘ajude seu irmão que está em dificuldade’. Mas, seu marido tá devendo dos tempos e assim ele vai me quebrar.” Eu juro que fiquei constrangido, nem arrisquei olhar pros outros passageiros porque nessas horas ninguém faz barulho, todo mundo concentrado na conversa. Pode até parecer que somos  indiscretos, mas, né não, era impossível não ficar envergonhado com a pagação da boa cobradora. Eu olhava o róscofi e a hora não passava, tentava admirar a bela paisagem do Dique (colocaram umas bolas grandes, coloridas, deve ser coisa de JH, o prefeito chorão) já sendo preparada para o Natal, mas, nada…o ouvido não desgrudava da conversa da irmã.

   A senhora falava, enfatizando sempre que só quer o bem de todos. E assim foi. Cobrou, desligou e quando parecia que ia ficar refletindo sobre o ocorrido, eis que toca o celular. Ela: “alô!”. Eu pensei, eita que é o marido da amiga, o quebrador da venda. Mas, não. Outra amiga e ,desta vez, a nobre serva do Senhor disparou sem qualquer sentimento cristão: “Fátimaaa, eu tava querendo mesmo falar com você. Sabe a nossa irmã da igreja? Pois é, irmã, ela e o marido dela estão me levando à falência, já tem meses que compram fiado e nunca que me pagam. E ela só vive de celular novo. É celular, menino de mochila nova na escola, mas, meus produtos que é bom, nunca que me pagam”. 

Rapazzzzzzzzzzzz , se a outra deve, sim, que pague, mas, pra mim que acompanhei a conversa anterior, tão fartamente precedida de falas afirmando a religiosidade, a fé em Deus e etc, em um trecho entre a LAPA eo final do DIQUE, ela conseguiu destilar toda a sua Fé….

  Deus é mais!!!!

Vou até ver qual é a conta que está atrasada….nunca se sabe!!!!

Personalidade é tudo….

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 Ontem, 16 novembro, ligo pra casa delas, já ia confirmar horário de ir buscá-las (como é hábito) para dormirem comigo, ia começando o discurso…fui interrompido por Bibi. Eis o diálogo: 

 – Paiii, eu não quero ir pra sua casa hoje não.  

– Por que, filha?

– Eu fiquei o fim de semana e o feriado todo, não estou com saudade de você hoje não!

É mole?!!!

obs. Tive que dormir sem cafuné.

Memórias do Buzu – Fala, motô! – parte II –

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        …o que acontece quando o buzu quebra? O motorista desce, fica aquela fila de gente com cara de ‘me lasquei’, tudo junto, até outra condução (essa é do tempo de minha vó) parar e a gente entrar pela frente.

  É aí que começa a história de memóriasdobuzufalamotôparteII…

   Após o anúncio do motô, lembra? “Os pessoal tem que descer…”, ficamos todos com cara de ‘se lascamos’, a esperar o resgate.

    Pra você que tá aí sentadinho(a0) querendo saber no que deu, talvez não tenha sido nada demais o ‘carro’ quebrar, mas, a gente tava tudo estrompado, desmilinguido, com vontade de dar uma broca no primeiro que passasse olhando com  cara de pena.

 Antes de o buzu de resgate chegar, passou cada figura gozando com a nossa cara que deu vontade de esquecer a educação que dona Divinha e seu Zé me deram e dar um cachação no primeiro oreba que se aproximasse.    

  Rapaaaaaz, tem gente que não pode ver um cristão em aperto que faz questão de tirar onda;  E – S – P -R – I – T – O de PORCO mesmo!!

  Primeiro, passou um varapau com cara de sacrista, montado numa magrela mais enfeitada do que penteadeira de puta, como diria Seo Geraldo, ou igual a jegue na lavagem do Bonfim, gritando: “êeee, vocês se  f…”. Nós, os buzuzeiros, nem esboçamos reação, tambéeem, de que iria adiantar?! Depois deste, um bacana passou num carrão, diminuiu a marcha e ficou olhando. Pra quê ou quem eu não sei. Mas, na minha ‘turma’, alguém comentou: “filho de uma quenga, se não vai dar carona, pra quê olhou?”

  Olhaaa, juro que eu já estava pensando em coçar o bolso e pegar um taxi, mas, sei não, passou a ser uma questão de honra.  rsrsrs. E se eu tivesse sucumbido a este desejo, seria uma história a menos aqui no blog. E por falar nisso, uma amiga já aceitou a proposta de fazermos um bus-tour por Salvador. Vai ter história nova com certeza.

     Chegou o nosso resgate,  mais cheio do que fila de troca do Sua nota é um show. Parecia que o nosso problema tinha acabado, mas, ainda não podíamos comemorar. Por quê? Hammm…sabe você subindo pela porta da frente, quem já está dentro nem se mexe pra dar passagem, um grita lá do fundão: “leva o carro, motô, o 15…(não gravei o número) vem atrás e pega esses……………”. É mole?! Só quem passou pelo sufoco que nós da família buzuzeiro passamos, sabe o que significava estar àquela hora ainda na rua, órfãos de transporte . Ouvir aquilo , como disse um ‘irmãode bus’, “também era demais também”. Mas….

    Passado o sufoco e a receptividade espetacular que tivemos, lá vamos nós….

   O local onde o motor do bus ‘morreu’ foi alí, perto do Bompreço. rsrs Brincadeira. Saindo da LAPA, o epicentro da parada foi alí no vale dos Barris, perto do IML (Instituto Médico Legal). Bem sugestivo!!! Dalí até onde eu ia ficar foi relativamente rápido, mas, tempo suficiente pra registrar pelo menos uma cena de buzu no mínimo inusitada…

…duas jovens, imagino que uns 20 a 22 anos, conversando, estavam sentadas, uma mostrando fotos no celular para a amiga.    Viam as fotos e riam, coisa mais do que normal. Eu,  em pé, claro, só curiando a situação. Sentado atrás dos assentos das meninas, um galego aparentando a mesma faixa etária. Ele esticava o pescoço toda vez que as fotos eram mostradas, sem o menor desconfiômetro. Uma delas já tinha notado a cara de pau do sujeito. Pra encurtar conversa, de repente a moça mostra uma foto, ele chega pertinho  e solta….”pô…, que GOSTOSA!” Rapaaaz, eu pedí pra morrer!!! Que home é esse?!

  Eu tirei o corpo, até porque o meu ponto estava chegando, nem olhei pra trás pra ver se elas iam tirar pergunta com ele. Chegou no meu ponto, descí do humilhante e fuiiiiiiiiiiiiiiiiiiii…

  Eu só posso concluir que o sujeito indiscreto deve de tá na biela, só pode!!!

Crônicas do Ospyciu- Qualquer semelhança (NÃO) é mera coincidência.

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Já faz um tempinho que devo ao mestre, com carinho, esse pequeno texto. Claro, se indivíduos (leia-se SegundoFavorito” e Sementinha do Mal) fossem de alguma ajuda, muitos já poderiam se deliciar (entenda, meu nego, o negócio é esculhambar antes de lhe esculhambarem) com as aventuras vividas diariamente naquele verdadeiro Ospyciu.

Impossível não começar com a lenda, a ídala-mor de nós, meros mortais. Sim, ela existe! Não é lenda urbana não pai, carne e osso mesmo (e booooooota carne nisso). Com um passado de glorias e orgulho (num é que a menina nasceu loira, da roça e ainda mais, descendente de portugueses? Aí é IMPLORAR né?), suas palavras verdadeiramente sábias, repletas de conhecimento, introspecção e pura reflexão são assombrosas. Literalmente. De levantar defunto.

Sementinha do Mal que o saiba. Sem ela, ele não existe. Mas tenho mais é que agradecer mesmo, fonte certa de constantes risadas diárias.

Pobre coitada da não-mais-lenda, deve ter uma paciência do tamanho da casa de Mãe Joana (iiiih rapaz, falei demais). Seja pra agüentar Sementinha revelando sua indisposição estomacal na primeira semana de aula, das constantes averiguações de dever (in)completo, das respostas sem sentido… ai ai, eu dô é risada!

Mas, por sorte, ela não veio ao mundo sozinha. Quis o destino fazer nascer outra criança beeeem especial no mesmo ano, na mesma sala do manicômio. ê ê ê ê belezaaa, ali é risada garantida, mô pai!

Diferente de nossa ídala, essa exótica companheira tem um talento pro futebol que é inigualável. Fecha o gol, mesmo! El Paredón que se prepare, tem uma MURALHA pintando na área!

Mas, ao contrário do bom atleta, a companheira presta atenção na aula; um exemplo de aluna. Impressionante bicho, escuta tuuuuuuuuudo que o mestre fala, não perde um mínimo detalhe! Tambeeem, dadas as proporções…

E atenção, atenção, as mais variadas empresas de satélite! Interferência de sinal é com ela mesmo, cuidado!

E o Segundo “Favorito” pinta e borda ali viu nego? É de dar pena. Sabendo da dificuldade da companheira (vocabulário limita-se ä palavras de 5 letras) tá sempre ali, do lado, traduzindo pra língua nativa da moça, o bebênês – língua que resume-se em murmúrios, grunhidos, sons irreconhecíveis.

E assim vamos vivemos nossos dias, naquele Ospyciu, que, igualzinho no filme de Tropa de Elite 2, tem nossas rixas com os loucos da ala psiquiátrica, logo ao lado: o dotô leitoso tá dando até festinha, só porque o Fantasminha Camarada resolveu aparecer… rai ai, parece mesmo que só tem maluco!

                                   Postado por: Ptero, Sementinha do Mal e Segundo “Favorito”, um trio de alunos muito especial e, digamos, “diferente” (rsrsrsrs, vingança, vingança, vingança!!!),  da 12ª A, Escola Pan Americana da Bahia.